Notícias, Notícias sobre o Arpa

Acadebio recebe curso em educação a distância do Arpa

A Academia Nacional da Biodiversidade (Acadebio) sediou em dezembro o curso em Educação a Distância (EAD): Consultoria e Administração da Plataforma Moodle. Realizado em parceria com a Avante Brasil, o objetivo foi capacitar servidores do Instituto Chico Mendes (ICMBio) e de instituições parceiras no desenvolvimento e implementação da EAD no Programa Áreas Protegidas da Amazônia (Arpa), com enfoque nas metodologias, produção de material didático e formação de tutores para acompanhamento de processos de formação a distância.

O curso buscou proporcionar aos 27 participantes uma visão ampla e geral sobre a EAD na plataforma Moodle, que disponibiliza diversos recursos e atividades que podem ser desenvolvidas nos cursos. “Buscamos uma abordagem multidisciplinar, uma visão do todo. Tratamos, por exemplo, de fundamentos da EAD, questão de direitos autorais, como promover a interação e envolvimento dos alunos, além das funcionalidades do Moodle”, afirma Gislene Alves, coordenadora pedagógica da Avante Brasil e especialista em Educação a Distância.

Mesmo sendo um curso focado no fortalecimento do Arpa, o encontro disponibilizou potencial para a formação a distância do trabalho feito pelo ICMBio. “A EAD é um facilitador de processos formativos, aproximando as pessoas e fortalecendo nossa capacidade de fazer mais com os recursos que dispomos, uma possibilidade de reestruturação do programa dentro de uma qualidade maior”, afirma Erismar Rocha, chefe de Educação Corporativa, da Coordenação-geral de Gestão de Pessoas (CGGP).

Ainda segundo Erismar, o grupo que participou do curso tem potencial para ser “multiplicador dessa forma de fazer educação”, complementando os processos de capacitação presenciais que já ocorrem e os fortalecendo. “Os participantes não tinham muita intimidade com a plataforma Moodle e de como organizar a capacitação por meio de ferramentas virtuais e agora estão mais aptos. É um grupo que certamente será ator ativo nessa discussão”, conclui Erismar.

* Matéria publicada no informe ICMBio em Foco 326