Notícias, Notícias dos Parceiros do Arpa

Missão da Noruega ao Parque Nacional de Anavilhanas

Do dia 03 a 05/11/2014 foi realizada uma Missão da Noruega, principal doador do Fundo Amazônia/BNDES ao Programa ARPA, no Parque Nacional de Anavilhanas/ICMBio. O objetivo foi conhecer e avaliar a aplicação dos recursos na Amazônia.

Participaram da expedição o Sr. Simon Rye e a Sra. Lívia Costa Kramer (Ministério de Clima e Meio Ambiente da Noruega), Sr. Ivar T. Jorgensen (Agência Norueguesa de Cooperação para o Desenvolvimento_NORAD),  a Sra. Elisabeth Forseth (Embaixada Real da Noruega), Daline Pereira (MMA), Vandir Cruz, Priscila Santos e Alexandre (ICMBio) e Nathalia Dryer (Funbio).

Na missão a comitiva norueguesa pode conhecer de perto as dificuldades logísticas de se trabalhar na região, os conflitos existentes e as soluções de gestão oportunizadas pelas diversas instâncias do Programa ARPA. “Em 2 dias pudemos assimilar um conhecimento relativo a meses!” agradeceu o Sr. Simon Rye.


Notícias, Notícias das Unidades de Conservação

Comunidades do Cazumbá-Iracema recebem cursos técnicos

As comunidades do Núcleo do Cazumbá e do Cuidado, na Reserva Extrativista Cazumbá-Iracema, participaram da abertura da segunda etapa de cursos oferecidos na Unidade de Conservação (UC) entre os dias 30 e 31 de agosto. O evento conta com a parceria do Instituto Federal do Acre (Ifac), por meio do Programa Nacional de Acesso ao Ensino Técnico e Emprego (Pronatec). O Programa já formou 37 alunos no curso de Agricultor Orgânico e agora oferece cursos de Açaicultor e Horticultor com a expectativa de capacitar 50 pessoas.

Além disso, 40 moradores da comunidade do Cuidado também serão capacitados com o curso de Agricultor Familiar. Todos os alunos foram selecionados pelo Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio), que também contribuiu com a logística para desenvolvimento das aulas. “A parceria com o Ifac, que agora está levando mais três cursos profissionalizantes para dentro da Reserva, é de fundamental importância, pois atende uma das principais demandas das comunidades, que é a capacitação voltada para a melhoria e diversificação na produção, assim como para garantir a segurança alimentar das famílias extrativistas. No futuro, a intenção é que possamos beneficiar todas as comunidades da UC com essas formações”, ressaltou Tiago Juruá, chefe da Resex.

Rosanio Pessoa, morador da comunidade do Cuidado, agradeceu pelo esforço de levar a capacitação até eles. “Estou muito feliz por estar participando desse curso. Acredito que vou ganhar muito conhecimento e vou aproveitar ao máximo. Agradeço ao Ifac e ao ICMBio pela iniciativa de trazer esse curso até nossa comunidade”, finalizou o extrativista.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

*Matéria publicada em 12/09/2014 no ICMBio em foco.

Notícias, Notícias das Unidades de Conservação

Rebio Jaru e Cenap implementam ações do PAN Ariranha

Foi realizada no mês de agosto mais uma atividade do projeto “Distribuição espacial e avaliação populacional de Pteronura brasiliensis na Reserva Biológica (Rebio) do Jaru”, desenvolvido pela Unidade de Conservação (UC) em parceria com o Centro Nacional de Pesquisa e Conservação de Mamíferos Carnívoros (Cenap). A iniciativa aconteceu entre os dias 19 e 29 de agosto e foi aprovada pelas chamadas internas da Diretoria de Pesquisa, Avaliação e Monitoramento da Biodiversidade (Dibio) nos anos de 2012 a 2014.

Os analistas ambientais João Paulo de Oliveira Gomes, da Rebio, e Lívia de Almeida Rodrigues, do Cenap, participaram da primeira campanha de 2014. Na oportunidade, eles revisaram os pontos já registrados para ariranha com o objetivo de avaliar a reutilização das tocas e acampamentos pelos grupos. Durante os dez dias de trabalho em campo, foram avistados três grupos de ariranha, foto-identificados dez espécimes e avistadas duas lontras.

Os resultados preliminares do projeto foram apresentados recentemente, em formato de pôster, no Congresso Internacional de Lontras, que ocorreu de 11 a 15 de agosto, no Rio de Janeiro. Entre 2012 e 2013 foram realizadas cinco campanhas, totalizando 49 dias de campo, onde foram vistoriados os dois principais rios da Rebio – Tarumã e Machado.

O projeto aborda duas ações do Plano de Ação Nacional para Conservação (PAN) da Ariranha. Entre seus objetivos estão realizar a modelagem de distribuição da ariranha para determinar a distribuição potencial da espécie na região e identificar áreas mais importantes para a sua conservação, estimar o tamanho populacional da ararinha e sua área de uso na Rebio do Jaru e entorno e levantar áreas utilizadas pelas lontras na área da UC.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Foto de Lívia Rodrigues

*Matéria publicada em 12/09/2014 no ICMBio em foco.

Notícias, Notícias dos Parceiros do Arpa

Acadebio promove curso de Geoprocessamento

A Academia Nacional da Biodiversidade (Acadebio) realizou de 1º a 6 de setembro o Curso de Geoprocessamento. O objetivo foi capacitar os servidores em ferramentas de edição, processamento, tratamento e análise de imagens e dados, visando a elaboração de produtos, por meio do programa de Geoprocessamento ArcGis. O curso possui três etapas, com momentos à distância e presencial, em que os alunos devem realizar atividades na plataforma de ensino à distância do Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio) e elaborar um produto final de Geoprocessamento. Capacitação mais concorrida do Plano Anual de Capacitação (PAC) e mais indicada pelos servidores, o curso foi coordenado por Ricardo Brochado, chefe da Acadebio, e contou com a participação de 21 alunos, com apoio de servidores do ICMBio, Ministério do Meio Ambiente e instituições ambientais parceiras que fazem parte do Programa Áreas Protegidas da Amazônia (Arpa).

 

 

 

 

 

 

Foto de Alessandro Oliveira

*Matéria publicada em 12/09/2014 no ICMBio em foco.

Notícias, Notícias sobre o Arpa

Parques Nacionais da Amazônia: legado dos brasileiros

O presidente do Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio), Roberto Vizentin, participou na sexta-feira (5) da abertura da exposição fotográfica “Parques Nacionais da Amazônia: legado dos brasileiros”, no Espaço Israel Pinheiro, em Brasília, próximo ao Palácio do Planalto. O evento faz parte da comemoração do Dia da Amazônia, celebrado em 5 de setembro, em parceria com o WWF-Brasil. A exposição ficará aberta ao público até o dia 6 de outubro.

O objetivo é ilustrar por meio de textos e fotos a beleza e o valor da biodiversidade das Unidades de Conservação (UCs) amazônicas, mostrando as principais ameaças e desafios à conservação de espécies e da natureza nesses locais. “A Amazônia tem passado por um processo brutal de mudanças na sua configuração espacial e queremos mostrar que é possível sim conciliar o desenvolvimento do País com a conservação da biodiversidade”, afirmou Vizentin.

Participam da exposição três Parques Nacionais do bioma: Serra do Pardo (PA), Montanhas do Tumucumaque (AP) e Juruena (AM/MT). “Essas UCs são apenas uma amostra da importância dessas áreas para a população brasileira e para a conservação da biodiversidade, alertando para as diversas ameaças que os Parques têm sofrido por toda a Amazônia, como a construção de hidrelétricas e a aprovação de projetos de lei que têm reduzido ou descriado diversas UCs na região”, explicou Marco Lentini, coordenador do Programa Amazônia do WWF-Brasil.

Dentre os biomas brasileiros, a Amazônia é o que possui a maior extensão de áreas protegidas. Ao todo, são 314 UCs, federais, estaduais e municipais, que representam mais de 1 milhão de km² ou 26% do território da Amazônia brasileira. Durante o evento, as gestoras dos Parques Nacionais Serra do Pardo e Juruena, Leidiane Diniz Brusnello e Lourdes Iarema, respectivamente, fizeram palestras e mostraram as principais ameaças e oportunidades das UCs que representam.

“As unidades da Amazônia são pouco divulgadas, o que se deve em parte ao seu isolamento e ao número reduzido de visitantes que recebem. Entretanto, várias dessas unidades, em especial os Parque Nacionais, apresentam características únicas de grande interesse para turismo, educação ambiental e pesquisa”, destacou Leidiane.

Após as apresentações, o público elaborou perguntas e participou de um debate com as gestoras, que responderam aos questionamentos apresentados.

Na entrada da exposição existe um totem interativo com textos, fotos e vídeos de diversas UCs brasileiras, à disposição dos visitantes, além de jogos educativos sobre alguns dos Parques Nacionais, ricos em belezas cênicas e com variedade de espécies da fauna e da flora. Durante o mês de setembro, também faz parte da programação do Espaço Israel Pinheiro a visita de alunos da rede pública do Distrito Federal. O objetivo é mostrar que as UCs brasileiras são um legado para as futuras gerações, aproximando o público da biodiversidade brasileira e disseminando informações importantes à conservação de áreas protegidas na Amazônia.

Foto de Leonardo Milano

*Matéria publicada em 12/09/2014 no ICMBio em foco.

 

Notícias, Outras Notícias

Desmatamento na Amazônia é o segundo menor em 25 anos

Com o resultado, o Brasil poderá receber até 2,5 bilhões de dólares em pagamentos por redução de emissões na região

O desmatamento na Amazônia para o período de agosto de 2012 a julho de 2013 foi confirmado pelo Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE) em 5.891 km2 e é a segunda menor taxa registrada anualmente nos últimos 25 anos. A diferença entre a estimativa divulgada pelo governo em novembro de 2013 (5.843 km2) e o número consolidado pelo INPE foi menor que 1%.

A partir do número consolidado pelo Projeto de Monitoramento do Desmatamento na Amazônia Legal (Prodes), o Comitê Técnico Científico do Fundo Amazônia (CTFA) validou nesta quarta-feira (10/09) o cálculo das reduções de emissões de CO2 oriundas do desmatamento, que ficou na ordem de 516 milhões de toneladas de CO2 – uma redução de 64% em relação ao referencial adotado. O CTFA é formado por cientistas de notório saber.

Com o resultado, o Brasil poderá receber até 2,5 bilhões de dólares em pagamentos por redução de emissões de desmatamento alcançados na região da Amazônia Legal, baseado em dados do Fundo Amazônia, que adota o valor de US$ 5,00 por tonelada de CO2 para captação de recursos de doações junto aos governos estrangeiros, empresas, instituições multilaterais, organizações não governamentais e pessoas físicas. O cálculo das emissões provenientes do desmatamento pelo Fundo Amazônia toma como base a média de carbono na biomassa de 132,3 tC/ha.

Os números confirmam, ainda, uma redução de 79% desde a criação do Plano de Ação para Prevenção e Combate ao Desmatamento na Amazônia Legal, coordenado pelo Ministério do Meio Ambiente e pela Casa Civil da Presidência da República, em 2004.

DADOS DE SATÉLITE

O Projeto de Monitoramento do Desmatamento na Amazônia Legal (Prodes/INPE) registra, via satélite, áreas equivalentes a pouco mais de seis campos de futebol (6,25 hectares). Os dados são coletados periodicamente de imagens do satélite Landsat 8/OLI. O resultado preliminar é divulgado no final do mês de novembro. Em meados do ano seguinte, após o detalhamento dos estudos e a coleta de dados em campo, as taxas são consolidadas oficialmente. O Pará lidera as taxas por estado, com uma área desmatada de 2.346 Km2, representando um aumento de 35% com relação ao período anterior. O segundo a lista é o Mato Grosso, com 1.139 Km2, o que corresponde percentualmente a um aumento de 50% em relação ao ano anterior. O Acre e o Amapá registraram reduções na área desmatada, de 28% e 15% respectivamente.

*Matéria publicada no site do MMA em 10/09/2014

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Evento debate Gestão para Resultados no ICMBio

O Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio) promoverá de 10 a 12 de setembro, no auditório da sede, em Brasília, a Jornada sobre Gestão nas Unidades de Conservação. O evento marca o encerramento do 2º Ciclo de Formação em Gestão para Resultados e será uma oportunidade para divulgação de trabalhos realizados por participantes da capacitação.

Cada um dos três dias da programação dará destaque a um tema específico: Contexto do ICMBio, Diretrizes Governamentais e de Gestão e Inovação e Metodologias de Gestão. Servidores do Instituto que participaram das duas edições da capacitação em Gestão para Resultados – que ocorreram nos períodos de julho de 2012 a maio de 2013 e maio de 2013 a maio de 2014, respectivamente – irão expor os trabalhos desenvolvidos durante o curso. Nos painéis serão expostas as experiências na elaboração de planejamentos estratégicos, modelagem de processos de gestão, reavaliação de diretrizes estratégicas e implantação da gestão estratégica.

Cesar Pereira Viana, coordenador de Planejamento (Coplan/ Diplan), explica que os trabalhos realizados pelos alunos-servidores propõem bases sustentáveis de desenvolvimento institucional, com a intencionalidade de que o Instituto Chico Mendes deva fazer bem o que lhe é próprio e que consta da sua missão institucional. “A jornada é um passo importante para a apropriação institucional da metodologia estudada no Curso do Programa de Gestão para Resultados, bem como para dar transparência às ações de gestão que estão sendo implementadas. Além disso, o convite a parceiros externos promoverá entendimentos sobre o pensamento governamental e do setor privado”, afirmou Cesar.

Representantes da Controladoria Geral da União (CGU), do Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão (MPOG), do Ministério do Meio Ambiente (MMA), da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan), da organização Nexucs e do Instituto Publix também apresentarão suas experiências de gestão.

A jornada será transmitida ao vivo pelo endereço eletrônico http://assiste.icmbio.gov.br – com acesso preferencial pelo navegador Google Chrome. O evento é organizado pela Diretoria de Planejamento, Administração e Logística (Diplan/ICMBio) e tem apoio do Programa Áreas Protegidas da Amazônia (Arpa) e da Agência Alemã de Cooperação Técnica (GIZ).

*Matéria publicada no ICMBio em foco em 05/09/2014

Notícias, Notícias sobre o Arpa

Arpa terá mais recursos para unidades de conservação

Trinta milhões de hectares de florestas estarão protegidos até 2015

Reservas biológicas, estações ecológicas, parques (nacionais e estaduais), reservas extrativistas e reservas federais de desenvolvimento sustentável do Amazonas e do Tocantins são categorias de Unidades de Conservação (UCs) que receberão recursos do Programa de Áreas Protegidas da Amazônia (Arpa) no valor de R$ 8 milhões até o final deste ano. Os aportes destinam-se a atividades de manejo e gestão de unidades federais e estaduais, atendendo-se à realidade de cada área, num total quase 7 milhões de hectares de florestas.

Caberá, também, ao Arpa, criar e ampliar o sistema de UCs em parte expressiva dos mais de 4 milhões de hectares repassados ao Ministério do Meio Ambiente (MMA) pelo Ministério do Desenvolvimento Agrário (MDA), há oito dias, por meio do Programa Terra Legal Amazônia, diretamente apoiado pelo Arpa. A previsão é de que, até o final da sua segunda fase, em dezembro de 2015, o Programa Arpa consolide a proteção a 30 milhões de hectares de florestas (metade da meta de 60 milhões de hectares prevista para 2020), colaborando para reduzir a degradação na Amazônia, estima o diretor do Departamento de Áreas Protegidas (DAP) do MMA, Sérgio Collaço.

LONGO PRAZO

Mesmo sem concluir a segunda etapa, o Arpa entra, ainda este ano, na terceira fase de execução e já garantiu recursos para as atividades dos próximos 25 anos. A “Iniciativa Arpa para a Vida”, como foi denominada, desenvolveu um fundo de transição, já constituído por R$ 477 milhões (US$ 215 milhões), garantindo sua independência financeira até 2039 e dando a certeza de que as atividades não serão interrompidas.

Os dados positivos do Arpa serão apresentados e debatidos pela ministra do Meio Ambiente, Izabella Teixeira, em conversa com representantes dos governos da Colômbia e do Peru, em 16 de outubro. O encontro acontecerá paralelamente à XII Conferência das Partes da Convenção sobre Diversidade Biológica (CDB), marcada para ocorrer em Pyeongchang, República da Coreia. De acordo com Sérgio Collaço, essa aproximação com os dois países vizinhos é importante. “Precisamos reforçar o trabalho comum em relação às unidades de conservação, melhorar o manejo das áreas limítrofes e compartilhar informações, considerando-se a vulnerabilidade provocada pelas mudanças climáticas na região Amazônica e demais pressões antrópicas (que resultam da atuação humana) comuns aos países do bioma”, disse, lembrando que o país comemora o Dia da Amazônia nesta sexta-feira (05/09).

PARCERIAS

O encontro na Coreia será ocasião, segundo Collaço, para receber uma avaliação da iniciativa “Arpa para a Vida”, apresentado em 2012 na cidade de Hyderabad, Índia, durante a COP-11. Os resultados levaram ao lançamento da terceira fase do programa. Como o Brasil tem uma longa fronteira com Peru e Colômbia, a retomada da pareceria com esses dois países, explica o diretor do DAP, deve-se ao fato de eles terem, igualmente, relevância ecológica, ecossistemas muito parecidos com os brasileiros e grande interdependência em termos de fluxo de água.

O Arpa, criado em 2002, é considerado o maior programa de conservação de florestas tropicais do planeta, vinculado à temática das unidades de conservação no Brasil. Objetiva expandir e fortalecer o Sistema Nacional de Unidades de Conservação (SNUC) na Amazônia, proteger 60 milhões de hectares, assegurar recursos financeiros para a gestão destas áreas, a curto e longo prazos, além de promover o desenvolvimento sustentável da região.

*Matéria publicada em 04/09/2014 por Luciene de Assis

Notícias, Notícias dos Parceiros do Arpa

Venha Pesquisar Conosco – ICMBio

Foi lançada no dia 28 de agosto de 2014, data do 7º aniversário do ICMBio, a publicação “Venha Pesquisar Conosco”, que traz como conteúdo as principais demandas de pesquisa do Instituto, um panorama das pesquisas realizadas nas Unidades de Conservação Federais e Centros de Pesquisa e Conservação do ICMBio, a infraestrutura de apoio à pesquisa nas UCs, gestão da informação e mecanismos internos de apoio. Como explicita o próprio título, é um convite à comunidade científica para realizar pesquisas nesses ricos espaços protegidos!

    A publicação pode ser acessada por meio do link abaixo:
    Divulgue, acesse e venha pesquisar conosco!

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Foto por Val Campos (Arquivo CPB / ICMBio – Paraíba)

*Matéria publicada no dia 28/08/2014

Notícias, Notícias dos Parceiros do Arpa

ICMBio lança sistema para integrar gestão institucional

Sistema de vídeo-conferência vai promover articulação e aproximar a comunicação com as unidades.

Com o desafio de administrar 388 estruturas físicas espalhadas por todo o Brasil, o Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio), que completou sete anos nesta quinta-feira (28), acaba de implementar um sistema de vídeo-conferência para promover a articulação e aproximar a comunicação das unidades com a sede, em Brasília.

O sistema, que servirá como instrumento de integração de gestão do ICMBio, será inaugurado em breve com uma reunião à distância envolvendo pelo menos cinco unidades. “A ideia é fluir os comandos e atender de forma eficiente a todos. Junto com a vídeo-conferência, vamos criar uma Portaria instituindo reuniões periódicas da diretoria ampliada com todas as regionais”, disse Anna Flávia de Senna, diretora de Planejamento, Administração e Logística (Diplan/ICMBio).

Cada unidade tem características e demandas bem diferentes uma das outras. Por isso, o ICMBio estuda formas para propor modelos de trabalho a fim de atender a necessidade de cada uma dessas regiões, de acordo com a condição e contexto em que estão inseridas. “Começamos agora esse estudo, que é bastante complexo, porque precisamos avaliar a condição das unidades, do entorno e se elas têm ou não capacidade de explorar o turismo”, explicou Anna Flávia.

Com diversas ações na área de administração, finanças, orçamento, logística, planejamento, gestão de pessoas e tecnologia da informação, a intenção agora é promover um Planejamento Estratégico no ICMBio para implementar o novo modelo de gestão. Por isso, a Diplan está coordenando o planejamento, a visão estratégica e a locação de infraestrutura para aprimorar os trabalhos desenvolvidos pelo Instituto, voltados basicamente para a conservação da natureza e desenvolvimento socioambiental brasileiro. Os estudos pretendem entender o papel das unidades e como elas podem colaborar para descentralizar as ações da sede.

Sustentabilidade

O ICMBio também está caminhando para garantir maior sustentabilidade em um futuro próximo, porque há um potencial grande de gerar receita própria ampliando a exploração dos ativos ambientais e turismo dos Parques Nacionais ou de outros tipos de Unidades de Conservação (UCs), como Reservas Extrativistas e Florestas Nacionais. “Claro que as unidades não são iguais nem têm o mesmo potencial. Boa parte delas deverá ser mantida pelo orçamento porque não terão como gerar receita e nós temos que proteger. Ao mesmo tempo, as que podem gerar renda, se bem exploradas, conseguem canalizar recursos orçamentários para as outras que não têm como fazer isso”, comentou a diretora da Diplan/ICMBio.

Para isso, a ministra do Meio Ambiente assinou no dia 19 de agosto um documento criando modelos para parcerias ambientais público-privadas, com apoio do Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID) e parceria dos ministérios da Fazenda e Planejamento. A ideia é estruturar uma política para ampliar alianças com o setor privado, terceiro setor e parceiros da sociedade, potencializando a exploração dos ativos e serviços ambientais das UCs federais. “Novos desafios serão colocados a partir desse projeto”, declarou a ministra do Meio Ambiente, Izabella Teixeira. Para a diretora de Planejamento, Administração e Logística do ICMBio, essa é uma proposta que além de gerar renda, emprego e trazer a sustentabilidade para a autarquia, vai despertar na sociedade uma valorização maior das Unidades de Conservação.

Cerimônia de aniversário

Durante a cerimônia que marcou os sete anos do órgão, realizada na manhã desta quinta-feira (28) na sede do ICMBio, em Brasília, Anna Flávia explicou que existem várias dificuldades e grandes desafios a serem superados, mas que os motivos para celebrar a data são grandes, porque os avanços alcançados nos últimos sete anos na área ambiental são significativos. “Nós temos enfrentado muitas dificuldades, porque a nossa missão é extremamente complexa. No território de um país de grandes dimensões, como o Brasil, nós conservamos uma área que corresponde a quase 9%, com uma estrutura ainda bastante precária. Por outro lado, o que temos que comemorar é que não nos sucumbimos, apesar de todas as barreiras. Nosso corpo técnico é revestido de uma ideologia enorme e enfrenta todas as dificuldades, o que orgulha muito todos os servidores dessa instituição”, finalizou.

*Matéria publicada no site do ICMBio por Gustavo Frasão no dia 29/08/2014.
gustavo.caldas@icmbio.gov.br