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Oficinas de planejamento para o próximo biênio do Arpa realizar-se-ão em novembro

A Unidade de Coordenação do Programa Áreas Protegidas da Amazônia (UCP/Arpa) já definiu que as oficinas de elaboração dos planos de trabalho e planejamentos de insumos, que correspondem à terceira etapa do planejamento operacional 2014/2015 do Arpa, realizar-se-ão em três encontros do dia 11 a 29 de novembro de 2013.

A UCP está definindo os locais e em breve entrará em contato para organizar a distribuição dos gestores das UCs nas oficinas. Desde já, entretanto, solicita que os gestores reservem o período para realizar o planejamento.

A primeira etapa do planejamento operacional do Arpa já foi concluída. Durante o mês de julho e agosto, as 95 Unidades de Conservação (UCs) já atualizaram a Ferramenta de Avaliação das UCs (FAUC). A segunda etapa está em curso: as planilhas do Planejamento de Metas para o Biênio (PEP) 2014/2015 devem ser preenchidas, validadas e enviadas à UCP impreterivelmente até o dia 12 de setembro de 2013.

Para saber mais sobre as Ferramentas de Gestão e outras informações sobre o Arpa, acesse www.programaarpa.gov.br.

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Programa Arpa chega às redes sociais

Depois de alcançar resultados significativos no território amazônico, o Programa Áreas Protegidas da Amazônia (ARPA) chega às redes sociais. A ativação da fan page no Facebook e do perfil no Twitter faz parte da nova estratégia de comunicação do projeto que visa, entre outras coisas, uma aproximação maior com a sociedade civil por meio da divulgação de notícias, dados, publicações e outros conteúdos gerados no âmbito do Programa.

Para Sérgio Carvalho, coordenador da Unidade de Coordenação do Arpa (UCP), os canais digitais são um espaço privilegiado para promover a comunicação do Programa. “Nas redes sociais, teremos a oportunidade de dialogar com estudantes, professores, pesquisadores e outros atores da área ambiental. Também poderemos alcançar pessoas que não fazem parte desse universo e ainda sim podem se sensibilizar com a questão da conservação”.

As redes sociais serão atualizadas diariamente, inclusive aos fins de semana e feriados, e também serão espaço de diálogo entre cidadãos, Unidades de Conservação e os gestores do Programa. Acesse http://www.facebook.com/ProgramaArpa e http://twitter.com/ProgramaARPA e fique por dentro das notícias, informações e novidades do Arpa.

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ARPA: referência na conservação da biodiversidade

O Brasil ainda tem muito o que avançar quando se trata de conservação da natureza e implementação de unidades de conservação. Por outro lado, também temos do que nos orgulhar. Entre as boas iniciativas do país, uma delas se tornou referência mundial: o Arpa, maior programa de conservação da biodiversidade em florestas tropicais do mundo, coordenado pelo Ministério do Meio Ambiente (MMA) e gerenciado financeiramente pelo Fundo Brasileiro para a Biodiversidade (Funbio).

O Programa Áreas Protegidas da Amazônia (Arpa) é financiado com recursos do Global Environment Facility (GEF), por meio do Banco Mundial; do governo da Alemanha, por meio do Banco de Desenvolvimento da Alemanha (KfW); da Rede WWF, por meio do WWF-Brasil; e do Fundo Amazônia, por meio do BNDES.

Com o apoio a 95 unidades de conservação no bioma, o Programa tem contribuído para a preservação de uma área de 52 milhões de hectares. Criado em 2002, com o objetivo de promover a expansão e a consolidação do Sistema de Unidades de Conservação (SNUC) no bioma Amazônia, o Programa hoje tem como meta implementar 60 milhões de hectares em áreas protegidas.
Os resultados do Programa, que é sempre homenageado em seminários e conferências internacionais como um exemplo de eficiência na conservação ambiental, são significativos.

O Arpa contribui substancialmente para a prevenção do desmatamento: 97% das unidades de conservação beneficiadas pelo programa mantiveram o desmatamento abaixo de 10% da área da unidade. A grande maioria delas (92%) conseguiu limitar a perda florestal a 5% ou menos da área.

Rio Sucunduri, localizado no Parque Nacional do Juruena, Mato Grosso e Amazonas (Foto: WWF-Brasil/ Cláudio Maretti)

O programa também contribui para a proteção de uma amostra considerável da biodiversidade do Brasil. Em apenas 39 unidades de conservação apoiadas pelo programa, foram encontradas mais de oito mil espécies de plantas e animais, das quais 107 estão ameaçadas de extinção.

No que diz respeito à efetividade de gestão das unidades de conservação, as UCs apoiadas pelo Arpa tiveram sua efetividade de gestão avaliadas em 56%, enquanto as que não são apoiadas pelo programa na Amazônia apontam uma média de 47%.

E todos esses êxitos chamam a atenção. Não à toa, em 2012, foi lançada a iniciativa “Compromisso com a Amazônia – Arpa para a vida”, fruto da parceria entre MMA, Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio), WWF-Brasil, em representação a Rede WWF, Funbio, Gordon and Betty Moore Foundation e LindenTrust for Conservation.

O objetivo é mobilizar de uma só vez, os recursos financeiros e outros compromissos necessários, para financiar permanentemente a consolidação e manutenção de unidades de conservação de 15% da Amazônia brasileira, incluindo, entre 5 a 10 milhões de hectares de novas unidades de conservação.

A estimativa de custos de financiamento é da ordem de US$ 240 milhões, provenientes de agências bilaterais, multilaterais, doadores privados dentro e fora do Brasil (além do Fundo Amazônia), para garantir a efetividade do programa e a conservação da biodiversidade e ecossistemas da Amazônia.

Entre as unidades de conservação apoiadas pelo programa estão o Parque Nacional Juruena (MT e AM), o Parque Nacional Serra do Pardo (PA) – , a Reserva Extrativista do Rio Unini (AM) –  e a Reserva Extrativista Cazumbá-Iracema (AC) – .

Saiba mais sobre o Arpa e suas UCs nos links: http://programaarpa.gov.br e http://www.wwf.org.br/informacoes/?uNewsID=32044

* Matéria publicada no blog Observatório de UCs da WWF em 09/07/2013.

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Reta final: GT do Arpa sobre integração das comunidades do Arpa já tem propostas avaliadas

No dia 27 de junho, o grupo de trabalho de integração das comunidades do Programa Áreas Protegidas da Amazônia (Arpa) se reuniu em Brasília para avaliar as propostas de planos de ação enviados pelos órgãos gestores de Unidades de Conservação (UCs). (Clique aqui para saber mais sobre o edital de apoio do Arpa).

Ao todo, a Unidade de Coordenação do Programa Arpa (UCP) recebeu 16 propostas em resposta aos editais de Planos de Ação Sustentável (PAS) e de Planos de Ação dos Povos Indígenas (PPI) publicados em janeiro de 2013, sendo 12 propostas relacionadas à primeira categoria e 4 associadas à segunda. Na reunião, o GT listou as adequações que devem ser feitas pelos proponentes, após o que poderão começar a executar seus planos de ação já em agosto de 2013. A UCP fará o monitoramento em campo de todas essas iniciativas durante 24 meses.

Saiba mais
GT de integração das comunidades do Arpa – O grupo tem o objetivo de promover a articulação e o fortalecimento deorganizações comunitárias e comunidades beneficiárias das UCs apoiadas pelo Arpa e visa à utilização sustentável de recursos naturais nessas unidades. Para isso, prevê o financiamento de PAS direcionados a comunidades não-indígenas e de PPI. Integram o GT de integração das comunidades do Arpa representantes do Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio), da Secretaria de Extrativismo e Desenvolvimento Rural Sustentável do Ministério do Meio Ambiente (SEDR/MMA), do Instituto Natureza do Tocantins (Naturatins), do Fundo Mundial para a Natureza (WWF Brasil), da Fundação Nacional do Índio (FUNAI), do Fundo Brasileiro para a Biodiversidade (Funbio) e do Conselho Nacional das Populações Extrativistas (CNS).

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GT de comunicação do Arpa aprova ações para público interno e externo do Programa

Na última quinta-feira do mês de junho (27), o grupo de trabalho de comunicação do Arpa se reuniu em Brasília para debater o plano estratégico de comunicação do Programa. Daline Pereira (Unidade de Coordenação do Arpa – UCP), Romulo Carrijo, (Funbio), Fabiano Lopes (FVA), Luciene Assis (Ministério do Meio Ambiente), Frederico Brandão (WWF), Ana Tejima (ICMBio) e Thomas  Hagenbrock (GIZ) discutiram as propostas da nova consultora de comunicação do Arpa, a jornalista Fábia Galvão.

Para sistematizar a comunicação interna do programa entre os representantes das Unidades de Conservação (UCs), dos órgãos gestores que atuam como Pontos Focais, do Funbio e demais órgãos e instituições envolvidos no desenvolvimento do Arpa, foi definida a criação de um boletim informativo bimestral, além de um fórum virtual e de um FAQ com respostas a perguntas frequentes visando auxiliar a resolução de dúvidas operacionais junto ao Funbio e de publicações que vão facilitar a circulação de informações. Também foi aprovada a produção de novos brindes institucionais.

Com relação à divulgação do Arpa junto à sociedade civil, protagonistas de iniciativas ligadas ao meio ambiente, comunidade acadêmica, doadores e possíveis novos doadores, o grupo aprovou a dinâmica de assessoria de imprensa para trabalhar pautas sobre o Programa junto a veículos regionais e nacionais de comunicação. Concordou ainda com a ativação dos canais do Arpa nas redes sociais – Facebook, Twitter e futuramente Instagram -, com a criação de um novo folder sobre a segunda fase do Programa e com o relançamento da revista Arpa em 2014. A realização de um media training, treinamento para receber e lidar com a imprensa, com os participantes do Fórum Técnico e a produção de um banco de imagens com fotos das UCs também foram aprovadas.

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Resultados do Arpa são bem recebidos pelos doadores

Resultado positivo: na reunião da última missão de avaliação dos doadores do Programa Áreas Protegidas da Amazônia (Arpa), que aconteceu no Ministério do Meio Ambiente (MMA) em Brasília do dia 19 a 21 de junho, representantes do Banco Mundial, do banco alemão KFW e do Fundo Amazônia (BNDES) apreciaram  os resultados alcançados pelo Programa em 2012. Sérgio Carvalho, coordenador da Unidade de Coordenação do Arpa, apresentou o relatório técnico-financeiro que apontou o alcance de várias metas, como a conclusão de estudos técnicos e a consolidação de novas Unidades de Conservação.

“Pelos bons resultados obtidos até aqui, já podemos pensar em antecipar novas metas e pensar no futuro do Arpa até 2018, com perspectiva de longevidade para além desse prazo”, defendeu Adriana Moreira, gerente do projeto no Banco Mundial. Os desafios e a continuidade do Programa fizeram parte da pauta do encontro.

Acesse aqui a Ajuda-Memória da Missão de Avaliação.

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Fórum Técnico do Arpa discute desafios e perspectivas do Programa em Brasília

A primeira reunião do Fórum Técnico do Programa Áreas Protegidas da Amazônia (Arpa) de 2013 aconteceu nesta segunda (18) e terça (19) no anexo do Ministério do Meio Ambiente (MMA) em Brasília-DF. O encontro reuniu representantes dos órgãos gestores que atuam como Pontos Focais das Unidades de Conservação (UCs), do Fundo Brasileiro para a Biodiversidade (Funbio) e da Unidade de Coordenação do Arpa (UCP) para discutir resultados, desafios e perspectivas do Programa.

Representantes dos Pontos Focais do AC, MT, AM, RO, TO, PA, AP e AM e da ICMBio, Funbio e UCP estiveram presentes na reunião do Fórum Técnico do Arpa

Sérgio Carvalho, coordenador da UCP, apresentou o relatório técnico-financeiro do Arpa referente a 2012 no primeiro dia da reunião e ressaltou a importância do grupo elaborar um planejamento operacional e estratégico para o período compreendido entre 2014 e 2018. “Já concluímos com sucesso a fase I do Programa. Agora precisamos aprimorar o desempenho da fase II”, declarou o coordenador.

No segundo dia do Fórum Técnico, os representantes dos Pontos Focais apresentaram a atual situação das UCs. Equipes reduzidas, a baixa execução orçamentária, pouca oferta de capacitações e a sobrecarga de trabalho dos colaboradores foram apontadas como as questões mais urgentes do Programa.

Resoluções – Para fortalecer as UCs em âmbito estadual, o coordenador Sérgio Carvalho anunciou que estão previstas reuniões nos próximos meses junto aos governos estaduais para reforçar a importância ecológica e social do Arpa. Internamente, foram acordados procedimentos paraas solicitações de urgência na análise de prestações de contas de Unidedes ao Funbio somente deverão ser encaminhadas pelos Pontos Focais de cada Órgão Gestor.

Acesse aqui as recomendações do Fórum Técnico.