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Entrevista: Robby Ramlakhan

Robby Ramlakhan, embaixador do Suriname e secretário geral da Organização do Tratado de Cooperação Amazônica (OTCA)

Embaixador do Suriname e secretário geral da Organização do Tratado de Cooperação Amazônica (OTCA), Robby Ramlakhan é um entusiasta da soberania amazônica e da unidade entre os países que abrigam a região. Participou ativamente da oficina Sistemas Nacionais de Áreas Protegidas nos países membros da OTCA, realizada nos dias 2 e 3 de outubro em Brasília, em que representantes do Brasil, Bolívia, Colômbia, Equador, Guiana, Peru e Suriname trocaram experiências sobre a criação, sustentabilidade financeira e consolidação de áreas protegidas. Em entrevista concedida com exclusividade ao portal do Programa Áreas Protegidas (Arpa), o secretário falou sobre financiamento e as contribuições da iniciativa brasileira para outras do gênero em outros países. Confira:

Portal Arpa: Embaixador, por que a OTCA agora vai priorizar as ações de cooperação que tem a ver com o subtema de áreas protegidas?

Robby Ramlakhan – Primeiro porque está em nossa agenda estratégica. E  segundo porque é o momento para que os chanceleres dos países signatários do Tratado deem mais atenção às questões de áreas protegidas, porque podem contribuir para o desenvolvimento desses territórios e das suas populações locais. As áreas protegidas têm biodiversidade, gente morando lá e vários outros elementos que precisam de atenção. Hoje existe uma política de proteção e uso sustentável que pode contribuir para a política de desenvolvimento nacional de cada nação.

PA: Nesse sentido e no âmbito dos países membros, como você acha que a experiência do Arpa pode contribuir para o desenvolvimento de outras áreas protegidas dentro da Amazônia?

RR – O Arpa é um exemplo bem sucedido do Brasil de proteção e conservação de áreas de interesse nacional. O país tem muita experiência com esse tipo de política e pode contribuir para diminuir as assimetrias entre os países. Todos os outros países membros da OTCA têm essa política também. O Suriname, por exemplo, tem sua própria política, mas sua experiência com a situação de áreas protegidas é bem diferente da que existe no Brasil.

Debates como o desta oficina contribuem para realizar um dos objetivos do trabalho da OTCA, que é diminuir as assimetrias nos países em termos de experiências e conhecimentos sobre as áreas protegidas.

PA: Atualmente, o Arpa tem um fundo, o FAP, alimentado por doadores que garante  recursos para o Programa. Na sua opinião, como o Brasil e os outros países que integram a OTCA podem garantir esse financiamento a longo prazo?

RR – Os países não têm muitos recursos financeiros disponíveis, por isso dependemos muito das cooperações internacionais. Essa dependência é muito grande, e dessa forma não se pode falar em soberania plena da região Amazônica hoje. Por isso, os chanceleres dos países membros resolveram tomar uma decisão para diminuir a dependência financeira externa e ao mesmo tempo aumentar a nossa autonomia financeira: pleitear a criação fundos públicos. Empresas nacionais da área de extração de petróleo e mineração podem alimentar esses fundos, por exemplo. É preciso buscar fontes internas dentro dos próprios países para cobrir o déficit que existe na gestão das áreas protegidas.

PA: A OTCA já tem uma projeção de que até 2014 até 70% dos recursos venham de fontes internas.

RR – Sim, e isso tem a ver com a assinatura do contrato com o BNDES. São 12 milhões de dólares, que junto com outras cooperações brasileiras chegam para equilibrar as nossas questões financeiras. Infelizmente, ainda faltam sete países para tomarem essa decisão também. Mas a OTCA trabalhando para isso. A política de cooperação existe em e para todos os países. Já visitei a Petrobrás, a Petroperú, a Petroamazonas, a Petroecuador, a Ecopetróleo da Colômbia e outras empresas. Elas estão dispostas a contribuir, mas têm limitações legais, não podem doar diretamente para uma organização internacional. Podem sim contribuir para financiar projetos dentro dos próprios países. De qualquer maneira, acredito que esse é melhor caminho para aumentar a nossa autonomia financeira.

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Livro da IUCN mapeia boas práticas de governança de áreas protegidas em todo o mundo

Produzida pela International Union for Conservation of Nature (IUCN) em parceria com o Deutsche Gesellschaft für Internationale Zusammenarbeit (GIZ) e outras organizações, a publicação Governance of Protected Areas: From understanding to action – Volume 20 of the IUCN Best Practice in Protected Areas Guidelines Series apresenta quatro modelos de governança para áreas protegidas no mundo e boas práticas que podem ser aplicadas aos processos de avaliações e melhorias dos seus sistemas.

Divulgada pela IUCN em 12 de setembro, a publicação é dividida em duas partes: a primeira fornece uma visão geral dos quatro tipos de governança de áreas protegidas  reconhecidos pela organização, incluindo exemplos de todo o mundo, e destaca as melhores referências de acordo com ca circunstância; a segunda traz orientações práticas para países dispostos a melhorar suas áreas protegidas e Unidades de Conservação (UCs).

Faça o download gratuito de Governance of Protected Areas: From understanding to action – Volume 20 of the IUCN Best Practice in Protected Areas Guidelines Series aqui ou clicando na capa do livro:

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Conferência do Pará debate resíduos sólidos na Amazônia

Penúltima reunião estadual traz o tema de resíduos sólidos aliado à realidade local

Com o lema “Vamos cuidar da Amazônia e do Brasil” e voltada ao tema Pará e os resíduos sólidos, foi aberta, nesta quarta-feira (18/09), em Belém, a IV Conferência Estadual de Meio Ambiente. O presidente do Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio), Roberto Vizentin, representando o Ministério do Meio Ambiente, falou sobre o momento vivido pelo país, de debate e mobilização. “Só teremos a chance de enfrentar o desafio de dar um tratamento adequado aos resíduos sólidos com o envolvimento ativo de todas as partes”, afirmou.

Com esta reunião, praticamente fechou-se o ciclo das etapas preparatórias para a Conferência Nacional de Meio Ambiente (CNMA), que será realizada em Brasília, de 24 a 27 de outubro – resta apenas a definição de São Paulo. O evento discutirá a implantação da Política Nacional de Resíduos Sólidos (PNRS), que se propõe a buscar alternativas para dar uma destinação correta para o lixo urbano. “A CNMA representa um espaço democrático para definir as ações a serem realizadas, para que, de fato, a PNRS se torne uma ação de inclusão social e transformação, melhorando a qualidade de vida nas cidades e nas zonas rurais”, acrescentou Vizentin.

REALIDADE LOCAL

Sobre as peculiaridades do Pará, Vizentin lembrou que o Estado tem características climáticas e geográficas específicas, como lençol freático que influencia na escolha do local para a construção do aterro sanitário, que deve ser construído em substituição aos lixões a céu aberto, onde ocorrerá o tratamento adequado aos resíduos que não podem ser reaproveitados.

“A conferência, embora seja para discutir concretamente os problemas, desafios e soluções do tema dos resíduos sólidos, tem a ver também com o debate sobre desenvolvimento que nós queremos”, explicou o presidente do ICMBio. E propôs a reflexão de como o reaproveitamento do lixo pode ser transformado em riqueza, beneficiando os que ainda vivem numa situação de precariedade, em trodos os Estados.

INCLUSÃO SOCIAL

Os catadores de material reciclável também fazem parte do debate, já que a atuação deles está diretamente relacionada ao recolhimento e separação dos resíduos. A catadora Maria Fátima Pascoa Gomes Pinto, 85 anos, presente à abertura do evento, disse que a atividade garantiu seu sustento e da sua família, depois que ficou viúva e mudou-se para Belém.

Débora Daiane, da Cooperativa dos Catadores de Materiais Recicláveis, situada no bairro da Terra Firme, em Belém, disse que a expectativa é que a conferência seja uma porta de entrada que vai dar viabilidade e visibilidade ao trabalho dela e de seus colegas. Ela atua tanto na coleta na rua, quanto na parte administrativa da cooperativa.

A conferência está debatendo quatro eixos prioritários, dentre eles está a geração de emprego, trabalho e renda, que permite a inclusão social dos catadores na gestão integrada dos resíduos sólidos. Os outros eixos são: produção e consumo sustentável, impactos ambientais e educação ambiental.

* Matéria assinada por Tinna Oliveira e publicada no site do Ministério do Meio Ambiente em 18/09/2013

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Prêmio Campeões da Terra da ONU homenageia ministra

Atuação na área ambiental coloca Izabella Teixeira ao lado de Al Gore e Gorbatchev

A ministra do Meio Ambiente, Izabella Teixeira, é uma das vencedoras do Prêmio Campeões da Terra 2013, principal homenagem na área ambiental oferecida pela Organização das Nações Unidas (ONU). O anúncio foi feito nesta quinta-feira (12/09), em Brasília. A entrega da distinção ocorrerá em cerimônia no Museu Americano de História Natural, em Nova York, no próximo dia 18.

O prêmio é destinado a líderes de governo, da sociedade civil e do setor privado que se destacam na atuação pelo meio ambiente. Izabella Teixeira será laureada na categoria Liderança Política por, entre outras conquistas, ter desempenhado papel importante na redução do desmatamento na Amazônia e por sua atuação internacional em defesa do meio ambiente.

A ministra declarou estar honrada e surpresa com a indicação, destacando o fato de ser analista ambiental e funcionária de carreira do governo brasileiro. “Este é um prêmio que reconhece e determina que a gente faça mais”, disse. “Um prêmio que chama a atenção de que o Brasil é uma sociedade que tem condições de alcançar o desenvolvimento sustentável mais rápido do que qualquer país no mundo, não só pelas características ambientais que nós temos, mas também pelas características de um povo pacífico e de um país que todo mundo se junta. Temos condições de fazer essa transição numa velocidade mais rápida e com menos barreiras”.

NOVOS CAMINHOS

Izabella Teixeira expressou a convicção de que novos caminhos já estão sendo implantados para construir uma sociedade mais justa e um mundo melhor, um planeta mais sustentável no rumo da economia verde. Durante a cerimônia de anúncio da premiação, ela agradeceu a parceria com a diplomacia brasileira e homenageou a presença das mulheres na agenda da sustentabilidade e o sistema multilateral, por meio dos quais a agenda ambiental acabou ganhando maior destaque nos últimos anos.

O subsecretário-geral da ONU e diretor executivo do Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (PNUMA), Achim Steiner, parabenizou a ministra em carta lida durante a cerimônia, afirmando que o compromisso dela com o meio ambiente tem sido foco de sua carreira. “A ministra Izabella Teixeira tem estado no centro de alguns dos assuntos mais debatidos e transformadores do momento, desde a Rio+20 [Conferência das Nações Unidas sobre Desenvolvimento Sustentável] até a reforma da política florestal brasileira. Izabella tem feito uma abordagem baseada em princípios e pragmatismo e, ao mesmo tempo, construindo pontes para outras questões”, assinalou.

E acrescentou: “Liderança e visão são elementos essenciais na transição para uma economia verde. Esta transição está ocorrendo e ganhou um novo ímpeto com os resultados da Rio+20. Os Campeões da Terra de 2013 estão colocando em prática ações, políticas e estratégias para acelerar essas transformações. São guias para um futuro sustentável”.

O coordenador residente da ONU no Brasil, Jorge Chediek, explicou que o prêmio é um reconhecimento da atuação da política ambiental brasileira e do esforço pessoal da ministra. “Agradecemos sua contribuição para a construção de um mundo melhor, por um sistema multilateral mais forte e de uma visão do desenvolvimento centrado na dignidade das pessoas”, enfatizou.

DESTAQUE

Para a representante do PNUMA no Brasil, Denise Hamú, a iniciativa reconhece a trajetória de Izabella Teixeira não apenas como ministra, mas por toda sua carreira. “O prêmio coroa toda essa trajetória iniciada há quase 30 anos, com muita dedicação e vontade de mudar o mundo”, destacou. Também afirmou que a homenageada consegue associar muito bem a trajetória científica e acadêmica, com a possibilidade de influenciar e de gerar políticas públicas que gerem as mudanças que o Brasil precisa.

A ministra foi convidada pela Secretaria-Geral da ONU a fazer parte, entre 2010 e 2012, do Painel de Alto Nível sobre Sustentabilidade Global, que apresentou uma nova visão sobre crescimento econômico e prosperidade. Após o Brasil ter sediado a Rio+20, em 2012, com destacada atuação na preparação da conferência e na articulação para o seu documento final, foi nomeada para participar do Painel de Alto Nível do Secretariado Geral da ONU de Pessoas Eminentes para a Agenda de Desenvolvimento Pós-2015. O painel aconselha a organização na definição dos Objetivos do Desenvolvimento Sustentável e no modelo de desenvolvimento para após 2015.

HOMENAGEADOS

O Campeões da Terra é organizado pela ONU desde 2005 e promovido pelo PNUMA. A lista de homenageados inclui o ex-vice-presidente dos Estados Unidos Al Gore, o ex-líder soviético Mikhail Gorbatchev, e o presidente do Comitê Olímpico Internacional, Jacques Rogge, entre outros. Até hoje, 59 pessoas e organizações foram premiados por sua liderança, visão, inspiração e ação com o meio ambiente.

Veja mais informações sobre o prêmio aqui.

Izabella agradece: prêmio estimula a trabalhar mais

Matéria assinada por Tinna Oliveira e originalmente publicada no site do Ministério do Meio Ambiente em 13/09/2013

Notícias, Notícias das Unidades de Conservação, Outras Notícias

Avanços e desafios: 1ª reunião do Comitê Executivo revela panorama do Projeto Terra do Meio

A primeira reunião do comitê executivo do Projeto Terra do Meio aconteceu na última quinta-feira (29) e teve o objetivo de avaliar o progresso da iniciativa. O grupo também definiu a estratégia de continuidade do projeto, que inclui ações prioritárias voltadas à consolidação das Unidades de Conservação (UCs) da região e a execução de um plano de comunicação. O encontro aconteceu em Brasília (DF) e foi mediado pelo coordenador do Projeto, Sergio Carvalho.

Para Roberto Cavalcanti, Secretário de Biodiversidade e Florestas do Ministério do Meio Ambiente, é  fundamental fortalecer os Arranjos Produtivos Locais (APLs) que já existem nas UCs da Terra do Meio. “Os problemas e as oportunidades mudam. Os conceitos de gestão adaptativa e manejo adaptativo precisam estar no centro desse Projeto”, defendeu o secretário, depois de ressaltar os dois maiores objetivos do Projeto: “devemos ter como foco a consolidação das UCs  e o fortalecimento dos APLs”.

Comitê Executivo do Projeto reunido em Brasília (DF) para discutir os avanços e desafios do Projeto. Foto: Fábia Galvão

Danielle Calandino, gerente do projeto no Fundo Brasileiro para a Biodiversidade (Funbio), apresentou a execução financeira das UCs da Terra do Meio, entre janeiro de 2012 a julho de 2013. Nesse período, foram gastos 508 mil euros da primeira parcela liberada pela União Europeia que, até outubro de 2014, vai disponibilizar um total de 6.985.000 euros.

A interlocutora do Funbio também apresentou o plano de comunicação do Terra do Meio, que tem como objetivos difundir o Projeto nacional e internacionalmente, comunicar o apoio da União Europeia à iniciativa e apoiar atividades das UCs que precisam de comunicação e engajamento. “Fazem parte do plano ações que dêem visibilidade à Terra do Meio, estabeleçam canais de comunicação, apoiem o calendário de eventos do projeto, promovam a comunicação interna e forneçam orientação para a produção de materiais institucionais e a aplicação das logomarcas de patrocinadores e apoiadores”, explicou Danielle Calandino.

Avanços em campo


Caio Pamplona, coordenador geral de criação e manejo do ICMBio, relatou os resultados da revisão do planejamento das Unidades, que otimizou a contratação de consultorias e estabeleceu níveis de execução para ações como: demarcação, sinalização e obras. Caio também apresentou um cronograma com propostas de execução, que prevê a aquisição de equipamentos e a contratação de consultorias para o trimestre que começa em setembro de 2013 a vai até o fim do projeto, outubro de 2014.

Joyce Lameira, representante da Secretaria de Estado de Meio Ambiente do Estado do Pará (SEMA/PA) apresentou dados sobre a consolidação das UCs da região. A técnica falou sobre os avanços destacando a formação de conselhos, questões de infraestrutura e planos de manejo das UCs: Flota do Iriri e APA Triunfo do Xingu. “O projeto Terra do Meio alavancou essas áreas”, afirmou Joyce.

Diante dos resultados apresentados, a representante da Delegação da União Europeia (UE), Cristina Carvalho, constatou o avanço do projeto e declarou a satisfação dessa representação. “Queremos deixar um legado que faça a diferença na região da Terra do Meio”, declarou Cristina. A gestora de projetos explicou que vão haver mudanças na cooperação bilateral entre a UE e o Brasil em 2014, mas a previsão de recursos para iniciativas na área ambiental no país continua. “O Ministério do Meio Ambiente é o que mais apresenta propostas e recebe recursos dentro da iniciativa dos Diálogos Setoriais, e isso vai continuar”, concluiu.

Durante o encontro, o comitê executivo do Terra do Meio também definiu as próximas reuniões do grupo. Acompanhe as novidades do Projeto no site do Programa Áreas Protegidas da Amazônia (Arpa).

Saiba mais


Projeto Terra do Meio


Desenvolvido entre janeiro de 2012 e outubro de 2014, o Projeto Terra do Meio tem a missão de contribuir com a redução do desmatamento e com a conservação da biodiversidade da região Amazônica a partir do apoio à consolidação de 11 (onze) Unidades de Conservação na região denominada Terra do Meio. Localizada na porção central do sul do estado do Pará, a região sofre com três grandes frentes de pressão antrópica: a rodovia Altamira-Itaituba ao norte; a rodovia Cuiabá-Santarém a oeste; e a mais exposta fronteira agrícola do bioma Amazônico ao sudeste. O mosaico é parte de um vasto território de áreas protegidas contíguas, que abrange 28 milhões de hectares, e que faz da região o 2º maior corredor de biodiversidade do Brasil.

Notícias, Outras Notícias

INPA inicia seleção para o curso de Gestão de Áreas Protegidas da Amazônia (MPGAP)

Estão abertas, desde quarta-feira (22 de maio), as inscrições para o curso de Gestão de Áreas Protegidas da Amazônia (MPGAP).

O edital do MPGAP, com o apoio da Universidade de Cooperação Internacional da Costa Rica, se destina ao ingresso de 20 candidatos em 2013. As inscrições podem ser realizadas até 28 de junho. Confira o edital:

https://docs.google.com/viewer?url=http%3A%2F%2Fwww.inpa.gov.br%2Farquivos%2Fedital_MPGAP_2013.pdf

 

Notícias, Outras Notícias

VI Seminário Brasileiro sobre Áreas Protegidas e Proteção Integral

No período de 15 a 20 de setembro de 2013, o Programa de Pós-Graduação em Geografia da Universidade Federal de Minas Gerais promoverá o VI SAPIS – Seminário sobre Áreas Protegidas e Inclusão Social. O evento será realizado na UFMG, localizada em Belo Horizonte, Minas Gerais, e terá como tema central “Áreas Protegidas e Inclusão Social: Cultura(s) e Transformações Territoriais na América Latina”, que nortearão as temáticas debatidas nas mesas redondas e sessões de apresentação de trabalhos.

Para maiores informações, clique no cartaz do evento ou na circular sobre o seminário logo abaixo.

 

CARTAZ SAPIS 2013

 

 

 

 

Notícias, Outras Notícias

FAO: Convocatoria Cursos 2013

Áreas Protegidas y Cambio Climático en América Latina

El curso analiza la importancia del cambio climático, su efecto en las áreas protegidas de los diferentes ecosistemas de América Latina; y en la urgencia que tienen las actividades de adaptación y mitigación.

  • Inicio y término del curso: Lunes 29 de abril de 2013 – Viernes 28 de junio de 2013
    9 semanas
  • Postulaciones:  Hasta el miércoles 20 de marzo de 2013
  • Vacantes: 60
  • Valor matrícula: US$ 200 – US$ 180 en convenio

Más información: http://www.rlc.fao.org/es/capacitacion/nucleo/cursos/virtual/apc201304/

 

Metodología de casos ejemplares para el fortalecimiento de políticas y programas de manejo forestal sostenible en América Latina y el Caribe

Mediante el análisis de casos ejemplares en diferentes contextos de la región, este curso provee elementos que permiten ampliar los conocimientos, generar criterios y mejorar las condiciones técnicas, de gestión e institucionales en el análisis y seguimiento de estrategias y planes de manejo forestal sostenible, dentro del marco de las políticas públicas de desarrollo rural sostenible.

  • Inicio y término del curso: Lunes 29 de abril de 2013 – Viernes 19 de julio de 2013
    12 semanas
  • Postulaciones: Hasta el miércoles 20 de marzo de 2013
  • Vacantes: 60
  • Valor matrícula: US$ 200 – US$ 180 en convenio

Más información: http://www.rlc.fao.org/es/capacitacion/nucleo/cursos/virtual/cef201304

Monitoreo Evaluativo de Proyectos usando los Enfoques de Gestión por Resultados (EGR) y de Marco Lógico (EML) mediante el SIMER

Este curso revisa los procesos de diseño, monitoreo y evaluación de los proyectos, en términos conceptuales y prácticos para desarrollar habilidades concretas de monitoreo evaluativo por resultados, aplicando la metodología del Sistema de Monitoreo Evaluativo por Resultados de Proyectos (SIMER), desarrollada por FAO en la región.

  • Inicio y término del curso: Lunes 29 de abril de 2013 – Viernes 28 de junio de 2013
    9 semanas
  • Postulaciones: Hasta el miércoles 20 de marzo de 2013
  • Vacantes: 60
  • Valor matrícula: US$ 300 – US$ 200 en convenio

Más información: http://www.rlc.fao.org/es/capacitacion/nucleo/cursos/virtual/myes201304/

Notícias, Outras Notícias

Caixa realiza seleção de projetos socioambientais

Investimentos do Fundo Socioambiental CAIXA chegam a R$ 3,6 milhões

A Caixa Econômica Federal inicia, nesta terça-feira (12), as inscrições para selecionar projetos sustentáveis, que receberão recursos do Fundo Socioambiental Caixa (FSA). Serão escolhidas 30 iniciativas, em todas as regiões do Brasil, que tenham como público-alvo comunidades em situação de vulnerabilidade socioambiental. Os investimentos chegam a R$3,6 milhões.

A seleção é realizada por meio de Chamada Pública e as iniciativas são avaliadas de acordo com critérios objetivos previstos no regulamento. Os projetos deverão ser desenvolvidos com foco em Geração de Trabalho e Renda, de modo a promover a autonomia financeira das comunidades atendidas. Serão priorizados projetos desenvolvidos em empreendimentos do Programa Minha Casa Minha Vida, cujo grupo beneficiário apresente renda familiar de até 3 (três) salários mínimos.

As iniciativas deverão ser desenvolvidas no prazo de dois anos e o investimento será de no máximo R$120.000,00 (cento e vinte mil reais) por projeto. As ações devem estar focadas em: empreendedorismo de adolescentes (acima de 14 anos) e adultos; combate à violência e exploração sexual de adolescentes e adultos; e associativismo.

Podem se inscrever entidades civis sem fins lucrativos, de interesse público, com caráter socioambiental. A inscrição é gratuita, devendo ser realizada no período de 12 de junho a 20 de julho de 2012. O regulamento 001/2012 está disponível no endereço eletrônico www.caixa.gov.br Downloads > Fundo Socioambiental > Chamada Pública 001/2012.

O acompanhamento dos projetos será realizado pelas superintendências regionais da CAIXA, de forma a garantir que o apoio do Fundo Socioambiental CAIXA represente um avanço do compromisso do banco com a transformação social do país, fortalecendo a cidadania e a sustentabilidade econômica e socioambiental.

Fundo Socioambiental:

O Programa CAIXA Objetivos do Milênio vem criando, desde 2006, oportunidades nas áreas de educação e geração de trabalho e renda. A partir de 2010, com a instituição do Fundo Socioambiental, que destina recursos correspondentes a até 2% do lucro anual do banco, para apoio a projetos socioambientais, a CAIXA tem fortalecido e ampliado seu papel na promoção da cidadania e da sustentabilidade econômica e socioambiental no país.

12/06/2012

Assessoria de Imprensa da CAIXA

(61) 3206-6051/9895

Notícias, Outras Notícias

Oportunidades para financiamento de projetos

O US Fish and Wildlife Service aceita até o próximo dia 1º de maio propostas de projetos de conservação da biodiversidade em duas linhas: Populações de anfíbios em declínio e Animais criticamente ameaçados. As espécies devem estar listadas como criticamente ameaçadas ou ameaçadas segundo os critérios da IUCN. Espécies com insuficiência de dados também podem ser abordadas caso se comprove a necessidade de ações de conservação. As propostas podem ainda envolver espécies categorizadas como extintas caso se almeje a sua reintrodução.

Maiores informações podem ser obtidas em www.fws.gov/international/DIC/global/amphibians.html e www.fws.gov/international/DIC/global/critically_endangered_animals_conservationfund.html.

Já o Fundo de Pequenos Projetos da Convenção de Ramsar aceita até o próximo dia 30 de abril pré-projetos que auxiliem países em desenvolvimento a implementar a convenção e fortalecer a conservação e o uso racional dos recursos de áreas úmidas que apresentem acentuada dimensão humana e social. Outras informações podem ser encontradas em www.ramsar.org/cda/en/ramsar-activities-grants-rsgf/main/ramsar/1-63-68-159_4000_0__.