Notícias, Notícias dos Parceiros do Arpa, Notícias sobre o Arpa

Arpa contrata produção de catavento para o PARNA do Cabo Orange (AP)

O Programa Áreas Protegidas da Amazônia (ARPA), maior iniciativa de proteção de florestas tropicais do mundo, tem como objetivo a expansão e fortalecimento do Sistema Nacional de Unidades de Conservação (SNUC) na Amazônia, a partir da proteção de 60 milhões de hectares na Amazônia – 12% da região, assegurando recursos financeiros para a gestão destas áreas e contribuindo para o desenvolvimento sustentável regional.

Criado em 2002, é coordenado pelo Ministério do Meio Ambiente (MMA) e financiado com recursos do Global Environment Facility (GEF)/Banco Mundial, do governo da Alemanha/KfW, do Fundo AmazôniaBNDES, WWF-Brasil e setor empresarial (Natura e O Boticário), além de contrapartida do Governo Federal e governos estaduais.

O Fundo Brasileiro para biodiversidade (FUNBIO) é a instituição responsável pelo gerenciamento dos recursos financeiros, e pelas atividades de aquisições e contratações para as unidades de conservação (UCs).

São 95 UCs beneficiadas pelo programa para atividades de integração com as comunidades de entorno, formação de conselhos, elaboração de planos de manejo, levantamentos fundiários, sinalização da unidade, fiscalização e outras ações necessárias à sua consolidação.

Com esse objetivo, convidamos empresas interessadas a manifestarem interesse para o fornecimento, entrega e instalação na base do Parque Nacional do Cabo Orange em Taperebá – Amapá um catavento para bombeamento de água.

As manifestações de interesse deverão ser enviadas para maria.bernadette@funbio.org.br até o prazo de 21/09/2015.

Anexos à manifestação deverão ser enviados um pequeno portfolio e o CNPJ da empresa.

O processo será conduzido de acordo com os Procedimentos Operacionais de Compras e Contratações que se encontra no site do Funbio na seção “compras e contratações”.

* Matéria publicada no site do Funbio em 14/09/2015

Notícias, Notícias das Unidades de Conservação

Anavilhanas (AM) promove estudo sobre botos

Dados serão úteis no ordenamento do turismo no parque

© Todos os direitos reservados. Foto: Larissa Jardim

O Parque Nacional de Anavilhanas, gerido pelo Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade, no Amazonas, iniciou o inventário de duas espécies de cetáceos que ocorrem na unidade de conservação: o boto-vermelho (Inia geoffrensis) e o boto-tucuxi (Sotalia fluviatilis). O objetivo é coletar informações populacionais sobre esses animais.

Segundo Marcelo Vidal, analista ambiental do ICMBio e coordenador do projeto Pesquisa e manejo do turismo interativo com botos no Parque Nacional de Anavilhanas, o inventário vai gerar importantes informações para o ordenamento da atividade turística com esses animais na unidade de conservação.

“Em julho iniciamos as atividades do inventário de cetáceos por meio de duas metodologias bastante conhecidas, os transectos lineares e os pontos fixos. Nosso interesse é estimar quantos botos-vermelhos e botos-tucuxis estão presentes no parque e saber como estas espécies estão utilizando os diferentes ambientes, como lagos, igarapés, canais principais dos rios, entre outros”, afirma Vidal.

Ainda segundo ele, o levantamento dessas informações permitirá estabelecer roteiros aquáticos para observação de cetáceos em Anavilhanas sem o oferecimento de alimentação artificial, que hoje é o modelo de turismo desenvolvido na unidade de conservação.

A primeira etapa do inventário, realizado na segunda quinzena de julho, época de cheia do rio Negro, contou com a colaboração voluntária de uma bióloga e de uma estudante de Ciências Biológicas, ambas do estado de São Paulo.

Como resultado, foram registrados 85 avistamentos de cetáceos, sendo 25 de boto-vermelho e 60 de boto-tucuxi. A intenção agora é realizar outras três etapas do inventário, cada uma delas em diferentes fases do ciclo hidrológico: vazante, seca e enchente.

A chefe do Parque Nacional de Anavilhanas, Priscila Santos, diz que os resultados do inventário poderão ainda ser utilizados no ordenamento do uso público da unidade de conservação. “Dependendo da forma de uso dos cetáceos em cada área, podemos trabalhar na proposição de zonas aquáticas de diferentes intensidades de uso, como, por exemplo, áreas usadas pelos cetáceos para descanso não serem utilizadas em atividades turísticas embarcadas”.

As ações do projeto Pesquisa e manejo do turismo interativo com botos no Parque Nacional de Anavilhanas envolvem parcerias com a Universidade Federal do Amazonas, Flutuante dos Botos, Instituto Dharma, Centro Nacional de Pesquisa e Conservação da Biodiversidade Amazônica e conta com recursos do programa Áreas Protegidas da Amazônia (Arpa) e da Diretoria de Pesquisa, Avaliação e Monitoramento da Biodiversidade (Dibio) do ICMBio.

* Matéria publicada em 10/09/2015 pelo ICMBio

Notícias, Notícias das Unidades de Conservação, Notícias sobre o Arpa

Oito UCs da Amazônia que você tem que conhecer

Hoje é o Dia da Amazônia. Dia do bioma com a maior biodiversidade do mundo em números absolutos. Para comemorar selecionamos oito Unidades de Conservação incríveis da Amazônia:

Parque Nacional Montanhas do Tumucumaque (AP) *

© Todos os direitos reservados. Fotos: Leonardo Milano

 

Parque Nacional do Jaú (AM) *

© Todos os direitos reservados. Foto: Priscila Forone

 

Reserva Extrativista Rio Unini (AM) *

© Todos os direitos reservados. Foto: Josãngela Jesus

 

Parque Nacional do Viruá (RR) *

© Todos os direitos reservados. Foto: Nelson Yoneda

 

Parque Nacional de Anavilhanas (AM) *

© Todos os direitos reservados. Foto: Leonardo Milano

 

Floresta Nacional do Amapá (AP)

© Todos os direitos reservados. Foto: Tainah Corrêa Seabra

 

Parna Nacional do Monte Roraima (RR)

© Todos os direitos reservados. Foto: Taylor Nunes

 

Floresta Nacional do Tapajós (PA)

© Todos os direitos reservados. Foto: Leonardo Milano

 

* Unidades de Conservação apoiadas pelo Programa ArpaSelo-Arpa1

 

 

 

 ** Matéria publicada em 05/09/2015 pelo ICMBio

Notícias, Notícias das Unidades de Conservação

Reserva Extrativista Chico Mendes (AC) promove expedição para planejar o monitoramento e registrar sua biodiversidade

camisaDe 17 a 22 de agosto, gestores da Reserva Extrativista (Resex) Chico Mendes (AC), lideranças comunitárias da região, representantes do comando Florestal e do Exército Brasileiro participaram de uma expedição no interior da Unidade de Conservação (UC).  A viagem, que aconteceu pelo ramal do Icuriã e seguiu até a margem do Rio Iaco,  teve como objetivo identificar a área para instalação de parcelas permanentes, ferramentas que possibilitarão o monitoramento da biodiversidade na área protegida.

rioDurante a expedição, também foi gravado um documentário sobre a vida amazônica, que retratou as principais cadeias produtivas da região e questões relativas à saúde e educação das populações locais. A produção audiovisual teve a participação de seringueiros, pescadores, ribeirinhos e outros moradores da região. Para o cineasta Guillermo Planel,  as gravações evidenciaram o trabalho de preservação da mata e das comunidades que residem nela. “O trabalho desenvolvido na Resex Chico Mendes é de uma importância vital não apenas para o Acre e para o Brasil, mas principalmente para o mundo”, declarou o diretor.

exércitoOs especialistas que participaram da viagem identificaram florestas de terra firme e de várzea. Essas áreas estão totalmente preservadas e abrigam várias espécies de mamíferos, a exemplo da Anta (Tapirus terrestris). Já o Exército Brasileiro realizou um trabalho de monitoramento na área visitada. E um sobrevoo de 7 horas pelas zonas primitivas revelou grande extensão de floresta preservada da UC, além de viabilizar o registro de imagens atualizadas da região.

Texto: Silvana Souza

Fotos: Fernando França

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3ª turma do curso de Geoprocessamento com QGIS do ICMBio tem 11 vagas para colaboradores do Arpa

Por Fábia Galvão

A terceira turma do Curso de Geoprocessamento com QGIS do Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio) recebe inscrições até 10 de setembro. Os participantes serão habilitados a operar ferramentas de geoprocessamento para a construção de produtos que subsidiem os processos de gestão do instituto por meio do software QGIS. Das 20 vagas disponíveis, 11 serão destinadas a servidores do Instituto alocados em Unidades de Conservação (UCs) apoiadas pelo Arpa e servidores estaduais e parceiros do Programa.

O curso será realizado presencialmente, de 5 a 9 de outubro, na Academia Nacional da Biodiversidade (ACADEBio), em Iperó (SP). Após o primeiro módulo, acontece a etapa a distância até 30 de outubro. O resultado da seleção será divulgado no portal CGGP dia 15 de setembro.

Além de preencher o formulário de inscrição, candidatos ligados ao Programa Arpa devem enviar para nicolle.muller@icmbio.gov.br a carta de autorização ou documento assinado emitido pela chefia imediata odo candidato e a solicitação de viagem preenchida. Outras informações sobre o processo seletivo podem ser conferidas no edital referente ao curso.

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Fórum Técnico e Comissão de Gestores do Arpa organizam encontro no VIII CBUC e discutem a celeridade da execução do Programa

Por Fábia Galvão

Nesta quarta-feira (2), representantes do Fórum Técnico e da Comissão de Gestores do Arpa estiveram reunidos em Brasília (DF) para discutir os detalhes do próximo encontro de gestores e os desdobramentos da oficina de aceleração da execução do Programa, que aconteceu em junho de 2015.

O encontro de gestores acontecerá nos dias 20 e 21 de setembro,  em Curitiba (PR), antes da abertura do VIII Congresso Brasileiro de Unidades de Conservação (CBUC). O evento terá a participação de gestores do Arpa e vai discutir mudanças climáticas, mobilização da sociedade, proteção em reservas particulares, reintrodução de espécies e negócios e biodiversidade. Por esse motivo, a Unidade de Coordenação do Programa (UCP) optou por realizar o encontro de gestores próximo ao VIII CBUC.

20150902_094448Thiago Barros, coordenador do Arpa, apresentou a proposta de programação para o encontro de gestores, que inclui: uma contextualização sobre o estágio de implementação do Programa, seu resultados e desafios; Trocas de experiências que já aconteceram nos últimos 13 anos e debates sobre como melhorar a execução da iniciativa; discussões sobre a transição da Fase II pra Fase III  do Programa; Compartilhamento sobre os resultados da avaliação externa do Arpa; Uma avaliação sobre o protocolo que deve ser adotado para o monitoramento da biodiversidade; e a abertura do processo eleitoral para a nova Comissão de Gestores.

Sobre os encaminhamentos da oficina de aceleração da execução do Programa, Fernanda Marques falou sobre como o Fundo Brasileiro para a Biodiversidade (Funbio), órgão gestor financeiro do Arpa, está sistematizando um cadastro de fornecedores locais para facilitar as contratações. “O apoio de gestores e pontos focais na indicação e no contato com esses profissionais é fundamental”, ressaltou a representante do Funbio. Para estarem aptos a participar desse cadastro, Fernanda explicou que os fornecedores precisam emitir nota fiscal, possuir seguro e serem confiáveis, já que até 80% dos valores do bem podem ser pagos adiantadamente.

Outras iniciativas têm sido avaliadas pelo Funbio para dar celeridade à execução do Arpa, como a adoção do termo de doação guarda-chuva, que reúne várias demandas numa mesma solicitação, e o encaminhamento desses termos diretamente aos pontos focais e não mais aos secretários e presidentes dos órgãos gestores do Programa. O Funbio também já está fazendo os levantamentos de valores médios pra contratação de serviços e consultorias, e de valores indicativos para a aquisição de bens, que vão auxiliar a elaboração do Plano Operacional Anual (POA) 2016/2017 do Arpa.

Participaram da reunião do Fórum Técnico e da Comissão de Gestores do Programa Arpa representantes do Ministério do Meio Ambiente (MMA), UCP, Funbio, Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio), Instituto Natureza do Tocantins (Naturatins), Instituto de Desenvolvimento Florestal e da Biodiversidade (Ideflor-Bio – PA) e das Secretarias do Meio Ambiente dos estados  de Rondônia, Amazonas e Amapá.

Notícias, Notícias das Unidades de Conservação

Operação combate ilícitos ambientais no Amazonas

Ação reuniu agentes de três unidades de conservação, Ibama e PM

 © Todos os direitos reservados. Foto: Acervo ICMBio

Oito autos de infração, totalizando R$ 190 mil em multas, e a apreensão de um barco, um motor, carne de caça, 361 quelônios (animais com casco), sendo 360 tracajás (Podocnemis unifilis) e um irapuca (Podocnemis erythrocephala).

Selo-Arpa1Esse foi o saldo da operação de fiscalização, concluída na semana passada, pelas unidades de conservação (UCs) pertencentes ao Núcleo de Gestão Integrada de Novo Airão (Parque Nacional de Anavilhanas, Parque Nacional do Jaú e Reserva Extrativista do Rio Unini), no Amazonas.

A operação, que ocorreu entre os dias 11 e 22 de agosto, foi realizada em conjunto com o Ibama e o Batalhão de Policiamento Ambiental (BPAmb) da Polícia Militar do Amazonas.

Os quelônios apreendidos foram capturados no rio Jaú, no interior do parque e seriam vendidos a receptadores em Novo Airão. Os animais foram soltos no rio.

Três “tartarugueiros”, como são conhecidos os traficantes de quelônios, foram detidos e conduzidos à Polícia Federal, em Manaus (AM).

Segundo Henrique Salazar, do Parque Nacional de Anavilhanas, a operação conseguiu inibir, ainda que temporariamente, ilícitos ambientais comuns na região do baixo Rio Negro, tendo sido considerada exitosa pela equipe.

* Matéria publicada em 31/08/2015 pelo ICMBio

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Seleção de especialistas para o Painel Científico de Aconselhamento do Arpa é prorrogada

Candidaturas serão aceitas até 9 de setembro

Por Fábia Galvão

Logomarca Programa ArpaEspecialistas em mudanças climáticas
, aspectos socioambientais e efetividade de gestão de áreas protegidas poderão se candidatar até 9 de setembro ao Painel Científico de Aconselhamento (PCA) do Programa Arpa. O mandato é de dois anos e os trabalhos têm caráter voluntário e colaborativo. O edital que prorroga o prazo de recebimento das candidaturas pode ser consultado aqui.

O PCA do Arpa tem cinco especialistas em sua composição e é uma instância consultiva do Programa. O grupo fornece embasamento científico e orienta a tomada de decisão da Unidade de Coordenação do Programa (UCP) em relação a temas ligados à biodiversidade, mudanças climáticas, aspectos socioambientais, valoração ambiental e efetividade de gestão de áreas protegidas.

Quando convocados, os membros do PCA recebem diárias e passagens para participarem das reuniões do Painel, realizadas preferencialmente em Brasília (DF). Embora as atividades de aconselhamento dos especialistas não sejam remuneradas, são oportunidades de colaborar com o maior programa de conservação de florestas tropicais do planeta.

Interessados em integrar o PCA do Arpa devem enviar seu currículo editado na plataforma Lattes para o e-mail arpa_ucp@mma.gov.br, indicando no campo “Assunto” em qual dos temas é especialista, seguindo o formato “PCA_especialista_em________”. O resultado da seleção será divulgado site www.programaarpa.gov.br a após deliberação do Comitê do Programa.

Saiba mais sobre o PCA do Programa Arpa

 

 

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Curso de ética pública aplicada à gestão: participe

Até 7 de setembro, estão abertas para o Curso de Ética Pública Aplicada à Gestão. Promovida pelo Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio), a formação tem o objetivo de promover a cultura da boa conduta ética no âmbito da gestão pública. Das 25 vagas, 10 são destinadas a servidores que atuam no Arpa e parceiros e colaboradores do Programa.

O curso é presencial e acontece de 6 a 8 de outubro na Academia Nacional da Biodiversidade (ACADEBio), em Iperó (SP). As inscrições devem ser feitas por meio deste formulário e candidatos ligados ao Arpa devem ter um email enviado para capacitacaodoarpa@mma.gov.br pelo ponto focal do seu órgão gestor com a indicação. Outras informações podem ser conferidas no edital publicado.

 Texto: Fábia Galvão

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Arpa vai apoiar mais 6 Unidades de Conservação

Maior programa de conservação de florestas tropicais do planeta chega a 59,2 milhões de hectares de áreas protegidas na Amazônia

Por Fábia Galvão

20150824_094606Nesta segunda-feira (24),  o Comitê do Programa Arpa aprovou a adesão de seis Unidades de Conservação (UCs) à sua rede. Com a inclusão das novas áreas protegidas, a iniciativa passa a proteger 111 UCs e uma área total de 59,2 milhões de hectares, que correspondem a 98,6% da meta: a conservação de 60 milhões de hectares da Amazônia.

As novas UCs do Arpa encontram-se no Pará (Reserva Extrativista (Resex) Marinha Cuinarana, Resex Marinha Mestre Lucindo e Resex Marinha Mocapajuba), Amazonas (Estação Ecológica (ESEC) Jutaí Solimões e Reserva de Desenvolvimento Sustentável (RDS) Matupiri) e Rondônia (Resex do Rio Pacaas Novos). Outras três UCs tiveram sua criação pré-aprovada pelo Comitê e aguardam o parecer técnico da Unidade de Coordenação do Programa (UCP).

Compromisso governamental

A seleção das Unidades de Conservação acontece após a publicação do Decreto nº 8.505, de 20 de agosto de 2015, que destaca e afirma o compromisso do governo federal com o Programa segundo o coordenador do Arpa,Thiago Barros. “O texto amplia o escopo das atividades de manutenção das UCs de usos sustentável. Também explicita que a União vai desenvolver mecanismos e planejar o aporte de recursos para atender às necessidades de implementação das UCs federais que integram o Programa”, explica o gestor.

O Decreto 8.505/2015 também altera a composição do comitê do Programa, que passará a ser composto por representantes dos Ministérios do Meio Ambiente (MMA), Planejamento Orçamento e Gestão (MP) e Fazenda (MF), do Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio), órgãos gestores estaduais, doadores privados e sociedade civil.

Thiago Barros lembrou que o MMA poderá designar outros representantes do governo federal pra integrar esse comitê, de modo a assegurar a transparência e o controle social do Programa. O Decreto entrará em vigor no dia 20 de novembro de 2015, e segundo o coordenador do Arpa “reforma o Programa e  corrige falhas do Decreto 4.326/2002”, que criou a iniciativa.