Notícias, Notícias sobre o Arpa

Curso de conteúdo, tutoria e administração da plataforma moodle tem vagas para o Arpa

Ao todo, 10 Vagas são destinadas a gestores envolvidos em estratégias de Educação à distância no Programa Arpa. Interessados podem acessar o formulário de inscrição até 26 de novembro aqui. O curso tem uma carga horária de 40 horas, sendo 16h a distância e 24h presenciais. Confira outros detalhes e condições de participação clicando na imagem abaixo:

Notícias, Outras Notícias

ISA lança mapa Amazônia Brasileira 2014 no Congresso Mundial de Parques

Lançado na tarde do dia 13/11, o Mapa Amazônia Brasileira 2014, editado desde 2004,é uma reedição atualizada de um estudo sistemático que o Programa Monitoramento de Áreas Protegidas do Instituto Socioambiental executa historicamente há mais de 20 anos.

Atualmente a Amazônia Brasileira conta com 315 Unidades de Conservação federais e estaduais e as 420 Terras Indígenas (reconhecidas, homologadas ou em processo de reconhecimento), resultado da constante luta pelos direitos dos povos, pela justiça socioambiental e pela conservação da biodiversidade, que somam 204.416.393 hectares, ou seja, aproximadamente 40% da Amazônia Legal Brasileira.

Esses territórios garantem o direito à reprodução cultural e modos de vida de mais de 173 diferentes povos indígenas e diversas comunidades tradicionais, contribuindo na conservação da biodiversidade e dos processos ecossistêmicos, na manutenção das condições climáticas em micro e macro escala e na salvaguarda dos cursos d’água, muitos dos quais abastecem a maioria da população brasileira que habita os grandes centros urbanos.

A Amazônia Legal Brasileira possui uma extensão de mais de 500 milhões de hectares e engloba todo o bioma Amazônico, 37% do bioma Cerrado e 40% do bioma Pantanal, representando aproximadamente 60% do território brasileiro e, segundo o Censo 2010, quase 25 milhões de habitantes, dentre os quais mais de 433 mil indígenas e diversas comunidades extrativistas tradicionais, dentre elas seringueiros, castanheiros, pescadores artesanais e quebradeiras de coco de babaçu.

As Terras Indígenas (TI) e as Unidades de Conservação (UC) na Amazônia Brasileira enfrentam muitos desafios: a expansão da fronteira agropecuária, a mineração, a exploração de madeira ilegais e as grandes obras de infraestrutura nos projetos de governo, como estradas e hidrelétricas.


Desmatamento na Amazôn
ia

De acordo com dados do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe/Prodes 2014) analisados em relação aos limites das UCs e TIs produzidos pelo ISA, 148.345.913 hectares dessas unidades correspondem originalmente a formações florestais, o que corresponde a 72,5% da extensão total das 270 UCs (não foram consideradas as 46 UCs da categoria APA) e 420 TIs na Amazônia Brasileira (a metodologia monitora apenas as formações florestais excluindo-se as formações não florestais, corpos d’água e áreas não mapeadas por estarem cobertas por nuvens).

Enquanto as TIs e UCs apresentam desmatamento florestal acumulado de 2% em seus limites, o que representa 3,9% do total observado na Amazônia Brasileira, o restante, do desmatamento (96,1%), ocorreu em propriedades particulares e terras públicas fora das UCs e Tis. Isso as coloca como ponto fundamental na estratégia de contenção do desmatamento na Amazônia e na viabilização de um modelo de desenvolvimento regional justo, que contemple os diferentes modos de vida e apropriação do território, como alternativa ao modelo predatório desenvolvimentista.

Veja aqui a versão em português e em inglês do mapa. Os mapas também estão à venda na loja do ISA. Versão em português e versão em inglês.

Com mais de 5 mil inscritos e 160 países representados, o evento internacional que vai de 12 a 19 de novembro, teve como destaque os povos do Pacífico, que chegaram de canoa à Baía de Sydney, no dia da abertura, após viagem de quatro semanas. Saiba mais sobre o Congresso Mundial de Parques 2014: http://worldparkscongress.org/

Para saber mais sobre Unidades de Conservação e Terras Indígenas na Amazônia Brasileira consulte os sites especializados do ISA: http://uc.socioambiental.org, http://ti.socioambiental.org e http://pib.socioambiental.org

* Matéria publicada em 17/11/2014 no site do ISA.

Notícias, Notícias das Unidades de Conservação, Notícias sobre o Arpa

Programa Arpa será apresentado em congresso na Austrália

Detalhes do Programa Arpa, considerado a maior iniciativa de conservação de florestas tropicais do mundo, serão apresentados no Congresso Mundial de Parques

A iniciativa “Arpa para a Vida – Compromisso com a Amazônia”, uma experiência inovadora e destinada a garantir a sustentabilidade das áreas protegidas naquela parte do Brasil, será apresentada no sábado, 18/11, aos cerca de cinco mil participantes do Congresso Mundial de Parques 2014, que acontece em Sydney, Austrália.

O evento é organizado a cada dez anos pela União Internacional para a Conservação da Natureza (UICN) e reúne especialistas de todo o mundo para discutir a situação das áreas protegidas existentes ao redor do planeta.

Com o tema “Parques, pessoas e planeta: inspirando soluções”, o Congresso terá, até o dia 19/11, a participação de representantes de 168 países. O objetivo é reunir pesquisadores e cientistas de todo o mundo para compartilhar conhecimentos e inovação, além de definir uma agenda voltada à conservação de áreas protegidas para a próxima década.

CONSOLIDAÇÃO

Nesse ponto, o Programa de Áreas Protegidas da Amazônia (Arpa) é apontado como o melhor e mais bem-sucedido exemplo do planeta, dez anos após sua criação, pois é referência mundial na gestão de áreas protegidas.

O Programa Arpa, coordenado pelo Ministério do Meio Ambiente (MMA), é considerado a maior iniciativa de conservação de florestas tropicais do mundo, com mais de 60 milhões de hectares protegidos.

No Congresso Mundial de Parques da Austrália, o diretor de Departamento de Áreas Protegidas do MMA, Sérgio Collaço, apresentará detalhes do Programa Arpa, que acaba de entrar na sua terceira fase. Esta nova etapa do Programa, com prazo de duração de 25 anos, terá como meta consolidar os 60 milhões de hectares de Unidades de Conservação (UCs) no bioma Amazônia, nos âmbitos federal e estadual.

O Arpa apoiará, também, o desenvolvimento de estudos destinados a fomentar a criação de outras UCs. O Programa terá como fontes os recursos ordinários do MMA, de suas entidades vinculadas, os aportes feitos pelos governos estaduais e as alocações provenientes de doações de instituições privadas nacionais e internacionais.
Conheça as áreas protegidas na Amazônia apoiadas pelo programa Arpa

Assessoria de Comunicação Social (Ascom/MMA) – Telefone: 61.2028 1227

* Matéria publicada no site do MMA em  e assinada por Luciene de Assis

Notícias, Notícias das Unidades de Conservação, Outras Notícias

MPF lança manual sobre mediação de conflitos em UCs

O Ministério Público Federal lançou o manual “Territórios de Povos e Comunidades Tradicionais e as Unidades de Conservação de Proteção Integral: Alternativas para o asseguramento de direitos socioambientais”. O documento aborda a regulação e a mediação de conflitos e reconhecimento de direitos das populações tradicionais em unidades de conservação restritivas, como os parques e estações ecológicas.  Também aponta estratégias para resolução de conflitos e subsídios à gestão compartilhada. Clique na imagem abaixo para fazer o download do publicação:

 

Notícias, Outras Notícias

Ibama e INPE firmam pacto para manter a floresta em pé

Novo sistema identificará com mais precisão possíveis focos de corte ilegal de vegetação

O governo federal engrossou as medidas de controle do desmatamento na Amazônia Legal. O Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) e o Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE) firmaram, nesta sexta-feira (07/11), acordo de cooperação que promoverá o aperfeiçoamento das ações de detecção de degradação da vegetação na Amazônia e aumentará a efetividade das ações de combate ao desmatamento na Amazônia facilitando a  integração entre os órgãos.

O objetivo é fortalecer o combate ao crime organizado que atua na extração de madeira e outras atividades ilegais na região.

Além disso, entrou em fase de testes o novo Sistema de Detecção do Desmatamento em Tempo Real, o Deter B, que irá produzir imagens de maior resolução para suporte das operações de fiscalização em terra.

Por meio de imagens de satélite, o sistema indica pontos onde houve alteração de paisagem decorrente de motivos diversos, que vão desde queimadas, corte seletivo até o desmatamento com corte raso da floresta.

Para impedir a utilização das informações georreferenciadas pelos desmatadores um protocolo específico de divulgação das informações foi estabelecido entre Ibama e INPE. Assim, os criminosos não conseguirão saber onde estão situados os possíveis focos de desmatamento identificados pelo sistema. “E os fiscais que atuam na ponta também estarão mais protegidos”, explicou o presidente do Ibama, Volney Zanardi.

SEGURANÇA E TECNOLOGIA

Os dados estatísticos do Deter serão disponibilizados trimestralmente, em fevereiro, maio, agosto e novembro de 2015.

O novo sistemaobservará a Amazônia com mais precisão. Com ele, será possível enxergar áreas de até 6,25 hectares onde houve mudança de paisagem. Antes, o sistema identificava áreas de, no mínimo, 25 hectares.

“Os desmatadores estão usando técnicas para enganar o sensor de menor resolução utilizado correntemente e o DETER B será fundamental para identificarmos essas situações com maior antecipação,afirmou  Zanardi. “A medida vai resguardar os fiscais que atuam em campo.”

Também, os dados oficiais referentes à supressão ilegal de vegetação na Amazônia devem ser divulgados até o fim do mês. Único mecanismo capaz de medir o desmatamento, o Projeto de Monitoramento da Floresta Amazônica por Satélites (Prodes) é feito anualmente pelo INPE. “Os números do Deter são alertas e não se relacionam com a taxa anual de desmatamento do Prodes”, enfatizou o diretor do INPE, Leonel Fernando Perondi.

A cooperação entre o Ibama e o INPE permitirá maior efetividade no planejamento e execução das ações de combate ao desmatamento. “Esse protocolo tem como foco a organização e a forma de comunicação das informações”, resumiu o presidente do Ibama.

SAIBA MAIS

Leia as notícias dos dados dos anúncios dos dados do Deter nos dois últimos anos:

2014

 

2013

 

2012

 

Assessoria de Comunicação Social (Ascom/MMA) – Telefone: 61.2028 1227

* Texto Publicado em 07/11/2014 e assinado por Lucas Tolentino, com edição de Vicente Tardin

Documentos:

 Aperfeiçoamento das ações de combate ao desmatamento na Amazônia
 Aprimoramento dos sistemas de detecção nas alterações da cobertura vegetal na Amazônia Legal
Notícias, Notícias das Unidades de Conservação

Parque Nacional dos Campos Amazônicos promove integração com comunidade do entorno

O Parque Nacional (Parna) dos Campos Amazônicos (AM/RO/MT) desenvolve desde 2013 um projeto contínuo de educação ambiental e aproximação na comunidade de Santo Antônio do Matupi, distrito do município de Manicoré (AM), mais conhecida como km 180. Entre os dias 29 de outubro e 1º de novembro mais uma série de oficinas foi realizada.

A comunidade está localizada ao sul do estado do Amazonas, às margens da Rodovia Transamazônica, em pleno arco do desmatamento. No local, foi iniciado um trabalho que busca desenvolver a consciência ambiental crítica junto aos moradores, despertando o sentimento de pertencimento e afetividade pela Unidade de Conservação (UC). “Este é um grande desafio. O Parque é visto pela maior parte da comunidade como um transtorno ao modo de vida local, que é baseado na exploração madeireira e na implantação de pastagens para a pecuária”, explicou Aline Polli, analista ambiental do Parna.

Para se aproximar da comunidade, a equipe da UC passou a desenvolver atividades com os educadores locais de forma coletiva e participativa. Todo início de ano uma reunião de planejamento participativo é realizada, momento em que se elabora conjuntamente um plano de ação. Segundo Bruno Contursi Cambraia, chefe do Parque, este ano foi ainda mais complicado, pois além
da logística difícil – a sede administrativa do parque fica a 500 km da comunidade – aconteceram conflitos entre indígenas, enchentes e incêndios florestais na região.

Na semana passada, a comunidade de Santo Antônio do Matupi participou de oficinas de produção de sabão ecológico com essência de plantas locais, confecção de embalagens de presente e enfeites natalinos com materiais reutilizáveis e artesanato com pó de serra e resíduos florestais. Para aprenderem a produzir sabão ecológico, foi realizada uma campanha de arrecadação de óleo utilizado nas casas, hotéis e restaurantes do distrito. A partir dessa ação, foram divulgados temas como uso adequado a água e descarte correto e reaproveitamento de óleo de cozinha. A oficina proporcionou a produção de cerca de 300 litros de sabão líquido, que foram distribuídos na vila. A programação também contou com oficinas de sensibilização ambiental quanto à importância da manutenção do Parque e sua relevância na regulação hídrica na região.

A realização das oficinas contou com o apoio da Secretaria Municipal de Agricultura e Abastecimento e do Museu do Babaçu de Porto Velho (RO). “Nossa rede de apoio ao projeto vem crescendo. Os parceiros participam
e se encantam com a possibilidade de realmente conseguirmos interferir positivamente em uma região bastante conflituosa, sobretudo na esfera ambiental. Este projeto tem sido um grande avanço na gestão da UC no que se
refere à aproximação com a comunidade, o que era bastante difícil anteriormente”, afirmou Aline.

Notícias, Notícias dos Parceiros do Arpa

Missão da Noruega ao Parque Nacional de Anavilhanas

Do dia 03 a 05/11/2014 foi realizada uma Missão da Noruega, principal doador do Fundo Amazônia/BNDES ao Programa ARPA, no Parque Nacional de Anavilhanas/ICMBio. O objetivo foi conhecer e avaliar a aplicação dos recursos na Amazônia.

Participaram da expedição o Sr. Simon Rye e a Sra. Lívia Costa Kramer (Ministério de Clima e Meio Ambiente da Noruega), Sr. Ivar T. Jorgensen (Agência Norueguesa de Cooperação para o Desenvolvimento_NORAD),  a Sra. Elisabeth Forseth (Embaixada Real da Noruega), Daline Pereira (MMA), Vandir Cruz, Priscila Santos e Alexandre (ICMBio) e Nathalia Dryer (Funbio).

Na missão a comitiva norueguesa pode conhecer de perto as dificuldades logísticas de se trabalhar na região, os conflitos existentes e as soluções de gestão oportunizadas pelas diversas instâncias do Programa ARPA. “Em 2 dias pudemos assimilar um conhecimento relativo a meses!” agradeceu o Sr. Simon Rye.


Notícias, Notícias dos Parceiros do Arpa, Notícias sobre o Arpa

Funbio abre vaga para Analista Financeiro do Programa Arpa

Contratação de serviços técnicos especializados pessoa física, para o Cargo de Analista Financeiro.

O candidato terá que desempenhar atividades com ênfase em Contas à Pagar, Análise de Processos de Compras, Documentação Fiscal e Retenção de Impostos, no âmbito do Projeto Arpa 3ª Fase (contrato ATN/OC-14219-BR e ATN/MC-14220-BR) do Banco Interamericano de Desenvolvimento – BID.

Clique aqui para ler o Termo de Referência (TdR) completo com a descrição da vaga.

Para participar do processo seletivo, os interessados deverão encaminhar currículos, até o dia 14 de Novembro de 2014, para o e-mail vagas@funbio.org.br

OBS: Somente serão avaliados aqueles candidatos que se encaixam no perfil procurado, assim como serão contatados somente aqueles candidatos selecionados na avaliação curricular.

* Publicado no site do Funbio em 30/10/2014

Notícias, Notícias das Unidades de Conservação

Área de Reserva Extrativista do Médio Juruá é ampliada no AM

Após decreto do Governo Federal, área de Reserva Extrativista no Município de Carauari aumentou em 33 mil hectares e deve expandir programas de manejo

O Governo Federal decretou, no dia 13 deste mês, a ampliação da Reserva Extrativista do Médio Juruá, localizada no Município de Carauari (distante 542 quilômetros de Manaus). A partir de agora, a reserva, criada em 1997, que tinha 253 mil hectares, passa a ter 33 mil hectares a mais.

Conforme publicado no decreto, a ampliação da reserva garante melhores condições para proteger os meios de vida, a cultura e garantir a utilização e a conservação dos recursos naturais renováveis utilizados pela população tradicional que desenvolve atividades de manejo do açaí, da semente da andiroba, pirarucu e quelônios.

De acordo com gestora da unidade de conservação, Rosi Batista, atualmente, 180 famílias são beneficiadas com as atividades desenvolvidas na reserva e a ampliação representa a oficialização do trabalho que vem sendo feito pelas comunidades para preservar a área. Ainda de acordo com ela, o decreto veio atender uma demanda das associações comunitárias que reconhecem a necessidade de ampliação para que a área continue sendo preservada.

A gestora lembra que, por se tratar de uma região distante da capital, a reserva é bastante preservada e a extração de madeira e as queimadas ocorrem apenas para atender a necessidade da agricultura familiar. “As famílias têm orgulho de manter a reserva preservada porque sabem que a sua vida depende do lugar”, disse Rosi.

Rosi diz ainda que a ampliação beneficia também todo o Estado, pois todas as ações de manejo que não promovem a degradação, independente de onde aconteçam, melhoram a vida de todos. “Não é porque essas famílias moram perto que só elas são beneficiadas. O açaí é usado na merenda escolar, a andiroba é vendida para indústrias e tudo isso gera renda para milhares de pessoas”, explicou a gestora.

A área possui um plano de manejo, então os comunitários sabem das regras a serem seguidas como não invadir lagos, fazer queimada, desmatar área de seringal.

Novos parques

Além da ampliação da Unidade de Conservação do Médio Juruá, o decreto do Governo Federal ainda criou três unidades no Estado do Paraná e Minas Gerais. Foram criados os Parques Nacionais de Guaricana e Gandarela e a Reserva de Desenvolvimento Sustentável (RDS) Nascentes Geraizeiros.

País tem 151 mil hectares protegidos

Com as novas Unidades de Conservação (UCs), o Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio) passa a administrar mais 151,5 mil hectares de área protegida em todo o território nacional. Após audiências públicas, o processo foi finalizado pelo ICMBio, encaminhado para o Ministério do Meio Ambiente (MMA) e depois para a Presidência da República, que decidiu criar as UCs.

Os novos Parques Nacionais terão o objetivo de garantir a preservação do patrimônio natural – fauna, flora, cavernas e nascentes.

O Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade é uma autarquia em regime especial. Criado dia 28 de agosto de 2007, pela Lei 11.516, o ICMBio é vinculado ao Ministério do Meio Ambiente. Cabe ao Instituto executar as ações do Sistema Nacional de Unidades de Conservação, podendo propor, implantar, gerir, proteger, fiscalizar e monitorar as UCs.

* Matéria assinada por Jéssica Vasconcelos e publicada no portal A Crítica em 21/10/2014