Notícias, Outras Notícias

Semana do Meio Ambiente começa nesta segunda-feira (2/6) com debate sobre espécies nativas, raras e ameaçadas

A ministra do Meio Ambiente, Izabella Teixeira, a presidente do Jardim Botânico do Rio de Janeiro, Samyra Crespo, e o presidente do Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio), Roberto Vizentin, abrem nesta segunda-feira (2/6), às 14h, o debate “Desafios e oportunidades para o desenvolvimento econômico baseado em espécies nativas, raras e ameaçadas”. O diálogo ocorre no espaço Solar da Imperatriz, no Jardim Botânico do Rio de Janeiro.

Participam do debate o especialista Roberto Waack (CEO da AMATA Brasil), o professor Ricardo Ribeiro Rodrigues (ESALQ/USP), o empresário Roberto Klabin (ex-presidente da SOS Mata Atlântica e proprietário do Refúgio Ecológico Caiman) e o diretor presidente da Extracta Moléculas Naturais, Antônio Paes de Carvalho.

Na ocasião, o Programa das Nações Unidas para Meio Ambiente (PNUMA) e o JBRJ assinam acordo de cooperação para a promoção de dados da instituição de pesquisa. Conheça a programação completa preparada pelo Ministério do Meio Ambiente:

AVISO ÀS REDAÇÕES:

Jornalistas interessados em cobrir o evento devem fazer credenciamento prévio pelo e-mail imprensa@mma.gov.br

SERVIÇO

Pauta: Debate “Desafios e oportunidades para o desenvolvimento econômico baseado em espécies nativas, raras e ameaçadas”

Quando: 2 de junho de 2014

Horário: das 14h às 18h

Local: Espaço Solar da Imperatriz, no Jardim Botânico do Rio de Janeiro

CONTATO PARA A IMPRENSA
Assessoria de Comunicação do Ministério do Meio Ambiente
E-mail: imprensa@mma.gov.br
Telefone: (61) 2028-1437 / 1311

Notícias, Outras Notícias

Ibama registra redução nos índices de corte da vegetação na Amazônia

Combate ao crime e a adoção de medidas de inteligência em terra são responsáveis pela diminuição das estatísticas

A Amazônia Legal registrou queda nos indicativos de corte da vegetação nativa. Entre agosto de 2013 e 30 de abril deste ano, os alertas de desmatamento na região foram de 1,5 mil km2, o que representa a redução de 20% na comparação com os 1,872 mil km2 registrados no período imediatamente anterior. Os dados foram contabilizados pelo Sistema de Detecção de Desmatamentos em Tempo Real (Deter).

Feito pelo Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), o sistema se baseia em imagens diárias de até 25 hectares capturadas por satélite. Os dados funcionam como uma análise da mudança de paisagem da região amazônica, que podem ocorrer por conta de questões como desmatamento ou até queimadas. O Deter funciona, portanto, como um suporte para a fiscalização.

APRIMORAMENTO

A intensificação das operações de combate ao crime e a adoção de medidas táticas de inteligência em terra são responsáveis pela diminuição das estatísticas. “Os resultados se devem ao aprimoramento da fiscalização e da forte presença em campo de equipes do Ibama (Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis) e da Força Nacional”, afirmou o presidente do Ibama, Volney Zanardi. “Há um esforço para integrar todas as ações realizadas na Amazônia.”

Entre as estratégias, está a cooperação com os índios kayapó no combate ao desmatamento nas imediações da BR-163, no Pará. Na operação, foram aplicados R$ 50 milhões em multados e evitado o equivalente a 63 hectares de área desmatada por dia. Ao todo, 11 acampamentos e 26 motoserras foram destruídas. “Não vamos permitir que os grileiros e demais criminosos avancem pelas florestas, em especial nas unidades de conservação e terras indígenas”, garantiu o diretor de Proteção Ambiental do Ibama, Luciano Evaristo.

MOBILIDADE

A redução foi verificada em estados que costumavam a apresentar histórico de avanços no desmatamento. Em Mato Grosso, os alertas contabilizaram 583 km2, queda de 29% em relação aos 818 km2 registrados no período anterior. O Pará seguiu a mesma tendência, com redução de 29%, no comparativo dos 306 km2 atuais com os 430 km2 anteriores. Em Rondônia, a diminuição foi ainda maior: 33%.

Nesse período, o Ibama aplicou R$ 1,139 bilhão em autos de infração e embargou área total de 131 mil hectares na Amazônia Legal. A criação de bases móveis com equipes de fiscalização foi fundamental para o alcance desses resultados. “A mobilidade é o mais importante porque o crime migra dentro da floresta, afirmou o coronel Alexandre Aragon, da Força Nacional. “Estamos trabalhando no sentido de coibir essas prática.”

* Matéria assinada por Lucas Tolentino e publicada no site do MMA em 23/05/2014

Notícias, Notícias sobre o Arpa

Fundo Global declara intenção de liberar recursos para Projeto Arpa

Brasil busca reafirmar parceria em defesa da Amazônia

O secretário-executivo do Ministério do Meio Ambiente, Francisco Gaetani, recebeu, da diretora executiva e presidente do Fundo Global para o Meio Ambiente (GEF, na sigla em inglês), Naoko Ishii, o memorando de entendimento assinado onde a entidade declara sua intenção de empenhar recursos de até R$ 66,3 milhões para contribuir com o Fundo de Transição do Programa de Áreas Protegidas da Amazônia (Arpa). O encontro aconteceu durante a 46ª Reunião e 5ª Assembléia do Conselho do GEF, que vai até a próxima sexta-feira (30/05) em Cancun, México. No evento, o Brasil comunicou que aumentou a sua contribuição em 30%, totalizando mais de R$ 35 milhões com a mesma finalidade.

“Nosso objetivo foi o de reafirmar a parceria Brasil-GEF, tendo em vista a importância do país para as iniciativas de conservação ambiental e das iniciativas inovadoras do fundo”, disse Gaetani.”

Na semana passada, o documento foi subscrito pela ministra do Meio Ambiente, Izabella Teixeira, e por representantes do Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio), Ministério para a Cooperação e Desenvolvimento Alemão (BMZ), Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID), Fundo Brasileiro para a Biodiversidade (Funbio), Fundação Gordon e Betty Moore, WWF-Brasil e do WWF-Estados Unidos. Faltava apenas a confirmação da diretora executiva do GEF.

O ato formalizou uma nova estratégia financeira para o Arpa. O programa receberá R$ 477 milhões (US$ 215 milhões), a serem depositados em um fundo de transição que garantirá, pelos próximos 25 anos, o financiamento dos 60 milhões de hectares de Unidades de Conservação (UCs) apoiadas pelo Arpa. Durante este período, o governo brasileiro assumirá, gradualmente, a reposição dos recursos do Arpa até atingir 100% de seu financiamento.

O PROGRAMA

Lançado em 2002, o Programa é considerado, hoje, um dos mais importantes na conservação de florestas tropicais em todo o mundo, ligado à temática das unidades de conservação no Brasil. O Arpa foi criado com o objetivo de expandir e fortalecer o Sistema Nacional de Unidades de Conservação (SNUC) na Amazônia, proteger 60 milhões de hectares, assegurar recursos financeiros para a gestão destas áreas, a curto e longo prazos, e promover o desenvolvimento sustentável da região.

O Arpa é um programa do governo federal, coordenado pelo Ministério do Meio Ambiente (MMA), gerenciado financeiramente pelo Fundo Brasileiro para a Biodiversidade (Funbio) e cuja Fase II (2010-2015) é financiada com recursos do GEF, por meio do Banco Mundial; do governo da Alemanha, através do Banco de Desenvolvimento Alemão (KfW); da Rede WWF, a partir do WWF Brasil; e do Fundo Amazônia, gerenciado pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES).

 * Matéria assinada por Luciene Assis e publicada no site do MMA em 27/05/2014
Notícias, Notícias das Unidades de Conservação

Conselho Gestor da Reserva de Desenvolvimento Sustentável do Rio Iratapuru (AP) é empossado

A Secretaria de Estado do Meio Ambiente (Sema) empossou, no dia 19 de maio, os 24 conselheiros, titulares e suplentes, do Conselho Gestor da Reserva de Desenvolvimento Sustentável do Rio Iratapuru (RDS) do Iratapuru, após 16 anos de criação da RDS. A posse aconteceu na comunidade São Francisco do Iratapuru.

O Conselho Gestor da Reserva de Desenvolvimento Sustentável do Rio Iratapuru é um importante colegiado que ajudará na gestão da Unidade de Conservação. Através dele, as comunidades poderão participar das decisões que as impactam, onde poderão expor suas demandas e anseios.

Além das comunidades tradicionais, o Conselho é composto por órgãos públicos e instituições com relevante atuação da região e ainda por representantes da Terra Indígena Wajãpi, vizinha da RDS pelo lado norte.

O Conselho será presidido pelo Chefe da Unidade de Conservação, da SEMA órgão gestor da Unidade, conforme estabelece a lei do Sistema Nacional de Unidades de Conservação (SNUC), lei nº 9.985/2000.

Após a criação da RDS, em 1997, algumas tentativas de instituir o seu Conselho Gestor foram iniciadas, conforme preconiza o SNUC. Porém, apesar de seus mais de 16 anos, a RDS jamais teve seu Conselho instituído e empossado. A partir de 2011 tomou-se a decisão de resgatar todo esse processo e instituir, de fato e de direito, o Conselho da RDS do Iratapuru.

Em 2011 das cinco Unidades de Conservação estaduais somente duas possuíam Conselho Gestor, as APA da Fazendinha e do Rio Curiaú, ambas localizadas na área urbana de Macapá. O Conselho da APA do Rio Curiaú foi totalmente reformulado, num longo trabalho que terminou em 2013.

Atualmente, com a recente posse do Conselho da RDS do Iratapuru e a posse do Conselho da FLOTA, em novembro de 2013 fica faltando somente instituir e dar posse ao Conselho da Reserva Biológica do Parazinho, processo esse que já começou a ser trabalhado pela SEMA.

Segundo o Secretário de Meio Ambiente do Estado do Amapá, Grayton Toledo, é gratificante ser partícipe desse processo de empoderamento das comunidades tradicionais quanto à gestão das nossas unidades de conservação. Um Conselho Gestor empossado contribui muito para a tomada de decisão, administração em si de uma unidade de conservação e os conselheiros tem que ser capacitados para que possam internalizar, de fato, esse papel de cogestor, juntamente com a SEMA, da RDS do Iratapuru, assim como das demais UC estaduais.

A formação do Conselho se dá através de um Decreto do Governador do Estado do Amapá, que se baseia na Lei de criação da RDS, onde é informado quais instituições farão parte do Conselho. Posteriormente essas instituições indicam ou escolhem seus representantes, Titular e Suplente, para comporem o Conselho, que será oficializado como Conselheiro através de Portaria da SEMA.

Composição do Conselho

O Conselho é composto por 12 membros Titulares e 12 Suplentes sendo, pelo poder público: Secretaria de Estado do Meio Ambiente (SEMA); Instituto de Desenvolvimento Rural do Amapá (Rurap); Instituto do Meio Ambiente e de Ordenamento Territorial do Amapá (IMAP); Ministério Público do Estado do Amapá; Prefeitura Municipal de Laranjal do Jari e Câmara Municipal de Laranjal do Jari e pela sociedade civil: Cooperativa Mista dos Produtores e extrativistas do Rio Iratapuru (Comaru); Associação dos Produtores Agroextrativistas da Comunidade da Cachoeira de Santo Antônio (APAECC); Associação dos Moradores e Produtores Agroextrativistas da Comunidade da Padaria (AMACP); Comunidade São Miguel do Cupixi; Conselho das Aldeias Indígena Wajãpi (APINA) e Fundação Jari.

Saiba mais sobre a RDS

A RDS do Iratapuru foi criada pela Lei 0392, de 11 de dezembro de 1997 e possui uma extensão de 806.184 ha. Seus objetivos principais estão a proteção e o uso sustentável dos seus recursos naturais, de forma a preservar a biodiversidade daquela região. A RDS está localizada em terras pertencentes aos municípios de Laranjal do Jari, Mazagão e Pedra Branca do Amapari, sendo que seu principal acesso se dá pela foz do rio Iratapuru, região sul do estado do Amapá.

A RDS do Iratapuru teve seu nascimento durante o governo do atual Senador da República, João Alberto Capiberibe, na ocasião da criação do Programa de Desenvolvimento Sustentável do Amapá (PDSA), obedecendo à vocação da população da região que é o extrativismo, principalmente da castanha do Brasil.

Além de proteção a biodiversidade daquela região, a RDS do Iratapuru fora criada para assegurar o direito das populações tradicionais terem acesso livre aos castanhais, os quais são, até hoje, a principal fonte de renda das comunidades que habitam seu entorno. Vale ressaltar que ainda não existia, por exemplo, a Política Nacional de Desenvolvimento Sustentável dos Povos e Comunidades Tradicionais, que veio ser criada somente nove anos depois.

* Matéria publicada pela SEMA AP

Notícias, Notícias sobre o Arpa

Arpa apoia capacitações de equipes e parceiros do Programa. Saiba como

Já está em implementação o subcomponente 2.4 do Programa Arpa (Desenvolvimento de Competências para a Gestão de Áreas Protegidas) conforme Plano Estratégico de Capacitação. A linha principal do Plano compreende a reserva de vagas para o Arpa em 14 cursos selecionados da grade de cursos do ICMBio, conforme marcos referenciais do Programa. São eles:

1. Gestão do patrimônio público: mecânica básica e direção preventiva 8. Noções básicas de Administração Pública para gestores
2. Elaboração e execução de projetos de conservação 9. Curso de Instrumentos de Gestão para o Uso de Recursos Naturais
3. Prático de GPS, Trackmaker e Google Earth 10. Gestão de Equipe
4. Geoprocessamento 11. Liderança, Reflexão e Ação
5. 5º Ciclo de Gestão participativa (3 módulos em 2014) 12. Coaching e processos de discussão grupal
6. Curso de gestão de conflitos 13. Curso de Plano de Manejo
7. Gestão de conflitos territoriais: Termos de compromisso 14. 3º Ciclo de Gestão para Resultados (PGR) 3 módulos em 2014

A realização dos primeiros cursos está prevista para agosto. São eles:

a) Curso de GPS, Tracker Maker e Google Earth: 4 a 9 de agosto (com chegada e saída).

b) 5º Ciclo de Gestão Participativa: Participação Social na Conservação da Biodiversidade

1. Curso de fundamentos da gestão socioambiental: 10 a 21 de agosto (com chegada e saída)
2. Momento 1: 28 de setembro a 03 de outubro (com chegada e saída)
3. Momento 2: 23 a 30 de novembro (com chegada e saída)

c) Curso de Geoprocessamento: 31 de agosto a 7 de setembro (com chegada e saída)

 

Para cada curso será aberto e divulgado um edital específico com todos os procedimentos para seleção. Fique atento!

 

Além disso, já estão disponíveis os recursos para a linha de apoio à participação de gestores em congressos. O ARPA apoia a participação em congressos no Brasil para apresentação de trabalhos desenvolvidos no âmbito do Programa, entendendo que, além de uma oportunidade de aprimoramento, trata-se de um eficiente instrumento de divulgação do Programa.

Para se candidatar a esta linha o candidato deverá ter aprovação do órgão gestor, e ser primeiro autor de trabalho relacionado às metas do Programa Arpa, aprovado pela organização do evento. Ainda deverá ser encaminhada à UCP documentação contendo:

a) a descrição dos objetivos, b) atividades programadas, c) descrição da meta do programa abordada no trabalho, d) período de realização, e) instituição proponente, f) custos envolvidos e g) contrapartida alocada.

 

 

 

Notícias, Notícias dos Parceiros do Arpa, Notícias sobre o Arpa

Solicitação para Órgãos Gestores: Contrapartida Governamental 2013

Até 25 de junho de 2014, a Unidade de Coordenação do Programa Arpa (UCP) vai receber a planilha de recursos de contrapartida empregados em 2013. As informações coletadas junto a todos os Órgãos Gestores serão compiladas pela Unidade, que encaminhará o relatório final aos doadores do Arpa.

Conheça a tabela que serve de modelo para esse preenchimento. É um modelo exemplificativo, que pode incorporar outras contrapartidas não elencadas caso haja necessidade. A UCP ressalta a importância da precisão dos dados por UC do Arpa, para que as informações coletadas sejam reais e precisas.

Notícias, Notícias sobre o Arpa

FAUC: saiba mais sobre instalação, preenchimento e esclarecimento de dúvidas

Está no ar a nova versão do Sistema de Coordenação e Gerenciamento do Programa Arpa – SISARPA, que será utilizada para o preenchimento da Ferramenta de Avaliação das Unidades de Conservação (FAUC). Os órgãos gestores devem fazer a validação da FAUC até 9 de junho de 2014. Desta forma, os gestores devem cumprir o prazo estabelecido por seu órgão gestor para que seus dados sejam entregues adequadamente para a UCP. Para auxiliar, a Unidade de Coordenação do Programa Arpa (UCP) preparou diversos tutoriais que auxiliam todo o processo. Confira:

Por que preencher?

Os gestores das UCs devem preencher a FAUC relatando a situação atual de cada UC e levando em consideração o que foi reportado na última FAUC. Os dados da FAUC servirão para a elaboração do relatório de Avanço do Arpa. Por esse motivo, é fundamental que sejam lançadas essas informações e que elas sejam validadas pelos Pontos Focais e pela Unidade de Coordenação do Programa (UCP).

Sobre os prazos

  • A UCP solicitou que os órgãos gestores orientem e acompanhem o preenchimento da FAUC pelos gestores das UCs até o dia 09 de junho (prazo de 1 mês);
  • Coube a cada órgão gestor definir o prazo de 2 ou 3 semanas para preenchimento pelo gestor e sua validação no prazo restante. É recomendável que o preenchimento seja feito o quanto antes, visto que no processo de validação poderão ser solicitados ajustes ou esclarecimentos pelos pontos focais ou pela UCP;
  • Casos excepcionais de prorrogação de prazo serão analisados mediante justificativa do ponto focal;
  • Por isso, todos devem estar atentos até que esteja finalizada a validação de sua respectiva FAUC pela UCP (que será realizada durante todo o mês de junho, de acordo com a data de envio do arquivo pelo ponto focal).

Instalação

  • Para instalar o novo SISARPA, é só clicar em http://programaarpa.gov.br/wp-content/uploads/2014/06/Setup-v1.0.0.37.rar
  • O manual do FAUC deve ser consultado em caso de dúvidas quanto ao entendimento das questões e cenários;
  • Para todos que estão tendo problema com a instalação do SISARPA, uma etapa que é crucial para que o programa funcione corretamente é a pré-instalação do programa chamado FIREBIRD.  Caso ele não seja instalado, vai aparecer o problema de acesso ao banco de dados. Nessa e em outras circunstâncias, sempre vale a pena conferir:

  • Para instalar corretamente o FIREBIRD, é preciso saber qual a sua versão do Windows: se é 32 bits ou 64 bits. Isso vai fazer toda a diferença para a execução correta do SISARPA:
    • Para saber qual é a sua versão do WINDOWS, é só assistir a este vídeo, que explica em 2 minutos o passo a passo. Quem trabalha com Linux ou MAC iOS precisa ter um emulador de Windows instalado para rodar o Sisarpa;
    • Caso os problemas persistam, é só enviar o print screen dos erros para arpa_ucp@mma.gov.br e um telefone para contato.

 

Durante o preenchimento:

  • A UCP sugere a o bom uso do campo “evidências objetivas”, o que auxiliará o entendimento e a validação por parte do Ponto Focal e pela UCP a respeito da opção marcada pelo gestor.

Orientações para gestores das UCs:

  • Após a identificação da UC e do responsável pelo preenchimento, clicar em  “Novo questionário” e realizar o preenchimento;
  • Após o preenchimento de todas as informações, clicar em “exportar questionário” e salvar o arquivo. Este arquivo deverá ser encaminhado por e-mail para o ponto focal.

Orientações para Pontos Focais:

  • O responsável deverá clicar em “importar arquivos para validação” e abrir o arquivo encaminhado pelo gestor da UC (já salvo no computador);
  • O arquivo aparecerá no sistema. Realize clique duplo sobre ele para abri-lo.O ponto focal deverá validar as informações na aba “resumo”, ao clicar sobre o símbolo ! ;
  • Caso queira solicitar alguma alteração ao gestor, basta encaminhar o arquivo de volta para o gestor com as respectivas questões sem validá-las, explicando os motivos por email ou telefone. Assim o gestor poderá modificá-las e encaminhar de volta o arquivo ao Ponto Focal para validação das questões pendentes.

 

 

Notícias, Notícias sobre o Arpa

Governo garante R$ 477 milhões para preservação da Amazônia

Fundo protegerá, por 25 anos, 60 milhões de hectares de florestas

O Programa Áreas Protegidas da Amazônia (Arpa) receberá R$ 477 milhões (US$ 215 milhões), a serem depositados em um fundo de transição que garantirá, pelos próximos 25 anos, o financiamento dos 60 milhões de hectares de Unidades de Conservação (UCs) apoiadas pelo Arpa. “Os rendimentos desse fundo serão aplicados em conservação, então teremos um ativo permanente”, explicou a ministra do Meio Ambiente, Izabella Teixeira, durante a formalização dessa nova estratégia financeira, assinada nesta quarta-feira (21/05), em Brasília. Durante este período, o governo brasileiro assumirá, gradualmente, a reposição dos recursos, até atingir 100% de seu financiamento.

Com a medida, o Arpa inicia uma nova fase, a fim de garantir a sustentabilidade de Unidades de Conservação da Amazônia no longo prazo. A estratégia de financiamento é resultado da iniciativa “Compromisso com a Amazônia – Arpa para Vida”, lançada em 2012, durante a Conferência das Nações Unidas para o Desenvolvimento Sustentável (Rio+20). O projeto representa esforço inovador para garantir a sustentabilidade das UCs do programa, que cobrem 15% da Amazônia brasileira. “O Brasil criou mais Unidades de Conservação do que todo o planeta. O desafio é proteger e conservar, produzindo de maneira sustentável”, destacou Izabella Teixeira.

O PROGRAMA

Lançado em 2002, o programa foi criado com o objetivo de expandir e fortalecer o Sistema Nacional de Unidades de Conservação (SNUC) na Amazônia, proteger 60 milhões de hectares, assegurar recursos financeiros para a gestão destas áreas, a curto e longo prazos, e promover o desenvolvimento sustentável da região.

O Arpa é um programa do governo federal, coordenado pelo Ministério do Meio Ambiente (MMA), gerenciado financeiramente pelo Fundo Brasileiro para a Biodiversidade (Funbio) e cuja Fase II (2010-2015) é financiada com recursos do GEF, por meio do Banco Mundial; do governo da Alemanha, através do Banco de Desenvolvimento Alemão (KfW); da Rede WWF, a partir do WWF Brasil; e do Fundo Amazônia, gerenciado pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES).

Participaram da cerimônia de assinatura, nesta quarta-feira, representantes do Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio), do Ministério para a Cooperação e Desenvolvimento Alemão (BMZ), do Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID), do Fundo Brasileiro para a Biodiversidade (Funbio), da Fundação Gordon e Betty Moore, da WWF-Brasil, do WWF dos Estados Unidos e do Global Environment Facility (GEF).

* Matéria assinada por Luciene Assis e publicada no site do MMA em 21/05/2014

Notícias, Notícias dos Parceiros do Arpa, Notícias sobre o Arpa

AVISO DE PAUTA – Recursos financeiros para ações do Programa de Áreas Protegidas da Amazônia (ARPA) estarão garantidos nos próximos 25 anos

A ministra do Meio Ambiente, Izabella Teixeira, e representantes de instituições parceiras anunciam, na manhã desta quarta-feira (21/5), às 10h30, no Naoum Plaza Hotel, em Brasília-DF, recursos financeiros para o Programa de Áreas Protegidas da Amazônia (Arpa), destinados às ações dos próximos 25 anos.

Lançado em 2002, o Arpa é considerado um dos programas mais importantes na conservação de florestas tropicais em todo o mundo. Foi criado com o objetivo de proteger 60 milhões de hectares em Unidades de Conservação e promover o desenvolvimento sustentável da região.

O programa é coordenado pelo Ministério do Meio Ambiente (MMA) e gerenciado financeiramente pelo Fundo Brasileiro para a Biodiversidade (Funbio). Conta com financiamento de diversos parceiros, entre os quais o Global Environment Facility (GEF), por meio do Banco Mundial; o governo da Alemanha, através do Banco de Desenvolvimento Alemão (KfW); a Rede WWF, por meio do WWF Brasil, e o Fundo Amazônia, gerenciado pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES).

Pauta: Anúncio de recursos financeiros para o Programa Arpa
Data: Quarta-feira, 21 de maio de 2014
Horário: 10h30
Local: Naoum Plaza Hotel, SHS, Qd. 5, Bloco H, Asa Sul, em Brasília – DF

CONTATO PARA A IMPRENSA:
Assessoria de Comunicação do Ministério do Meio Ambiente
E-mail: imprensa@mma.gov.br
Telefone: (61) 2028-1221

 

* Publicado no site do MMA em 20/05/2014

Notícias, Outras Notícias

UICN promove concurso de vídeos sobre áreas protegidas

A União Internacional para a Conservação da Natureza (UICN) promove o concurso Histórias Inspiradoras de Áreas Protegidas. A iniciativa tem o objetivo de inspirar e motivar a sociedade a trabalhar em favor da conservação.

Os vídeos devem ter como tema histórias inspiradoras de áreas protegidas, podem ser enviados até 14 de agosto e serão premiados com US$1.000 (1º lugar), US$ 700 (2º) e US$500 (3º). As produções ganhadoras serão exibidas durante o VI Congresso Mundial de Parques da UICN, que acontece na Austrália de 12 a 19 de novembro de 2014. Consulte o regulamento completo aqui.