Notícias, Notícias dos Parceiros do Arpa, Notícias sobre o Arpa

Arpa contrata consultoria PJ para elaboração de plano de gestão da RDS do Rio Negro

O Programa Áreas Protegidas da Amazônia (ARPA) é o maior programa de conservação e uso sustentável de florestas tropicais do mundo, com o desafio de conservar uma amostra representativa da biodiversidade no bioma Amazônia. Tem por objetivo apoiar a proteção de 60 milhões de hectares de florestas na Amazônia – 12% da região amazônica – até 2018, por meio da criação e consolidação de UCs, em um custo total estimado de US$ 395 milhões em investimentos.

Coordenado pelo Governo Federal, é implementado através de uma parceria entre os órgãos gestores de UCs, o Fundo Brasileiro para a Biodiversidade – Funbio, doadores, e com a Agência Alemã para a Cooperação Internacional – GIZ.

Para participar do processo de seleção as empresas/instituições interessadas deverão manifestar-se até o dia 10 de abril de 2014, demonstrando que são qualificadas para desempenhar os serviços descritos no TdR abaixo, apresentando comprovação de capacidade técnica adquirida a partir da realização de trabalhos que se enquadrem no seguinte perfil:

  • Ter experiência em trabalhos de aspectos gerais de conservação do meio ambiente e de planejamento ambiental;
  • Ter experiência em diagnósticos participativos, mapeamentos participativos e oficinas de planejamento participativo;
  • Ter experiência em elaboração de Plano de Gestão de UC de uso sustentável;
  • Ter experiência em levantamentos ambientais;
  • Ter experiência no BIOMA Amazônia;
  • Ter experiência prévia em trabalhos na região do baixo Rio Negro.

Clique aqui para visualizar o TdR.

Os documentos deverão ser enviados por email para juliana.penna@funbio.org.br, identificados como “Manifestação de interesse consultoria PJ para plano de gestão da RDS do Rio Negro”, com cópia para procurement@funbio.org.br

Somente serão selecionados para participação no processo aqueles que cumprirem com os requisitos listados acima.

O processo será conduzido em acordo ao Manual para Contratações e Aquisições do Funbio e prevê a participação de consórcios.

Os recursos para pagamento dos serviços advêm do contrato assinado entre o BNDES e o Funbio para a implementação do Programa Áreas Protegidas da Amazônia (ARPA) fase II.

* Matéria publicada no site do Funbio em 10/03/2014

Notícias, Notícias dos Parceiros do Arpa, Notícias sobre o Arpa

Arpa contrata Consultoria PJ para a revisão do Plano de Manejo do Parque Nacional de Anavilhanas/AM

O Programa Áreas Protegidas da Amazônia (ARPA), maior iniciativa de proteção de florestas tropicais do mundo, tem como objetivo a expansão e fortalecimento do Sistema Nacional de Unidades de Conservação (SNUC) na Amazônia, a partir da proteção de 60 milhões de hectares na Amazônia – 12% da região, assegurando recursos financeiros para a gestão destas áreas e contribuindo para o desenvolvimento sustentável regional.

Criado em 2002, é coordenado pelo Ministério do Meio Ambiente (MMA) e financiado com recursos do Global Environment Facility (GEF)/Banco Mundial, do governo da Alemanha/KfW, do Fundo Amazônia/ BNDES, WWF-Brasil e setor empresarial (Natura e O Boticário), além de contrapartida do Governo Federal e governos estaduais, que totalizarão 395 milhões de dólares.

O Fundo Brasileiro para a biodiversidade (FUNBIO) é a instituição responsável pelo gerenciamento dos recursos financeiros, pelas atividades de aquisições e contratações para as unidades de conservação (UCs) e pela gestão de ativos do Fundo de Áreas Protegidas (FAP), um fundo fiduciário que irá garantir a continuidade das ações em longo prazo.

Para participar do processo de seleção, as empresas/instituições interessadas deverão manifestar-se até o dia 17 de março de 2014, demonstrando que são qualificadas para desempenhar os serviços descritos no TdR citado abaixo, apresentando comprovação de capacidade técnica adquirida a partir da realização de trabalhos que se enquadrem no perfil descrito para a realização da Revisão do Plano de Manejo do PARNA Anavilhanas/AM.

Os documentos deverão ser enviados por e-mail para jose.mauro@funbio.org.br, identificados como “Manifestação de interesse consultoria PJ_ Plano de Manejo PARNA Anavilhanas e indicando o NOME da Instituição”.

Somente serão selecionados para participação no processo, as empresas e instituições que cumprirem com os requisitos solicitados.

O processo será conduzido em acordo ao Manual para Contratações e Aquisições do Funbio.

Os recursos para pagamento dos serviços advêm do contrato assinado entre o KFW e o Funbio para a implementação do Programa Áreas Protegidas da Amazônia (ARPA) fase II.

A presente contratação deverá obedecer os procedimentos descritos nos arquivos abaixo:

TdR 2013.1122.00037-0;
Critérios de Avaliação;
Desenho de Processo e Planejamento Anavilhanas (DPP);
Roteiro Metodológico_2002;
Roteiro Metodológico 2011;
Roteiro Metodológico para Manejo de Impactos da Visitação ICMBio 

O Funbio entrará em contato, solicitando as propostas, somente com as empresas cujas manifestações de interesse em realizar o serviço forem selecionadas.

* Matéria publicada no site do Funbio em 28/02/2014

Notícias, Notícias dos Parceiros do Arpa, Notícias sobre o Arpa

Arpa contrata Consultoria PJ para a elaboração do Plano de Manejo da RESEX Maracanã/PA

O Programa Áreas Protegidas da Amazônia (ARPA), maior iniciativa de proteção de florestas tropicais do mundo, tem como objetivo a expansão e fortalecimento do Sistema Nacional de Unidades de Conservação (SNUC) na Amazônia, a partir da proteção de 60 milhões de hectares na Amazônia – 12% da região, assegurando recursos financeiros para a gestão destas áreas e contribuindo para o desenvolvimento sustentável regional.Criado em 2002, é coordenado pelo Ministério do Meio Ambiente (MMA) e financiado com recursos do Global Environment Facility (GEF)/Banco Mundial, do governo da Alemanha/KfW, do Fundo Amazônia/ BNDES, WWF-Brasil e setor empresarial (Natura e O Boticário), além de contrapartida do Governo Federal e governos estaduais, que totalizarão 395 milhões de dólares.

O Fundo Brasileiro para a biodiversidade (FUNBIO) é a instituição responsável pelo gerenciamento dos recursos financeiros, pelas atividades de aquisições e contratações para as unidades de conservação (UCs) e pela gestão de ativos do Fundo de Áreas Protegidas (FAP), um fundo fiduciário que irá garantir a continuidade das ações em longo prazo.

Para participar do processo de seleção, as empresas/instituições interessadas deverão manifestar-se até o dia 19 de março de 2014, demonstrando que são qualificadas para desempenhar os serviços descritos no TdR abaixo, apresentando comprovação de capacidade técnica adquirida a partir da realização de trabalhos que se enquadrem no perfil descrito no TdR para a elaboração do Plano de Manejo da RESEX Maracanã/PA.

Os documentos deverão ser enviados por e-mail para jose.mauro@funbio.org.br, identificados como “Manifestação de interesse consultoria PJ_ Plano de Manejo RESEX Maracanã e indicando o NOME da Instituição”.

Somente serão selecionados para participação no processo as empresas e instituições que cumprirem com os requisitos solicitados.

O processo será conduzido em acordo ao Manual para Contratações e Aquisições do Funbio.

Os recursos para pagamento dos serviços advêm do contrato assinado entre o KFW e o Funbio para a implementação do Programa Áreas Protegidas da Amazônia (ARPA) fase II.

A presente contratação deverá obedecer os procedimentos descritos nos arquivos abaixo:

– TDR
– Instrução Normativa 01, de 18/09/2007

O Funbio entrará em contato, solicitando as propostas, somente com as empresas cujas manifestações de interesse em realizar o serviço forem selecionadas.

* Matéria publicada no site do Funbio em 10/03/2014

Notícias, Notícias dos Parceiros do Arpa

Comunidade busca efetividade da gestão participativa

Como aperfeiçoar a gestão participativa e o funcionamento dos conselhos de unidades de conservação no Brasil? Como fazer com que a sociedade brasileira conheça e participe desses fóruns e contribua de forma efetiva com a conservação dos nossos biomas?

Tentando responder a essas perguntas, Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio) e WWF-Brasil, em conjunto com outras 14 instituições, criaram na semana passada uma rede de estudos e integração cujo objetivo é avaliar a gestão participativa e o funcionamento dos conselhos de unidades de conservação (UCs), além de sugerir meios e técnicas para aperfeiçoá-los.

A iniciativa recebeu o nome de “Comunidade de Ensino e Aprendizagem em Gestão Participativa de Áreas Protegidas”. Formada por um grupo de profissionais envolvidos nessa temática, eles vão se encontrar virtual e presencialmente ao longo dos próximos meses, para trocar relatos, estudos e experiências sobre a participação da sociedade civil na gestão de áreas protegidas. A meta é discutir ideias que possam ser incorporadas pelo ICMBio e órgãos estaduais, de modo que a gestão participativa das unidades de conservação possa ser continuamente melhorada; e confeccionar materiais de apoio e documentos técnicos que orientem gestores e conselheiros, além de outros interessados no tema, como professores, líderes comunitários, associações e movimentos sociais.

O encontro que marcou a criação da Comunidade ocorreu na sede da Academia Nacional de Biodiversidade (Acadebio/ICMBio), situada em Iperó (SP), de 11 a 13 de fevereiro. Na ocasião, estiveram presentes 30 pessoas, representando 16 instituições, entre universidades, organizações não governamentais, o Instituto Chico Mendes, associações comunitárias e outras instituições públicas municipais, estaduais e federais, além de gestores e moradores de UCs. Na oportunidade, a Secretaria-Executiva para a Comunidade foi constituída. Ela conta com a participação do ICMBio, WWF-Brasil, órgão de assistência técnica da Alemanha GIZ/Gopa e de representantes do Parque Estadual Rio Negro Setor Sul, unidade situada nas proximidades de Manaus (AM).

De acordo com a Secretaria-Executiva, nos primeiros meses de implantação da Comunidade o foco será a avaliação dos processos de formação continuada, como, por exemplo, os Ciclos de Gestão, contemplando as etapas de planejamento, execução e avaliação de projetos com a participação social e a conservação de nossas áreas protegidas. “A Comunidade representa uma iniciativa importante para melhorar a efetividade da gestão das UCs por meio do fortalecimento da participação social”, afirma o diretor de Ações Socioambientais e Consolidação Territorial em UCs do ICMBio, João Arnaldo Novaes, que esteve presente na abertura do evento.

Construção coletiva

Durante os três dias de discussão, quem representou os comunitários foi Francisco Souza, o ‘seu Peba’, presidente do Fórum de Apoio às Comunidades Rurais e Ribeirinhas do Amazonas, que congrega 312 comunidades daquela área. Para ele, a rede foi criada numa boa hora. “Nós, comunitários, conseguimos representatividade; conseguimos colocar nossa voz e sermos ouvidos. Temos um assento na Diretoria-Executiva e as discussões foram promovidas de forma natural e orgânica. Espero que consigamos fazer valer a gestão participativa e atacar os grandes problemas que existem hoje dentro dos conselhos de áreas protegidas”, disse.

Para a analista de conservação do WWF-Brasil, Jasylene Abreu, o grande desafio da rede será tornar o funcionamento dos conselhos mais eficiente. “Precisamos fazer com que essas instâncias sejam eficazes e cumpram seu propósito”, declarou a especialista.

A assessora técnica da GIZ/Gopa, Leda Luz, crê que fortalecer a gestão participativa das unidades de conservação no Brasil aproxima a sociedade brasileira da proteção do meio ambiente. “A gestão participativa traz as pessoas para mais perto, lembra dessa corresponsabilidade que é a gestão do nosso patrimônio natural”, explicou.
Comunicação ICMBio (61) 3341-9280 – com informações do WWF-BRASIL

* Matéria publicada no site do ICMBio em 21/02/2014

Notícias, Notícias dos Parceiros do Arpa

Funbio contrata empresa para fornecimento de Cartão Combustível para a região Norte do Brasil

O Projeto Terra do Meio, financiado pela União Europeia, tem a missão de contribuir com a redução do desmatamento e com a conservação da biodiversidade da região amazônica, por meio da consolidação de 11 unidades de conservação na região da Terra do Meio – PA. O Projeto, sob coordenação do MMA, é executado pelo ICMBio e SEMA/PA. Seus recursos são gerenciados pelo Funbio e aplicados na operacionalização de conselhos gestores, elaboração dos planos de manejo e proteção, compra de equipamentos, monitoramento do uso de recursos naturais e na implementação de estratégias de desenvolvimento local sustentável. 

Para viabilizar as atividades de rotina nas UCs, há necessidade de um fluxo rápido e contínuo na aquisição de combustível, de forma que o cartão combustível foi uma das modalidades de execução eleitas pelo Projeto.

Desta forma, as empresas/instituições interessadas em participar do processo para a contratação de empresa deverão entrar na página do Funbio (www.funbio.org.br) e retirar a especificação. Caso tenham interesse em participar da segunda etapa do processo será necessário encaminhar por e-mail, até o dia 07 de Março de 2014, manifestação de interesse demonstrando que fornecem os serviços conforme descritos na especificação, apresentando portfólio da empresa e área de abrangência dos serviços prestados.

As manifestações de interesse, devidamente embasadas, deverão ser encaminhadas identificadas como “Manifestação de Interesse para contratação de fornecimento de cartão combustível – Nome da sua empresa”, aos cuidados de Fernanda Jacintho, para  fernanda.jacintho@funbio.org.br

O Funbio entrará em contato, solicitando propostas, somente às empresas cujas manifestações de interesse em realizar o serviço forem selecionadas.

* Matéria publicada no site do Funbio em 18/02/2014

Notícias, Notícias dos Parceiros do Arpa

Fundo Amazônia destina R$ 24,4 milhões para terras indígenas

Amazonas adere ao Sistema do Cadastro Ambiental Rural (SiCAR), que assim chega a todo o país

Foram assinados, nesta quinta-feira (20/02), dois financiamentos do Fundo Amazônia no valor total de R$ 24,4 milhões para projetos de gestão ambiental sustentável em terras Indígenas do Amazonas, Pará e Mato Grosso. Os projetos são resultado da Política Nacional de Gestão Territorial e Ambiental de Terras Indígenas (PNGATI), que tem por objetivo promover e garantir a proteção, recuperação, conservação e uso sustentável dos recursos naturais das terras e dos territórios indígenas.

Os recursos são administrados pelo Banco Nacional do Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES). A cerimônia de assinatura aconteceu no Ministério do Meio Ambiente (MMA), com a presença da ministra Izabella Teixeira. Assinaram o termo de financiamento o diretor da área de Meio Ambiente do BNDES, Guilherme Lacerda, o secretário executivo da Secretaria Geral da Presidência da República, Diogo Santana, o secretário para aos Povos Indígenas do Amazonas, Bonifácio José Baniwa, que representou o governador do Amazonas, Omar Aziz, e a coordenadora da Iniciativa Amazônica do Instituto Socioambiental (ISA), Adriana Ramos. A presidente da Fundação Nacional do Índio (Funai), Maria Augusta Boulitreau Assirati, e a secretária de Meio Ambiente do Amazonas, Camila Amaral, os secretários do MMA de Extrativismo e Desenvolvimento Rural Sustentável, Paulo Guilherme Cabral, e de Mudanças Climáticas e Qualidade Ambiental, Carlos Augusto Klink, também participaram da cerimônia.

NOVA REALIDADE

“A PNGATI valoriza os territórios indígenas e viabiliza as políticas públicas por meio da articulação entre a União, os estados, a sociedade civil e os povos indígenas”, afirmou a ministra. “Esses projetos são um caminho pra gerar renda e emprego e trabalhar uma nova realidade socioambiental”.
O secretário Bonifácio José Baniwa, também avalia que a destinação desses recursos fortalece as diretrizes da PNGATI. “Representa o fortalecimento da política pública do governo brasileiro com as populações indígenas, ao promover a gestão ambiental e apoiar a atividade produtiva sustentável, priorizando a geração de trabalho e renda para os povos indígenas”, disse, destacando a importância da política de etnodesenvolvimento desenvolvida no Estado do Amazonas”, salientou.

Para a presidente da Funai, Maria Augusta Boulitreau Assirati, esses projetos são a concretização da PNGATI. “O desafio é equilibrar as ações de conservação ambiental e possibilidade de geração de renda, e esses projetos são um exemplo disso”, afirmou.

PROJETOS

O primeiro projeto conta com financiamento de R$ 16,4 milhões e beneficiará, direta e indiretamente, 35 mil índios em 28 terras indígenas de 15 municípios amazonenses, inclusive das etnias Tenharim e Jahui, na região de Humaitá. As atividades produtivas previstas no projeto foram definidas pelos próprios índios, público-alvo prioritário do Fundo Amazônia.

O objetivo deste primeiro projeto, denominado Gestão Ambiental Sustentável das Terras Indígenas do Estado do Amazonas, é reduzir as atividades exploratórias que levem à degradação de recursos naturais, por meio do apoio a atividades de monitoramento, fortalecimento institucional das associações locais, capacitação e fomento às atividades produtivas sustentáveis.

O segundo projeto, Sociobiodiversidade Produtiva no Xingu, desenvolvido pelo Instituto Socioambiental, conta com financiamento de R$ 8 milhões. Tem como objetivo apoiar a estruturação e o fortalecimento das cadeias de valor da sociobiodiversidade na Bacia do Xingu, abrangendo sementes e mudas florestais, borracha, castanha, pequi e frutas junto às populações indígenas, extrativistas e agricultores familiares. O projeto visa ao aumento da qualidade de vida dessas populações e à produção sustentável, agroflorestal e extrativista na Bacia do Rio Xingu, compreendendo 11 municípios no Estado de Mato Grosso e dois do Pará.

Na ocasião, também foi anunciada a adesão do Estado do Amazonas ao Sistema do Cadastro Ambiental Rural (SiCAR). O Amazonas será a 18º unidade da federação a aderir ao sistema. Os demais estados usam um sistema próprio para realizar o cadastro ambiental rural, cujos dados serão migrados para o sistema central no futuro.

SAIBA MAIS
PNGATI

A Política Nacional de Gestão Territorial e Ambiental de Terras Indígenas (PNGATI) foi instituída pelo Decreto nº 7.747, de 5 de junho de 2012, e tem o objetivo de promover e garantir a proteção, recuperação, conservação e o uso sustentável dos recursos naturais das terras e territórios indígenas. Além disso, procura assegurar a integridade do patrimônio indígena, a melhoria da qualidade de vida e as condições plenas de reprodução física e cultural das atuais e futuras gerações dos povos indígenas, respeitando sua autonomia sociocultural.

FUNDO AMAZÔNIA

Criado em 2008, o Fundo Amazônia já possui 92 projetos em carteira, totalizando R$ 1,5 bilhão. Deste total, 45 projetos, no valor de R$ 628 milhões, já estão contratados. O Fundo capta doações destinadas a investimentos não reembolsáveis em prevenção, monitoramento e combate ao desmatamento e ações de conservação e uso sustentável das florestas no bioma amazônico. O governo da Noruega, o banco de desenvolvimento alemão KfW e a Petrobras já destinaram recursos ao Fundo Amazônia.

SiCAR

O SiCAR é um sistema eletrônico, disponível no endereço www.car.gov.br, onde o proprietário ou posseiro de imóvel rural pode fazer o Cadastro Ambiental Rural (CAR), registro eletrônico obrigatório que tem por finalidade integrar as informações ambientais referentes à situação das Áreas de Preservação Permanente (APPS), das áreas de Reserva Legal, das florestas e dos remanescentes de vegetação nativa, das Áreas de Uso Restrito e das áreas consolidadas das propriedades e posses rurais do país.

O CAR está previsto na atual Lei Florestal, Lei nº 12.651, de 2012, e consiste em uma base de dados estratégica para controle, monitoramento e combate ao desmatamento das florestas e demais formas de vegetação nativa do Brasil, bem como para planejamento ambiental e econômico dos imóveis rurais.

* Matéria assinada por Letícia Verdi e publicada no site do Ministério do Meio Ambiente (MMA) em 20/02/2014

Notícias, Notícias das Unidades de Conservação, Notícias dos Parceiros do Arpa

Mosaico da Amazônia Oriental recebe operação de fiscalização

Ocorreu na segunda quinzena de janeiro atividade de fiscalização no Mosaico da Amazônia Oriental, que abrange áreas protegidas do Amapá e norte do Pará. Composta por fiscais do Instituto Chico Mendes de Consevação da Biodiversidade (ICMBio) e policiais do Batalhão Ambiental e contando com a colaboração dos indíos Wajãpi, a operação percorreu mais de 1.000 km de rios no Parque Nacional Montanhas do Tumucumaque, Floresta Nacional do Amapá, Floresta Estadual do Amapá e Terra Indígena Wajãpi.

A equipe de fiscalização flagrou um caçador no limite da Floresta Estadual do Amapá com o Parna Tumucumaque e dois no limite entre aquela e a Flona Amapá. Além disso, foram apreendidos três espingardas de calibre 12 e uma de calibre 22, munição, um badoque (arma artesanal utilizada em armadilhas), duas pacas (Agouti paca) e um veado-mateiro (Mazama americana). Os infratores foram conduzidos para as delegacias de Polícia Civil de Pedra Branca do Amapari e Ferreira Gomes.

A caça se constitui na maior ameaça à integridade da Flona Amapá e porção sudoeste do Parna Tumucumaque. Os caçadores que agem na região se deslocam de suas moradias, muitas vezes localizadas em comunidades ou cidades distantes a mais de 50 km, para estas unidades de conservação (UCs). Há evidências de que a carne de caça é comercializada para uma clientela urbana que geralmente encomenda e arca com os custos logísticos das caçadas.

Na ação de fiscalização as equipes do parque nacional e da floresta nacional tiveram a oportunidade de compartilhar suas vivências nas atividades de fiscalização, além de discutir estratégias de repressão à caça. O objetivo é experimentar e consolidar práticas de fiscalização para realização de outras operações de forma integrada e construção de um plano de proteção para o mosaico.

 

Comunicação ICMBio
(61) 3341-9291

* Matéria publicada no site do ICMBio em 06/02/2014

Notícias, Notícias dos Parceiros do Arpa

Funbio abre vaga na Assessoria de Comunicação e Redes

Está aberto o processo de recrutamento para Analista na Assessoria de Comunicação e Redes do Funbio.

A Assessoria de Comunicação e Redes tem como objetivo ampliar a capacidade de interlocução e ação do Funbio com a equipe interna e parceiros externos nacionais e globais, de forma a garantir a sua articulação com as mais importantes instituições comprometidas com a conservação da biodiversidade no mundo.

A descrição completa da vaga está no termo de referência. Clique aqui para baixá-lo.

Os candidatos devem responder ao questionário online (pt.surveymonkey.com/s/ascomfunbio) e enviar CV para vagas@funbio.org.br até 14 de fevereiro.

* Matéria publicada no site do Funbio em 31/01/2014

Notícias, Notícias das Unidades de Conservação, Notícias dos Parceiros do Arpa

ICMBio e parceiros articulam ações da ‘Desintrusão da TI Awá’

Na manhã da última quarta-feira (5), coordenadores das equipes que atuam na operação “Desintrusão da Terra Indígena Awá” discutiram a necessidade de aperfeiçoar a agenda conjunta de proteção territorial da região. As equipes do Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio), Fundação Nacional do Índio (Funai), Centro Gestor e Operacional do Sistema de Proteção da Amazônia (Censipam), Agência Brasileira de Inteligência (Abin) e Exército Brasileiro se reuniram na base operacional da Reserva Biológica do Gurupi (MA), limítrofe com aquela terra indígena (TI).

Foram apresentados os resultados da operação até o momento e seu planejamento futuro para a equipe de agentes do Instituto Chico Mendes e do Batalhão de Polícia Ambiental do Maranhão que estão na base operacional do ICMBio monitorando possíveis deslocamentos dos notificados da TI Awá para a Rebio. As equipes afinaram o planejamento de proteção ambiental para o restante da operação com a sistematização de ocorrência de ilícitos ambientais na região. O ICMBio continuará realizando ações de campo com o apoio do Batalhão da Polícia para monitorar a ocorrência de deslocamento de ocupantes da terra indígena para a unidade de conservação (UC).

A reunião foi muito importante, pois dá continuidade a uma agenda estratégica para a proteção de todo esse complexo – Rebio do Gurupi, TI Awá, TI Caru e TI Alto Turiaçu, últimas áreas de Floresta Amazônica preservadas no estado do Maranhão. Ao final do encontro foi marcada reunião a ser realizada no início do mês de abril para a elaboração de uma agenda de trabalho. Essa articulação é uma medida que consta no eixo de vigilância pós ação.

A operação “Desintrusão da TI Awá” é formada por uma equipe interministerial, coordenada pela Funai, Secretaria-Geral da Presidência da República, e composta pelo Ministério da Defesa (Exército e Força Aérea Brasileira), polícias Federal e Rodoviária Federal, Força Nacional, ICMBio, Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama), Gabinete de Segurança Institucional/Abin, Censipam, Ministério do Desenvolvimento Agrário/Incra e Instituto Nacional do Seguro Social (INSS).

Leia matéria relacionada: ICMBio participa da operação de desintrusão da TI Awá.
Comunicação ICMBio
(61) 3341-9280

* Matéria publicada no site do ICMBio em 10/02/2014

Notícias, Notícias dos Parceiros do Arpa

SDS realiza consultas públicas dos Planos de Gestão da UCs da BR 319

A Secretaria de Estado do Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável (SDS) informa que dará início às consultas publicas dos planos de gestão das Unidades de Conservação (UCs) da área de influencia da BR 319. Considerações podem ser enviadas para o email consultapublicaceuc@gmail.com.

Abaixo a tabela com as datas e locais das consultas por Unidade de Conservação.

Calendário das Consultas Públicas

Assessoria de Comunicação SDS
(92) 3659-1828
* Matéria publicada no site da Secretaria de Estado do Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável do Amazonas