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Programa Arpa busca fornecedores de equipamentos fotovoltaicos

O Programa Áreas Protegidas da Amazônia (ARPA), maior iniciativa de proteção de florestas tropicais do mundo, tem como objetivo a expansão e fortalecimento do Sistema Nacional de Unidades de Conservação (SNUC) na Amazônia, a partir da proteção de 60 milhões de hectares na Amazônia – 12% da região, assegurando recursos financeiros para a gestão destas áreas e contribuindo para o desenvolvimento sustentável regional.

Criado em 2002, é coordenado pelo Ministério do Meio Ambiente (MMA) e financiado com recursos do Global Environment Facility (GEF)/Banco Mundial, do governo da Alemanha/KfW, do Fundo Amazônia/ BNDES, WWF-Brasil e setor empresarial (Natura e O Boticário), além de contrapartida do Governo Federal e governos estaduais, que totalizarão 395 milhões de dólares.

O Fundo Brasileiro para biodiversidade (Funbio) é a instituição responsável pelo gerenciamento dos recursos financeiros, pelas atividades de aquisições e contratações para as unidades de conservação (UCs).

As empresas interessadas deverão manifestar interesse disponibilizando as seguintes informações:

• CNPJ da empresa;
• Portfólio
• Outros documentos que julguem necessários.

Os documentos deverão ser enviados por e-mail para maria.bernadette@funbio.org.br e procurement@funbio.org.br, identificados como “Manifestação de Interesse_equipamentos fotovoltaicos_2015” até o dia 02/02/2015.

Somente serão selecionadas para participação no processo, empresas que disponibilizarem todas as informações solicitadas acima.

O processo será conduzido de acordo ao Manual para Contratações e Aquisições do Funbio, que se encontra no site, na seção “compras e contratações”.

* Publicado no site do Funbio em 26/01/2015

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Funbio abre processo de seleção para vagas de estágio

O órgão gestor financeiro do Programa Arpa tem vagas de estágio abertas. Conheça as oportunidades

ESTÁGIO – UNIDADE OPERACIONAL FINANÇAS

Perfil do candidato:

  • Escolaridade – Cursando a partir do 4º período dos cursos de Administração de Empresas;
  • Conhecimentos de informática no pacote Office, com ênfase em Excel, e disposição para aprender outros sistemas de uso interno;
  • Conhecimentos de introdução à contabilidade e básicos de planejamento; conhecimentos de administração financeira (fluxo de caixa e controle de orçamento).

Acesse aqui o TdR (Termo de Referência) da vaga

As principais atividades do cargo são:

  • Apoiar na preparação de documentação para a abertura ou encerramento de contas bancárias;
  • Auxiliar no trabalho das conciliações bancárias;
  • Acompanhar as Contas Vinculadas referentes aos projetos, reportando desvios para o superior hierárquico;
  • Auxiliar na conferência das prestações de contas das contas vinculadas;
  • Auxiliar na prestação de contas e relatoria para Doadores.

 

 ESTÁGIO – CONTABILIDADE

Perfil do candidato:

  • Escolaridade – Cursando a partir do 5º período do curso Ciências Contábeis;
  • Ter experiência de no mínimo de 6 (seis) meses, em estágio na área contábil;
  • Conhecimentos básicos em introdução à contabilidade e planejamento;
  • Conhecimentos de informática no pacote Office, com ênfase em Excel, e disposição para aprender outros sistemas de uso interno.

Acesse aqui o Tdr (Termo de Referência) da vaga.

As principais atividades do cargo são:

  • Auxiliar nas baixas contábeis;
  • Classificar, analisar e conciliar as contas bancárias e patrimoniais;
  • Participar do Assessoramento à Coordenadora da área na execução contábil dos projetos do Funbio;
  • Participar do Acompanhamento da auditoria externa;

Interessados deverão encaminhar os currículos para vagas@funbio.org.br até 27/01/2015.

* Originalmente publicado no site do Funbio em 16/01/2015

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Arpa contrata consultoria para elaboração do plano de manejo da Resex Rio Preto Jacundá (RO)

O Programa Áreas Protegidas da Amazônia (ARPA), maior iniciativa de proteção de florestas tropicais do mundo, tem como objetivo a expansão e fortalecimento do Sistema Nacional de Unidades de Conservação (SNUC) na Amazônia, a partir da proteção de 60 milhões de hectares na Amazônia – 12% da região, assegurando recursos financeiros para a gestão destas áreas e contribuindo para o desenvolvimento sustentável regional. Criado em 2002, é coordenado pelo Ministério do Meio Ambiente (MMA) e financiado com recursos do Global Environment Facility (GEF)/Banco Mundial, do governo da Alemanha/KfW, do Fundo Amazônia/ BNDES, WWF-Brasil e setor empresarial (Natura e O Boticário), além de contrapartida do Governo Federal e governos estaduais, totalizando 395 milhões de dólares.O Fundo Brasileiro para Biodiversidade (FUNBIO) é a instituição responsável pelo gerenciamento dos recursos financeiros, pelas atividades de aquisições e contratações para as unidades de conservação (UCs) e pela gestão de ativos do Fundo de Áreas Protegidas (FAP), um fundo fiduciário que irá garantir a continuidade das ações em longo prazo.Convidamos as empresas / instituições interessadas neste processo seletivo a manifestarem-se até o dia 31 de janeiro de 2015, demonstrando que são qualificadas para desempenhar os serviços descritos no TdR (Termo de Referência) abaixo.

Clique aqui para ler o TdR

Os documentos, comprovando a capacidade técnica adquirida a partir da realização de trabalhos que se enquadrem no perfil estabelecido no TdR, deverão ser enviados por e-mail para juliana.penna@funbio.org.br, identificado como “Manifestação de interesse consultoria PJ – plano de manejo Resex Rio Preto Jacundá”.

Somente serão selecionados para participação no processo as empresas e instituições que cumprirem com os requisitos solicitados.

O processo será conduzido em acordo ao Manual para Contratações e Aquisições do Funbio, que se encontra neste site.
Os recursos para pagamento dos serviços advêm do contrato assinado entre o BNDES e o Funbio para a implementação do Programa Áreas Protegidas da Amazônia (ARPA) fase II.

* Originalmente publicado no site do Funbio em 15/01/2015

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Realizado curso de procedimentos do Programa Arpa

A Academia Nacional da Biodiversidade (Acadebio) recebeu os participantes do curso de Procedimentos do Programa Áreas Protegidas da Amazônia (ARPA), de 8 a 10 de dezembro, com o intuito de orientar os gestores sobre os diversos procedimentos usados cotidianamente pelas Unidades de Conservação (UCs) apoiadas pelo Programa.

Organizado pelo Fundo Brasileiro para a Biodiversidade (Funbio), gestor dos recursos financeiros do Arpa, o curso apresentou o sistema de planejamento, execução e acompanhamento do Programa para os servidores do Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio) e de órgãos estaduais de meio ambiente.

Nathalia Dreyer, bióloga e integrante da gerência do Programa, relatou que o curso é um pré-requisito para que os gestores possam assinar contas vinculadas ao Programa em conjuntura com o Funbio e, para isso, foram também apresentados procedimentos, regras e orientações dos modos de execução desses recursos financeiros nas UCs.

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Embaixador da Alemanha visita a UC Parque Nacional de Anavilhanas (AM)

O Embaixador da Alemanha Dirk Brengelmann e o cônsul honorário do país em Manaus, Martin Klenke, visitaram em 12 de dezembro de 2014 o Parque Nacional de Anavilhanas (AM). O objetivo da missão foi conhecer o modelo de gestão, os avanços e desafios da Unidade de Conservação apoiada pelo Programa Arpa.

Também participaram da visita Hubert Eisele, do Banco de Desenvolvimento da Alemanha (KfW), Ingrid Prem, da Agência Alemã de Cooperação Internacional (GIZ), Roberto Vizentin, do Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio) e Renata Gatti, do Ministério do Meio Ambiente (MMA). O grupo participou de um sobrevoo que evidenciou belezas naturais do Parque, navegou pelo Rio Negro, visitou o flutuante dos botos e fez um passeio noturno para observar a fauna.
                                  O governo da Alemanha, por meio do Banco KfW, apoia financeiramente o Arpa desde a sua Fase I. Saiba mais sobre os doadores do Programa aqui.
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ICMBio lança revista e site sobre a gestão de áreas protegidas

O Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio) lançou, nessa quinta-feira (11), a revista e o site “Práticas inovadoras na Gestão de Áreas Protegidas”.

A publicação e o site reúnem 27 experiências bem sucedidas na gestão de Unidades de Conservação (UC) desenvolvidas pelos servidores do ICMBio, em busca de soluções para problemas do dia a dia das UCs.

As práticas apresentadas foram selecionadas por dois critérios: solucionar problemas que afetavam as unidades e o potencial de replicabilidade. “A intenção é que os gestores das unidades possam aprender com a experiência dos outros”, explica o diretor de Ações Socioambientais (Disat/ICMBio), João Arnaldo Novaes.

O projeto “Práticas Inovadoras na Gestão de Áreas Protegidas” busca qualificar a gestão e atender às demandas por conhecimento e intercâmbio de experiências nos diversos temas que permeiam a gestão das 320 unidades de conservação administradas pelo ICMBio, em todo o país.

“Nestas experiências, as comunidades abraçaram as UCs. Isso aconteceu porque as unidades souberam se abrir e reconhecer que sem essa participação nós não teremos chance”, destaca o presidente do ICMBio, Roberto Vizentin.

O Instituto de Pesquisas Ecológicas (IPÊ) participou do grupo de trabalho formado ‡por ‡pesq‚uisadores e es‡pecialistas em €gestão de áreas ‡proteg€idas p‡ara analisar as iniciativas. “A gente precisa enaltecer essas pessoas que têm a coragem de quebrar a inércia e ir atrás. Eu fico fascinada com isso”, elogia a presidente do IPÊ, Suzana Pádua.

“O apoio social é o limiar entre a crise e o sucesso. A relação com a sociedade é que dá a diretriz e faz a diferença”, orienta Novaes. “Mostramos para a sociedade e para os gestores como é possível, com criatividade e com um pouco de apoio, fazer coisas extraordinárias e avançar na implementação das unidades”, conclui.

Reserva Extrativista Soure (PA)

Com a implementação do Programa de Voluntariado (em 2013), a UC desenvolveu o projeto “Praias de Soure: nosso paraíso marajoara” com a sociedade civil. Voltado para o ordenamento do uso público, desenvolvimento de atividades culturais e de educação ambiental nas praias, motivou o surgimento de outros projetos, entre eles, o “Mãos ao Lixo” que tratou do problema do lixo com as associações das comunidades e bairros de beneficiários da UC.

Os resultados positivos trouxeram outras pessoas para o programa. No inicio de 2014, a unidade abriu um novo período de inscrição de voluntariado e recebeu 92 inscrições.

Reserva Extrativista do Médio Purus (AM)

As Reserva Extrativistas devem promover o uso sustentável dos recursos naturais e implementar estratégias de conservação que envolvam as comunidades locais.

O pirarucu é uma das maiores espécies de peixes de água doce do mundo, pode atingir até 3 metros de comprimento e pesar 250 quilos. A espécie tem ocorrência registrada em toda a bacia amazônica e costuma ser encontrada em lagos. A captura dos peixes de forma desordenada tem levado a uma diminuição dos indivíduos da espécie.

Foram construídos acordos com as comunidades locais para determinar os tipos de uso que seriam permitidos em cada um desses lagos. Os destinados à conservação estrita foram mantidos em constante vigilância e os lagos de pesca para consumo tiveram o seu uso permitido, de acordo com as regras acordadas.

Com essa prática, houve aumento do número de peixes e as comunidades pescaram cerca de 12 toneladas de pirarucu, sendo um total de 134 peixes provenientes de dois lagos da Reserva.

Sobre o projeto Práticas Inovadoras na Gestão de Áreas Protegidas

É uma iniciativa do ICMBio, em parceria com o Instituto de Pesquisas Ecológicas (IPÊ), a Agência Alemã de Cooperação Internacional (GIZ) e a Fundação Gordon and Betty Moore, para valorizar e estimular o diálogo a partir da divulgação de práticas de gestão que colaboram de forma articulada e coordenada para a implementação das Unidades de Conservação e, consequentemente, para a consolidação do Sistema Nacional de Unidades de Conservação da Natureza (SNUC).

Fonte:

Instituto Chico Mendes

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Biodiversidade em unidades de conservação é destaque de publicação

Quando lançado em 2012, o Observatório de UCs se propôs a reunir dados essenciais para o conhecimento, o monitoramento e a avaliação de unidades de conservação (UCs) no Brasil. Desde então a plataforma digital tem apresentado significativos resultados como o levantamento de espécies da fauna e flora brasileira e a compilação de informações relevantes, para a gestão de áreas protegidas no Brasil, de artigos científicos, teses e planos de manejo. De lá para cá, foram listados e disponibilizados 75.540 registros de mais de 17 mil espécies de plantas, invertebrados, peixes, anfíbios, répteis, aves e mamíferos em 417 unidades federais e estaduais.

O resultado desse esforço está presente na publicação Observatório de UCs: Biodiversidade em Unidades de Conservação, recém-lançada pelo WWF-Brasil e disponível no link ao lado. “Existem muitas informações importantes sobre as espécies que ocorrem nas UCs brasileiras, mas elas estão espalhadas em várias fontes e bases de dados. A publicação visa destacar a enorme riqueza dessas áreas e divulgar o que conseguimos compilar depois de dois anos de trabalho”, explica Mariana Napolitano, especialista em Políticas Públicas do WWF-Brasil.

As unidades de conservação (UCs) representam um patrimônio nacional de valor inestimável, com enorme potencial para promover benefícios significativos ao bem-estar humano e ao desenvolvimento do país de forma racional e sustentada. São áreas voltadas à manutenção da biodiversidade, à proteção de espécies ameaçadas e à promoção do desenvolvimento sustentável, além de proporcionar meios e incentivos para o desenvolvimento de pesquisas, educação ambiental e uso público.

O Brasil abriga a maior biodiversidade terrestre do mundo, sendo responsável por 15 a 20% dos 1,5 milhões de espécies na Terra. Além disso, o país contribui com cerca de 12% de todas as áreas protegidas do mundo, com mais de 150 mil km2 em UCs. A conservação de paisagens naturais em vastas extensões de território garante não apenas a qualidade da água e a manutenção de modos de vida tradicionais, mas também a persistência de um grande número de espécies que não toleram alterações no seu ambiente. Áreas com altíssima riqueza de aves, mamíferos, répteis, anfíbios, peixes, invertebrados e plantas estão protegidas em doze categorias de unidades de conservação federais ou estaduais nos diferentes biomas brasileiros, reduzindo o risco de extinção de muitas delas.

Mesmo com o aumento no número de estudos realizados em unidades de conservação no Brasil, evidenciado pelas solicitações de licenças de pesquisa ao Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio) – entre 2010 e 2011, o Instituto concedeu 4.155 licenças de pesquisa em UCs federais, apenas algumas delas são satisfatoriamente conhecidas com relação às espécies que lá ocorrem.

UCs brasileiras
Os dados de biodiversidade reunidos no Observatório de UCs podem ser utilizados para diversos fins, desde o planejamento para a criação de novas áreas protegidas, como a elaboração de planos de manejo, a revisão das listas de espécies ameaçadas, a realização dos relatórios de licenciamento e a realização de pesquisas.

As informações do site revelam que a maior parte das UCs com alguma informação sobre biodiversidade está na Mata Atlântica. Entretanto, foi registrado maior número de espécies nas UCs da Amazônia, devido principalmente ao grande esforço de coleta documentado pelos planos de manejo das unidades de conservação apoiadas pelo Programa Áreas Protegidas da Amazônia (Arpa). Das 96 UCs apoiadas pelo Arpa, 55 têm informações sobre biodiversidade disponíveis no Plano de Manejo e/ou em publicações científicas. São Paulo, Minas Gerais, Paraná, Rio Grande do Sul e Bahia são os estados com maior número de UCs com alguma informação sobre biodiversidade. Porém, com relação ao número de espécies, existem mais registros disponíveis para os estados do Amazonas, São Paulo, Mato Grosso e Paraná.

A UC com maior número de registros é a Estação Ecológica de Maracá (2.726 espécies), criada em 1981 no estado de Roraima. A seguir, vem o Parque Nacional Montanhas do Tumucumaque (PNMT), que abriga 2.392 espécies nos seus 3,8 milhões de hectares.

O PNMT apresenta ecossistemas florestais em excepcional estado de conservação, sendo que os sinais de perturbação causada pelo homem são bem raros. Até o momento, foram registradas 1.578 espécies de plantas e 366 espécies de aves. Os anfíbios estão representados por 70 espécies e os répteis por 86 espécies, sendo que algumas ainda são desconhecidas pela ciência. Espécies novas também foram encontradas entre as 207 espécies de peixes aí registradas. Já entre as 105 espécies de mamíferos que ocorrem no parque, estão animais ameaçados e espécies endêmicas do Escudo das Guianas.

Outro Parque Nacional que merece destaque é o Cavernas do Peruaçu. Criado em 1999, protege quase 57 mil hectares no norte de Minas Gerais. Além de abrigar 140 cavernas, mais de 80 sítios arqueológicos e pinturas rupestres, ocorrem no Parque cerca de 1.100 espécies de animais e plantas, entre os quais 290 aves e 56 mamíferos, muitos ameaçados de extinção. Pesquisas realizadas no parque e seu entorno já trouxeram surpresas, como o registro do raro cachorro-vinagre e de um lobo-guará de cor preta.

* Matéria publicada no site da WWF Brasil em 01/12/2014

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Servidores do Naturatins participam de oficina para implementação da terceira fase do programa Arpa

Os servidores do Instituto Natureza do Tocantins – Naturatins e ponto focal do ARPA, Gino Machado de Oliveira e Nilza Verônica Amaral (suplente/Arpa), participaram na última terça feira, 25, em Brasília (DF), da oficina “Cenários para a implementação da fase III do programa ARPA” organizada pelo WWW Brasil em parceria com o Ministério do Meio Ambiente – MMA. O evento teve como objetivo discutir os requerimentos e as dúvidas a respeito da implementação da Fase III do Programa Arpa, no âmbito dos Estados da Amazônia. Essa fase do Programa, com prazo de duração de 25 anos, terá por meta consolidar 60 milhões de hectares de Unidades de Conservação – UC no bioma Amazônia, nos âmbitos federal e estadual e ainda apoiará o desenvolvimento de estudos à criação de novas UCs.

Para a implementação dessa fase foi criado um Fundo de Transição – FT – que objetiva prover recursos e incentivos para que os governos, federal e estaduais amazônicos, possam viabilizar a criação de seis milhões de hectares de novas UC; completar a consolidação de 60 milhões de hectares de UC e manter essas UCs; e aumentar, de forma gradativa, os recursos fornecidos pelos governos ao Programa ARPA, de forma que, após um período de 25 (vinte e cinco) anos, esses governos financiem cem por cento dos custos do ARPA, sem qualquer suporte adicional do FT ou de quaisquer outros fundos de doadores.

A meta financeira para o Fundo de Transição financiar essa terceira fase é de USD 215 milhões, dos quais USD 68 milhões foram captados até setembro de 2014.

O Programa Arpa fará uso das fontes de recursos ordinários do MMA e suas entidades vinculadas; de recursos ordinários, materiais e humanos aportados pelos governos estaduais, destinados à manutenção e consolidação de UC sob sua gestão; e, recursos a serem alocados por doações privadas nacionais e internacionais.

O MMA, através da Portaria nº187, de 22 de maio de 2014, estabeleceu que todos os parceiros do Programa Arpa, entre eles o Tocantins, e os demais membros do Comitê de Gestão do Programa deverão estabelecer mecanismos financeiros e planejar o aporte gradual de recursos para atender às necessidades de implementação das UC. O Programa Arpa representa hoje a principal estratégia de conservação da biodiversidade para o Bioma Amazônico, garantindo a efetividade de parte significativa do Sistema Nacional de Unidades de Conservação (SNUC), figurando como parte importante das políticas de prevenção e combate ao desmatamento ilegal e buscando manter bases ecológicas para o desenvolvimento do país.

O QUE É O PROGRAMA ARPA

O Programa Arpa é um programa do Governo Federal, criado e implementado em parceria com órgãos estaduais da Amazônia, instituições privadas e sociedade civil para promover a conservação de áreas protegidas nessa região em bases sustentáveis. O Programa Arpa tem por objetivo consolidar, no mínimo, 60 (sessenta) milhões de hectares de UC no bioma amazônico, de modo a assegurar a conservação da biodiversidade na região e contribuir para o seu desenvolvimento sustentável de forma descentralizada e participativa.

Além de assegurar a conservação de uma amostra representativa da biodiversidade da Amazônia, o Programa Arpa também tem como meta a manutenção de serviços ecossistêmicos na região, inclusive aqueles relacionados com a mitigação e adaptação às mudanças climáticas.

O QUE É O FUNDO DE TRANSIÇÃO – FT

O FT é um mecanismo de financiamento de longo prazo e extinguível, de caráter privado, criado por meio de contratos entre entidades, pessoas físicas e jurídicas, doadoras brasileiras e estrangeiras.

* Matéria publicada no site do Naturantins em 28/11/2014

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WWF-Brasil lança livros sobre o Mosaico da Amazônia Meridional

Com o objetivo de disseminar informações sobre uma região de extrema importância da Amazônia brasileira, o WWF-Brasil lançou, este mês, duas publicações sobre o Mosaico da Amazônia Meridional (MAM), que estão disponíveis gratuitamente para download em nosso site.

O Mosaico da Amazônia Meridional é formado por 40 Unidades de Conservação, federais e estaduais, distribuídas entre os estados de Amazonas, Mato Grosso e Rondônia, num território de mais de 7 milhões de hectares – similar ao tamanho da Irlanda.

Com os títulos “Mosaico da Amazônia Meridional: Vencendo limites geográficos e integrando gestão” e “Mosaico da Amazônia Meridional”, os livros buscam tornar esta área mais conhecida por toda a sociedade.

A primeira publicação apresenta o que é o Mosaico da Amazônia Meridional, sua história, importância, criação e gestão atual. Além disso, o livro traz as prioridades, os planos de ação e os projetos do Mosaico, quem têm como objetivo final garantir a integridade daquela região.

O segundo livro, em formato de cartilha, foi ilustrado pela desenhista Érica Bettiol e tem como público as comunidades ribeirinhas que vivem nas pequenas cidades e nas zonas rurais. A obra tem uma linguagem mais didática e objetiva e será distribuída em escolas, associações de classes e prefeituras.

“Queremos que as populações do interior do Mosaico da Amazônia Meridional saibam o que são as unidades de conservação, sua relevância e passem a defendê-las e a protegê-las. Os livros têm uma importância fundamental, porque é através da informação e do conhecimento que as pessoas se engajam em causas vinculadas à proteção e à sustentabilidade”, afirmou a analista de conservação do WWF-Brasil, Jasylene Abreu.

Os dois livros serão distribuídos para órgãos governamentais, associações, cooperativas, sindicatos, servidores públicos e comunidades – e também estão disponíveis para download gratuito em wwf.org.br/publicacoes.

Partilhando recursos

O WWF-Brasil apoiou diretamente os estudos que subsidiaram a criação do Mosaico da Amazônia Meridional. Em outubro de 2011, o WWF-Brasil organizou a primeira reunião dos gestores do MAM para definir o regimento interno, discutir a composição do conselho e analisar o planejamento estratégico do mosaico.

Por meio do Mosaico da Amazônia Meridional, os gerentes das unidades e entes públicos como secretarias estaduais de Meio Ambiente, em conjunto com o governo federal, partilham recursos e realizam planejamentos em conjunto. Deste modo, é mais fácil e produtivo monitorar e defender os recursos naturais.

Integram o Mosaico da Amazônia Meridional, entre outras unidades, o Parque Nacional do Juruena; o Parque Nacional dos Campos Amazônicos; e as nove unidades localizadas no Sul do Amazonas que compõem o Mosaico do Apuí.

Mosaicos são conjuntos de Unidades de Conservação e outras áreas protegidas que são geridos de forma integrada.

* Matéria assinada por Jorge Eduardo Dantas e publicada no site da WWF Brasil em 27/11/2014

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Programa Arpa promove novo curso de procedimentos em São Paulo

De 8 a 10 de dezembro, acontece em São Paulo uma nova edição do curso de procedimentos do Arpa. A expectativa é que pelo menos 25 gestores do Programa participem da formação, que vai ser ministrada pelo Funbio na Academia Nacional de Biodiversidade (ACADEBIO) do Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio).

Os Pontos Focais devem informar à gerência do Funbio pelo email gerencia.arpa@funbio.org.br que gestores vão participar do curso até 25 de novembro, terça-feira, para que haja tempo hábil de organizar a viagem de todos os participantes. A gerência do Arpa informa que todos os novos gestores devem ser indicados para a formação. Mais informações podem ser obtidas pelo telefone (61) 2028-2295.