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Curso capacita professores da região do Vale do Jari

O Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio), por meio do Parque Nacional Montanhas do Tumucumaque e da Estação Ecológica do Jari, em conjunto com a Universidade Federal do Amapá (UNIFAP), realizará no período de 26 a 29 de setembro, no Vale do Jari (Laranjal Jari, Vitória do Jari-AP e Monte Dourado-PA), o módulo de capacitação do Curso de Pedagogia de Projetos em Temas Ambientais (CPPTA).

Apoiado pelo Programa Áreas Protegidas da Amazônia (ARPA), do Ministério do Meio Ambiente (MMA) e pelo WWF-Brasil, o CPPTA visa contribuir para o aperfeiçoamento dos professores na construção de projetos interdisciplinares, além de sensibilizar para o tratamento dos problemas ambientais da comunidade dos municípios que envolvem o Vale do Jari, utilizando as unidades de conservação (UC) federais como centro de referência em educação ambiental.

O curso representa um conjunto de ações que busca estimular nas escolas o desenvolvimento de projetos que tenham como foco os problemas das comunidades onde estão inseridas. As escolas convidadas a participar da iniciativa estão situadas em locais estratégicos para gestão destas unidades de conservação. Com o fortalecimento das escolas, como espaços de discussão sobre a qualidade de vida das comunidades, ampliam-se os canais de diálogo entre a sociedade e as equipes gestoras das UC.

O foco não é somente a comunidade escolar. O CPPTA é uma estratégia para auxiliar no despertar de uma relação de pertencimento entre as comunidades e as áreas protegidas. Possui o objetivo de confrontar o discurso de que esses espaços são obstáculos ao desenvolvimento da regional. Esse momento de nivelamento de conceitos, entendimentos sobre a realidade vivenciada pelas comunidades e práticas didático-pedagógicas foi marcado pela apresentação de meios que podem estimular a maior participação das pessoas na identificação dos principais problemas socioambientais que as afligem e na busca coletiva de alternativas.

O Curso de Pedagogia de Projetos em Temas Ambientais do Vale do Jari trabalhará diretamente com, aproximadamente, 20 professores da rede pública de ensino, além de técnicos das secretarias municipais de Meio Ambiente e Educação. A realização do curso de capacitação também conta com apoio técnico de colaboradores do Instituto de Desenvolvimento Rural do Amapá, Secretaria Estadual de Educação, Secretarias Municipais de Educação de Laranjal do Jari, Vitória do Jari e Monte Dourado e Fundação Jari.
Comunicação ICMBio


(61) 3341-9280

* Matéria publicada em 24/09/2013

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Avanços e desafios: 1ª reunião do Comitê Executivo revela panorama do Projeto Terra do Meio

A primeira reunião do comitê executivo do Projeto Terra do Meio aconteceu na última quinta-feira (29) e teve o objetivo de avaliar o progresso da iniciativa. O grupo também definiu a estratégia de continuidade do projeto, que inclui ações prioritárias voltadas à consolidação das Unidades de Conservação (UCs) da região e a execução de um plano de comunicação. O encontro aconteceu em Brasília (DF) e foi mediado pelo coordenador do Projeto, Sergio Carvalho.

Para Roberto Cavalcanti, Secretário de Biodiversidade e Florestas do Ministério do Meio Ambiente, é  fundamental fortalecer os Arranjos Produtivos Locais (APLs) que já existem nas UCs da Terra do Meio. “Os problemas e as oportunidades mudam. Os conceitos de gestão adaptativa e manejo adaptativo precisam estar no centro desse Projeto”, defendeu o secretário, depois de ressaltar os dois maiores objetivos do Projeto: “devemos ter como foco a consolidação das UCs  e o fortalecimento dos APLs”.

Comitê Executivo do Projeto reunido em Brasília (DF) para discutir os avanços e desafios do Projeto. Foto: Fábia Galvão

Danielle Calandino, gerente do projeto no Fundo Brasileiro para a Biodiversidade (Funbio), apresentou a execução financeira das UCs da Terra do Meio, entre janeiro de 2012 a julho de 2013. Nesse período, foram gastos 508 mil euros da primeira parcela liberada pela União Europeia que, até outubro de 2014, vai disponibilizar um total de 6.985.000 euros.

A interlocutora do Funbio também apresentou o plano de comunicação do Terra do Meio, que tem como objetivos difundir o Projeto nacional e internacionalmente, comunicar o apoio da União Europeia à iniciativa e apoiar atividades das UCs que precisam de comunicação e engajamento. “Fazem parte do plano ações que dêem visibilidade à Terra do Meio, estabeleçam canais de comunicação, apoiem o calendário de eventos do projeto, promovam a comunicação interna e forneçam orientação para a produção de materiais institucionais e a aplicação das logomarcas de patrocinadores e apoiadores”, explicou Danielle Calandino.

Avanços em campo


Caio Pamplona, coordenador geral de criação e manejo do ICMBio, relatou os resultados da revisão do planejamento das Unidades, que otimizou a contratação de consultorias e estabeleceu níveis de execução para ações como: demarcação, sinalização e obras. Caio também apresentou um cronograma com propostas de execução, que prevê a aquisição de equipamentos e a contratação de consultorias para o trimestre que começa em setembro de 2013 a vai até o fim do projeto, outubro de 2014.

Joyce Lameira, representante da Secretaria de Estado de Meio Ambiente do Estado do Pará (SEMA/PA) apresentou dados sobre a consolidação das UCs da região. A técnica falou sobre os avanços destacando a formação de conselhos, questões de infraestrutura e planos de manejo das UCs: Flota do Iriri e APA Triunfo do Xingu. “O projeto Terra do Meio alavancou essas áreas”, afirmou Joyce.

Diante dos resultados apresentados, a representante da Delegação da União Europeia (UE), Cristina Carvalho, constatou o avanço do projeto e declarou a satisfação dessa representação. “Queremos deixar um legado que faça a diferença na região da Terra do Meio”, declarou Cristina. A gestora de projetos explicou que vão haver mudanças na cooperação bilateral entre a UE e o Brasil em 2014, mas a previsão de recursos para iniciativas na área ambiental no país continua. “O Ministério do Meio Ambiente é o que mais apresenta propostas e recebe recursos dentro da iniciativa dos Diálogos Setoriais, e isso vai continuar”, concluiu.

Durante o encontro, o comitê executivo do Terra do Meio também definiu as próximas reuniões do grupo. Acompanhe as novidades do Projeto no site do Programa Áreas Protegidas da Amazônia (Arpa).

Saiba mais


Projeto Terra do Meio


Desenvolvido entre janeiro de 2012 e outubro de 2014, o Projeto Terra do Meio tem a missão de contribuir com a redução do desmatamento e com a conservação da biodiversidade da região Amazônica a partir do apoio à consolidação de 11 (onze) Unidades de Conservação na região denominada Terra do Meio. Localizada na porção central do sul do estado do Pará, a região sofre com três grandes frentes de pressão antrópica: a rodovia Altamira-Itaituba ao norte; a rodovia Cuiabá-Santarém a oeste; e a mais exposta fronteira agrícola do bioma Amazônico ao sudeste. O mosaico é parte de um vasto território de áreas protegidas contíguas, que abrange 28 milhões de hectares, e que faz da região o 2º maior corredor de biodiversidade do Brasil.

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ARPA: referência na conservação da biodiversidade

O Brasil ainda tem muito o que avançar quando se trata de conservação da natureza e implementação de unidades de conservação. Por outro lado, também temos do que nos orgulhar. Entre as boas iniciativas do país, uma delas se tornou referência mundial: o Arpa, maior programa de conservação da biodiversidade em florestas tropicais do mundo, coordenado pelo Ministério do Meio Ambiente (MMA) e gerenciado financeiramente pelo Fundo Brasileiro para a Biodiversidade (Funbio).

O Programa Áreas Protegidas da Amazônia (Arpa) é financiado com recursos do Global Environment Facility (GEF), por meio do Banco Mundial; do governo da Alemanha, por meio do Banco de Desenvolvimento da Alemanha (KfW); da Rede WWF, por meio do WWF-Brasil; e do Fundo Amazônia, por meio do BNDES.

Com o apoio a 95 unidades de conservação no bioma, o Programa tem contribuído para a preservação de uma área de 52 milhões de hectares. Criado em 2002, com o objetivo de promover a expansão e a consolidação do Sistema de Unidades de Conservação (SNUC) no bioma Amazônia, o Programa hoje tem como meta implementar 60 milhões de hectares em áreas protegidas.
Os resultados do Programa, que é sempre homenageado em seminários e conferências internacionais como um exemplo de eficiência na conservação ambiental, são significativos.

O Arpa contribui substancialmente para a prevenção do desmatamento: 97% das unidades de conservação beneficiadas pelo programa mantiveram o desmatamento abaixo de 10% da área da unidade. A grande maioria delas (92%) conseguiu limitar a perda florestal a 5% ou menos da área.

Rio Sucunduri, localizado no Parque Nacional do Juruena, Mato Grosso e Amazonas (Foto: WWF-Brasil/ Cláudio Maretti)

O programa também contribui para a proteção de uma amostra considerável da biodiversidade do Brasil. Em apenas 39 unidades de conservação apoiadas pelo programa, foram encontradas mais de oito mil espécies de plantas e animais, das quais 107 estão ameaçadas de extinção.

No que diz respeito à efetividade de gestão das unidades de conservação, as UCs apoiadas pelo Arpa tiveram sua efetividade de gestão avaliadas em 56%, enquanto as que não são apoiadas pelo programa na Amazônia apontam uma média de 47%.

E todos esses êxitos chamam a atenção. Não à toa, em 2012, foi lançada a iniciativa “Compromisso com a Amazônia – Arpa para a vida”, fruto da parceria entre MMA, Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio), WWF-Brasil, em representação a Rede WWF, Funbio, Gordon and Betty Moore Foundation e LindenTrust for Conservation.

O objetivo é mobilizar de uma só vez, os recursos financeiros e outros compromissos necessários, para financiar permanentemente a consolidação e manutenção de unidades de conservação de 15% da Amazônia brasileira, incluindo, entre 5 a 10 milhões de hectares de novas unidades de conservação.

A estimativa de custos de financiamento é da ordem de US$ 240 milhões, provenientes de agências bilaterais, multilaterais, doadores privados dentro e fora do Brasil (além do Fundo Amazônia), para garantir a efetividade do programa e a conservação da biodiversidade e ecossistemas da Amazônia.

Entre as unidades de conservação apoiadas pelo programa estão o Parque Nacional Juruena (MT e AM), o Parque Nacional Serra do Pardo (PA) – , a Reserva Extrativista do Rio Unini (AM) –  e a Reserva Extrativista Cazumbá-Iracema (AC) – .

Saiba mais sobre o Arpa e suas UCs nos links: http://programaarpa.gov.br e http://www.wwf.org.br/informacoes/?uNewsID=32044

* Matéria publicada no blog Observatório de UCs da WWF em 09/07/2013.

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Convite para a abertura oficial do Uso Público do Parque Estadual do Cantão

A pedido da Diretora de Biodiversidade e Áreas Protegidas do Naturatins, segue convite para participar da abertura oficial do Uso Público do Parque Estadual do Cantão, no próximo dia 29 de junho de 2013, em Caseara-TO.

Este evento e objetiva a implementação do Programa de Uso Público previsto no Plano de Manejo do Parque Estadual do Cantão, Unidade de Conservação que recebe o apoio do Programa Arpa.

 

 

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Parque Estadual do Chandless: o desafio de se manter uma floresta em pé

 

É dito que, para conhecer a vida, um homem precisa abrir mão de sua poltrona. De modo bem semelhante, para conhecer o maior espetáculo de diversidade biológica e genética – a vida em si mesma -, é preciso ir à floresta. Esta biodiversidade é tão grande que escapa à análise: se tomarmos como exemplo apenas as espécies vegetais presentes nas florestas tropicais, estima-se que menos de 2% delas foram suficientemente estudadas. E ainda que as florestas ocupem menos de 6% da superfície do planeta (aproximadamente 625 milhões de hectares), é por elas que transitam nada menos que a metade de todas as espécies conhecidas.

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Conselho discute Plano de Gestão

O Conselho Consultivo da Estação Ecológica Serra dos Três Irmãos reuniu-se ontem em Porto Velho para discutir o Plano de Gestão da unidade de conservação, que está sob a jurisdição do Estado. Localizada no noroeste de Porto Velho, a Estação Ecológica limita com o Parque Nacional do Mapinguari, na divisa com o Amazonas, e parte dela vai ser impactada pelos lagos das UHEs de Jirau e Santo Antônio. Com isso teve sua área reduzida de 97.800 hectares para 87.410 hectares, por meio de uma negociação feita com o Governo Federal, em troca da área ocupada irregularmente na Floresta Nacional (Flona) do Bom Futuro.

Na qualidade de Estação Ecológica , a UC Serra dos Três Irmãos só pode ser utilizada para educação ambiental e pesquisas. Localizada no outro lado do rio Madeira, a unidade faz divisa com o Parque Nacional do Mapinguari e no seu entorno fica o Projeto de Assentamento Joana d´Arc III e as agrovilas construídas pela Santo Antônio Energia para remoção de famílias atingidas pelos lagos das usinas.

Com recursos do Programa Áreas Protegidas da Amazônia (ARPA), do Fundo Nacional da Biodiversidade, a Sedam realiza um trabalho de apoio junto à comunidade de entorno da unidade, para que os moradores ajudem na proteção da mesma. O trabalho inclui educação ambiental e incentivo à produção. Também foi feito um cadastramento ambiental do Joana d´Arc III, sendo que este trabalho deverá ser estendido ao Joana d´Arc I e II até 2015, com identificação e regularização das terras, com vistas à proteção e produção, de acordo com a gestora da unidade, Jucilei Cândido. O orçamento do ARPA para o período 2012/2013 foi de R$ 407 mil. O recurso tem uma complementação da contrapartida do Estado.

Unidades de Conservação

De acordo com coordenador de Unidades de Conservação da Sedam Paulo Bonavigo, Rondônia conta com 40 unidades de conservação, entre parques estaduais, estações ecológicas e reservas extrativistas, que somam cerca de 3 milhões de hectares. Boa parte delas sofre pressão de madeireiros, garimpeiros e grileiros. A situação é mais grave no Norte do Estado, a exemplo da Reserva Extrativista (Resex) de Jacy-Paraná, na região de União Bandeirantes e Buritis. Criada para oportunizar que antigas famílias de seringueiros continuassem na região, com a exploração sustentável da floresta, a Resex é alvo de um grande número de processos de reintegração de posse e está praticamente embargada pela Justiça.

Brigada de Incêndio

Os moradores do entorno da Serra dos Três Irmãos contam com uma brigada voluntária de combate ao fogo e em 2012 foram registrados três focos de calor na unidade de conservação. Em 2010, foram registrados 58 focos e em 2011, 12 focos. O coordenador de Unidades de Conservação da Secretaria Estadual de Desenvolvimento Ambiental (Sedam), Paulo Henrique Bonavigo, explica que nas unidades de conservação só conseguem alcançar os objetivos para que foram criadas se houver uma integração com a população do entorno, que precisa estar consciente da necessidade de preservar

A Estação Ecológica Serra dos Três Irmãos só tem acesso pelo Assentamento Joana d´Arc e com o enchimento do lago das usinas vai ter outro acesso pelo igarapé Karipunas, que deverá se tornar navegável durante todo o ano. A notícia de que a unidade seria afetada pela barragem provocou uma busca por terras na região, exigindo a retirada dos invasores. A Sedam está negociando com o Consórcio Energia Sustentável do Brasil, responsável pela obra de Jirau, recursos para a construção de um ponto de apoio para fiscalização da área nas proximidades do Joana d´Arc III.

O conselho consultivo da Estação Ecológica é formada por associações que representam os moradores do entorno e órgãos públicos ligados à pesquisa, preservação ambiental e produção agrícola, como o Serviço Nacional de Aprendizagem Rural (Senar), Universidade Federal de Rondônia (Unir), Secretaria de Estado do Desenvolvimento Ambiental (Sedam), Secretaria Municipal do Meio Ambiente (Sema), Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural (Emater) e Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio).

Maria do Rosario Almeida da Silva

Secretaria de Estado do Desenvolvimento Ambiental -SEDAM

Fone: 069 3216 1038/1058

Porto Velho – Rondônia

mariarosariosilva@yahoo.com.br

 

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Rebio Jaru é destaque em Brasília e Rondônia

A Reserva Biológica do Jaru, de Rondônia, foi assunto hoje na tribuna do Legislativo em Brasília e em Ji-Paraná

Na terça-feira, 5 de junho, Dia Mundial do Meio Ambiente, a Reserva Biológica do Jaru, foi assunto no Legislativo. Na Câmara Federal, em Brasília, e na Câmara de Vereadores, em Ji-Paraná. O fato repercutiu nos sites de notícias do Estado.

O deputado federal Padre Ton (PT/RO) ressaltou a importância da Reserva Biológica do Jaru para o prêmio que o Banco Mundial recebe nesta quinta-feira, 7 de junho, em Washington, oferecido pelo Departamento do Tesouro dos Estados Unidos.

“Rondônia recebe essa homenagem feita a todo o Brasil de modo muito especial, pois temos uma das reservas mais bem conservadas do País, que contribui para o Arpa hoje seja reconhecido pelos Estados Unidos”, disse o Padre Ton na tarde de hoje na Câmara Federal, em Brasília.

A Rebio Jaru é uma das duas únicas unidades de conservação da Amazônia que foram selecionadas para acessarem o recém-lançado Fundo de Áreas Protegidas (FAP), constituído pelo Arpa. Isto devido ao seu nível de preservação e à qualidade de seu funcionamento. Todas as ações na reserva são discutidas com seu conselho consultivo – integrado por órgãos governamentais, como o ICMBio e prefeituras do entorno, e organizações não-governamentais como a Colônia de Pescadores Z9.

Município

Em Ji-Paraná, a vereadora Márcia Regina (PT) também se manifestou na sessão legislativa da Câmara Municipal, destacando o fato de que a preservação de unidades como a Rebio Jaru é necessária para a reprodução da fauna, para o equilíbrio do clima, para a preservação dos rios e córregos que contribuem com as bacias hidrográficas brasileiras.

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Arpa apoia Central Agroextrativista da União dos Moradores do Rio Unini

Com o apoio de recursos advindos do subcomponente 2.3 – Integração das comunidades, do Arpa, foi inaugurada a Central Agroextrativista da União dos Moradores do Rio Unini.

A inauguração da Central da inicio à produção e comercialização de Castanha da Amazônia, beneficiada em forma de castanha desidratada e embalada a vácuo. Esta é a primeira estrutura deste tipo na bacia do Rio Negro e a primeira do estado em área rural, ou seja, fora do entorno urbano. O objetivo do projeto é a agregação de valor e a redução da influência do atravessador, buscando ainda, com que os esforços de conservação do meio tragam benefícios também às populações que nele habitam.

Para mais informações seguem duas notícias, encaminhadas pelo membro do Comitê do Programa do Arpa, Sr. Carlos Durigan:

Castanha da Amazônia beneficiada na Resex do Rio Unini já está à venda (2012-05-07).

Central Agroextrativista da União dos Moradores do Rio Unini é inaugurada (2012-03-13).

Para mais informações sobre o subcomponente 2.3- Integração das comunidades, do Arpa, acesse a página 50 do Manual Operacional do Programa