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Conselheiros da Resex Ipaú-Anilzinho (PA) participam de oficina de implantação de coleta de sementes

Membros do Conselho Deliberativo da Reserva Extrativista (RESEX) Ipaú-Anilzinho (PA) participaram de uma oficina de sensibilização sobre “Implantação de Áreas de Coletas de Sementes (ACS) em Comunidades Tradicionais”. O evento ocorreu no dia 29 de abril, durante a primeira reunião de 2015 do Conselho.

A oficina destacou a importância desse tipo de atividade para promover a satisfação das necessidades humanas, incluído seus benefícios econômicos, em consonância com o uso sustentável dos recursos naturais e a valorização dos conhecimentos tradicionais a ela associados. Nesse sentido foi destacado que as florestas têm muitas espécies diferentes que fornecem óleos, madeira, remédios, frutos e vários outros produtos, cujas sementes podem ser utilizadas para a produção e comercialização de mudas, contribuindo com a manutenção da diversidade biológica a partir do manejo pelas comunidades locais. A oficina representou um primeiro passo para a implantação de áreas de coleta de semente na região da RESEX Ipaú-Anilzinho.

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Durante a reunião também foi discutido o processo de renovação de entidades representativas e seus respectivos membros do Conselho Deliberativo. Além disso, a realização do “I Seminário de Gestão Ambiental” da Resex, previsto para o período de 25 a 28 de junho, foi debatida, como parte da programação em comemoração aos 10 anos de criação da Reserva. De acordo com o chefe da Unidade de Conservação (UC), Rodrigo Augusto Alves de Figueiredo, “a realização do evento é uma grande oportunidade para discutir, juntamente aos comunitários, o cenário de gestão ambiental da Unidade ao longo desses 10 anos, avaliando seus avanços, possibilidades e limites”.

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Participaram da reunião moradores da Resex e do entorno da UC, além de representantes de órgãos públicos e privados, entre membros-conselheiros, convidados e ouvintes. Sua realização contou com apoio financeiro do Programa Áreas Protegidas da Amazônia (Arpa).

* FONTE: Rodrigo Figueiredo – ICMBio