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Cultivo da castanha da Amazônia gera R$ 1 milhão em Canutama (AM)

Em 2013, ações de desenvolvimento sustentável renderam “bons frutos” em Unidades de Conservação localizadas no Amazonas. A Reserva Extrativista do município de Canutama (distante   615,7 quilômetros  de Manaus) gerou em torno de R$ 1milhão com culturas como a castanha e a borracha.

Entre as atividades produtivas, a castanha  respondeu pela maior renda acumulada. A produçao de 28,7 mil latas do produto no ano passado resultou em ganhos de R$ 430,8 mil (R$ 15 por  lata).

Conforme a Secretaria de Desenvolvimento Sustentável (SDS), responsável pelo gerenciamento das Unidades de Conservação no Estado, as famílias migram para áreas de terra firme da reserva e permanecem na atividade extrativista da castanha de janeiro a junho.

A mercadoria é um dos destaques de comercialização dos moradores e usuários da região, seguida pela borracha, pescado e farinha. A produção do grão, que costuma estar presente no prato dos amazonenses, garantiu uma cifra de R$ 300,9 mil (R$ 240 por saca) e o segundo lugar no ranking dos produtos que mais incentivaram o desenvolvimento da reserva em 2013, por conta da produção de 1,25 mil sacas.

Quanto a borracha, foram produzidos 21,7 mil quilos  envolvendo 62 seringueiros e a geração de um faturamento de R$ 65,2 mil (R$ 3, o quilo). O pescado in natura, por sua vez,  gerou  R$ 54,2 mil (R$ 3,50 por quilo) ano passado, em virtude da produção de 5,4 mil quilos.

Escoamento
Conforme a titular executiva da SDS, Kamila Amaral, o Estado procura atuar na melhoria das condições de escoamento da produção, especialmente quando as extensões territoriais do município dificultam o acesso ao local. A via de acesso é somente fluvial.

Kamila explica que é feita toda uma articulação comunitária para garantir a comercialização da mercadoria, muitas vezes destinada a Manaus. “Grande parte dos produtos vem a capital, especialmente a castanha. No caso da farinha, acaba sendo produzido principalmente para o consumo local”, assevera.

* Matéria assinada por Luana Gomes e

Quanto a borracha, foram produzidos 21,7 mil quilos  envolvendo 62 seringueiros e a geração de um faturamento de R$ 65,2 mil (R$ 3, o quilo). O pescado in natura, por sua vez,  gerou  R$ 54,2 mil (R$ 3,50 por quilo) ano passado, em virtude da produção de 5,4 mil quilos.

Escoamento
Conforme a titular executiva da SDS, Kamila Amaral, o Estado procura atuar na melhoria das condições de escoamento da produção, especialmente quando as extensões territoriais do município dificultam o acesso ao local. A via de acesso é somente fluvial.

Kamila explica que é feita toda uma articulação comunitária para garantir a comercialização da mercadoria, muitas vezes destinada a Manaus. “Grande parte dos produtos vem a capital, especialmente a castanha. No caso da farinha, acaba sendo produzido principalmente para o consumo local”, assevera.

* Matéria assinada por Luana Gomes e publicada no site Em Tempo em 19/01/2014