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Programa Arpa apoia 105 Unidades de Conservação

Meta para 2020 deverá ser alcançada até o final de 2015

© Todos os direitos reservados. Fotos: Nelson Yoneda e Leonardo Milano

Em junho, mais seis Unidades de Conservação (UCs) federais passaram a integrar a rede de apoio do Programa Áreas Protegidas da Amazônia (Arpa). A adesão foi aprovada em reunião do Comitê do Arpa, que contou com a participação de representantes do Ministério do Meio Ambiente, do Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio) e da sociedade civil.

As Unidades federais que serão apoiadas são Parque Nacional Mapinguari, Estação Ecológica Alto Maués e Reserva Biológica do Abufari, no estado do Amazonas, e Parque Nacional da Amazônia, Reserva Extrativista Tapajós-Arapiuns e Reserva Biológica Nascentes da Serra do Cachimbo, no Pará. Outras três Unidades estaduais também integrarão o Programa: Estação Ecológica Samuel e Parque Estadual Serra dos Reis, em Rondônia, e Reserva de Desenvolvimento Sustentável Mamirauá, no Amazonas. Juntas, as novas Unidades apoiadas pelo Arpa ultrapassam 6 milhões de hectares.

O Arpa é o maior programa de conservação de florestas tropicais do planeta e o mais expressivo ligado à temática das unidades de conservação no Brasil. Lançado em 2002, é um programa do Governo Federal, coordenado pelo Ministério do Meio Ambiente (MMA), gerenciado financeiramente pelo FUNBIO (Fundo Brasileiro para a Biodiversidade) e financiado com recursos do Global Environment Facility (GEF) – por meio do Banco Mundial -, do governo da Alemanha – por meio do Banco de Desenvolvimento da Alemanha (KfW) – da Rede WWF – por meio do WWF-Brasil e do Fundo Amazônia, por meio do BNDES.

A adesão de novas unidades faz parte da terceira fase do Programa Arpa, que tem como meta consolidar 60 milhões de hectares de Unidades de Conservação no bioma Amazônia, até 2020. Com as novas Unidades, a área total apoiada pelo Programa chega a 58.296.056 hectares. O número corresponde a 97% da meta que deve ser atingida ainda no primeiro semestre de 2015. Com a inclusão das nove Unidades, o Programa chega a 105 UCs apoiadas, sendo 62 federais e 43 estaduais.

O Programa prevê a criação de 13,5 milhões de hectares de novas Unidades de Conservação na Amazônia, sendo que na segunda fase do Arpa foram feitos 20 processos de criação, correspondendo a 6,9 milhões de hectares.

A meta para apoio à consolidação de UCs, 32 milhões de hectares, também foi superada nesta fase, totalizando 51 milhões de hectares, em áreas protegidas, onde foram investidos pelo ARPA, o montante de R$ 17.364.496,92.

No segundo semestre de 2015 será iniciada a fase de planejamento de metas para o biênio de 2016/2017, juntamente com a elaboração dos planos operativos financeiros de cada UC apoiada pelo Programa ARPA, que entrará em sua terceira fase de execução. Estes planejamentos são realizados com a participação dos gestores das UCs, coordenações gerais do ICMBio, Unidade de Coordenação do Programa no Ministério do Meio Ambiente e Fundo Brasileiro para a Biodiversidade.

Comunicação ICMBio
(61) 2028-9280
* Matéria publicada pelo ICMBio em 18/06/2015