Notícias, Notícias dos Parceiros do Arpa, Notícias sobre o Arpa

Arpa contrata consultoria PJ para elaboração de plano de gestão da RDS do Rio Negro

O Programa Áreas Protegidas da Amazônia (ARPA) é o maior programa de conservação e uso sustentável de florestas tropicais do mundo, com o desafio de conservar uma amostra representativa da biodiversidade no bioma Amazônia. Tem por objetivo apoiar a proteção de 60 milhões de hectares de florestas na Amazônia – 12% da região amazônica – até 2018, por meio da criação e consolidação de UCs, em um custo total estimado de US$ 395 milhões em investimentos.Coordenado pelo Governo Federal, é implementado através de uma parceria entre os órgãos gestores de UCs, o Fundo Brasileiro para a Biodiversidade – Funbio, doadores, e com a Agência Alemã para a Cooperação Internacional – GIZ.

Para participar do processo de seleção as empresas/instituições interessadas deverão manifestar-se até o dia 10 de abril de 2014, demonstrando que são qualificadas para desempenhar os serviços descritos no TdR abaixo, apresentando comprovação de capacidade técnica adquirida a partir da realização de trabalhos que se enquadrem no seguinte perfil:

  • Ter experiência em trabalhos de aspectos gerais de conservação do meio ambiente e de planejamento ambiental;
  • Ter experiência em diagnósticos participativos, mapeamentos participativos e oficinas de planejamento participativo;
  • Ter experiência em elaboração de Plano de Gestão de UC de uso sustentável;
  • Ter experiência em levantamentos ambientais;
  • Ter experiência no BIOMA Amazônia;
  • Ter experiência prévia em trabalhos na região do baixo Rio Negro.

Clique aqui para visualizar o TdR.

Os documentos deverão ser enviados por email para juliana.penna@funbio.org.br, identificados como “Manifestação de interesse consultoria PJ para plano de gestão da RDS do Rio Negro”, com cópia para procurement@funbio.org.br

Somente serão selecionados para participação no processo aqueles que cumprirem com os requisitos listados acima.

O processo será conduzido em acordo ao Manual para Contratações e Aquisições do Funbio e prevê a participação de consórcios.

Os recursos para pagamento dos serviços advêm do contrato assinado entre o BNDES e o Funbio para a implementação do Programa Áreas Protegidas da Amazônia (ARPA) fase II.

* Matéria publicada no site do Funbio em 10/03/2014

 

Notícias, Notícias dos Parceiros do Arpa, Notícias sobre o Arpa

Arpa contrata Consultoria PJ para a revisão do Plano de Manejo do Parque Nacional de Anavilhanas/AM

O Programa Áreas Protegidas da Amazônia (ARPA), maior iniciativa de proteção de florestas tropicais do mundo, tem como objetivo a expansão e fortalecimento do Sistema Nacional de Unidades de Conservação (SNUC) na Amazônia, a partir da proteção de 60 milhões de hectares na Amazônia – 12% da região, assegurando recursos financeiros para a gestão destas áreas e contribuindo para o desenvolvimento sustentável regional.Criado em 2002, é coordenado pelo Ministério do Meio Ambiente (MMA) e financiado com recursos do Global Environment Facility (GEF)/Banco Mundial, do governo da Alemanha/KfW, do Fundo Amazônia/ BNDES, WWF-Brasil e setor empresarial (Natura e O Boticário), além de contrapartida do Governo Federal e governos estaduais, que totalizarão 395 milhões de dólares.

O Fundo Brasileiro para a biodiversidade (FUNBIO) é a instituição responsável pelo gerenciamento dos recursos financeiros, pelas atividades de aquisições e contratações para as unidades de conservação (UCs) e pela gestão de ativos do Fundo de Áreas Protegidas (FAP), um fundo fiduciário que irá garantir a continuidade das ações em longo prazo.

Para participar do processo de seleção, as empresas/instituições interessadas deverão manifestar-se até o dia 17 de março de 2014, demonstrando que são qualificadas para desempenhar os serviços descritos no TdR citado abaixo, apresentando comprovação de capacidade técnica adquirida a partir da realização de trabalhos que se enquadrem no perfil descrito para a realização da Revisão do Plano de Manejo do PARNA Anavilhanas/AM.

Os documentos deverão ser enviados por e-mail para jose.mauro@funbio.org.br, identificados como “Manifestação de interesse consultoria PJ_ Plano de Manejo PARNA Anavilhanas e indicando o NOME da Instituição”.

Somente serão selecionados para participação no processo, as empresas e instituições que cumprirem com os requisitos solicitados.

O processo será conduzido em acordo ao Manual para Contratações e Aquisições do Funbio.

Os recursos para pagamento dos serviços advêm do contrato assinado entre o KFW e o Funbio para a implementação do Programa Áreas Protegidas da Amazônia (ARPA) fase II.

A presente contratação deverá obedecer os procedimentos descritos nos arquivos abaixo:

TdR 2013.1122.00037-0;
Critérios de Avaliação;
Desenho de Processo e Planejamento Anavilhanas (DPP);
Roteiro Metodológico_2002;
Roteiro Metodológico 2011;
Roteiro Metodológico para Manejo de Impactos da Visitação ICMBio 

O Funbio entrará em contato, solicitando as propostas, somente com as empresas cujas manifestações de interesse em realizar o serviço forem selecionadas.

* Matéria publicada no site do Funbio em 28/02/2014

Notícias, Notícias das Unidades de Conservação

Artigos trazem informações sobre turismo com botos

Os analistas ambientais Marcelo Vidal, do Centro Nacional de Pesquisa e Conservação da Sociobiodiversidade Associada a Povos e Comunidades Tradicionais (CNPT/ICMBio), e Priscila Santos, do Parque Nacional de Anavilhanas, publicaram na atual edição da Revista Brasileira de Pesquisa em Turismo (RBTUR) – volume 7 nº 3 – artigo sobre o perfil de visitantes que interagiram com botos (Inia geoffrensis) no Parna de Anavilhas, no município de Novo Airão (AM). Além disso, a publicação relata como estes visitantes perceberam as novas regras de interação com os cetáceos, resultantes do processo de ordenamento que vem sendo implementado na unidade de conservação (UC).

As conclusões obtidas através da pesquisa indicam que o turismo com botos no Parna é positivo, já que as novas regras de interação com os cetáceos foram bem aceitas pela grande maioria dos entrevistados e que esse modelo de turismo é visto pelos visitantes como uma ferramenta que contribui para a conservação desses mamíferos. No entanto, levando-se em conta a facilidade de acesso e proximidade com a cidade de Manaus e o fato de ser um ecossistema com características ecológicas únicas no rio Negro, são necessários investimentos significativos no parque para se alcançar elevados padrões de qualidade da atividade.

Marcelo Vidal é ainda coautor de artigo em parceria com pesquisadores do Instituto Estadual de Florestas de Minas Gerais, da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ), da Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF) e da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ). Publicado no volume 28 da revista Desenvolvimento e Meio Ambiente, o estudo analisa as atividades turísticas baseadas na alimentação artificial dos botos à luz da legislação ambiental.

Nele é constatado que a prática apresenta pontos conflitantes com alguns aspectos da legislação vigente, que é escassa em normatizações específicas para o turismo de interação com golfinhos fluviais, mas que os órgãos ambientais responsáveis, sobretudo o Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio), vêm tomando as medidas necessárias para a mitigação dos impactos negativos e conduzindo ações graduais e participativas visando tornar a atividade sustentável e legalmente adequada.

Confira os artigos “Perfil e percepção ambiental dos visitantes do flutuante dos botos, Parque Nacional de Anavilhanas, Novo Airão/AM” e “As atividades turísticas baseadas na alimentação artificial de botos-da-Amazônia (Inia geoffrensis) e a legislação ambiental brasileira“.
Comunicação ICMBio
(61) 3341-9280

* Matéria publicada no site do ICMBio em 03/02/2014