Notícias, Outras Notícias

Amazonas conquista mais uma Unidade de Conservação

A Estação Ecológica (Esec) Alto Maués, que possui uma área de 668.170 hectares, é a mais nova Unidade de Conservação (UC) do estado do Amazonas. O decreto da Presidência da República foi publicado no Diário Oficial da União (DOU) desta sexta-feira (17).

A nova Esec é uma das UCs com o maior número de primatas brasileiros, apresentando 13 espécies, sendo três delas endêmicas, ou seja, que só ocorrem na região. Também habitam o local 624 espécies de aves, sendo 28 migrantes do hemisfério norte e duas do hemisfério sul, além de três espécies ameaçadas de extinção. Segundo o Centro Nacional de Pesquisa e Conservação de Mamíferos Carnívoros (Cenap/ICMBio), o habitat da região também é adequado à sobrevivência e reprodução da onça pintada.

Os objetivos da nova Estação Ecológica são proteger a biodiversidade local, garantir a frequência dos serviços ecossistêmicos e contribuir para a estabilidade ambiental da região. A UC faz divisa com outras áreas protegidas, como o Parque Nacional da Amazônia e as Florestas Nacionais de Pau-Rosa e do Amanã.

A Estação Ecológica Alto Maués não possui ocupação humana e por isso mantém integridade da cobertura vegetal florestada. A UC faz parte das metas do Plano de Ação para a Prevenção e Controle do Desmatamento na Amazônia Legal (PPCDAM) e consta no documento Área Prioritária para Conservação, Uso Sustentável e Repartição de Benefícios da Biodiversidade Brasileira.

Fonte:
Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade

* Matéria publicada no Portal Brasil em 17/10/2014

Notícias, Notícias das Unidades de Conservação

Associação das Mulheres Agroextrativistas comemora conquistas sociais no Amazonas

A sede social da Associação das Mulheres Agroextrativistas do Médio Juruá (Asmamj), inaugurada no dia 11 de junho na comunidade Nova Esperança, da Reserva Extrativista (Resex) Médio Juruá (AM), celebrou várias conquistas sociais da Unidade de Conservação (UC) durante o mês.

A chefe da Resex, Rosi Batista, disse que a construção da sede social era um sonho das mulheres extrativistas da UC, assim como o curso de produção de sabonete artesanal, realizado de 11 a 14 de junho com apoio do Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio), do Fundo Médio Juruá e da Universidade Federal do Amazonas (Ufam). “No Médio Juruá, as mulheres sempre participaram do movimento social e discutiram a necessidade de se organizar para participar dos processos de tomada de decisão”, afirmou.

Na ocasião, a comunidade São Raimundo recebeu reunião setorial do Projeto da Associação dos Moradores Extrativistas. Foram debatidos Associação das Mulheres Agroextrativistas comemora conquistas sociais no Amapá o fortalecimento comunitário e a vigilância das praias de tabuleiros usadas para desova dos quelônios e dos lagos reservados para manejo do pescado. A equipe do Projeto Pé de Pincha falou sobre os resultados das pesquisas que apontam o crescimento da população de quelônios na região e ressaltaram a importância de reforçar a vigilância nas praias, além de aumentar a fiscalização.

Outro benefício conquistado foi a assinatura, no dia 5 de junho, do Contrato de Concessão de Direito Real de Uso (CCDRU) coletivo de bens imóveis pertencentes ao patrimônio público do estado do Amazonas. Por meio da Associação dos Produtores Rurais de Carauari (Asproc), fica regularizada a utilização de terras públicas de domínio do estado do Amazonas pelas populações tradicionais. “Este fato garante mais benefícios sociais e de permanência nas terras. O mais importante é que o CCDRU é por tempo indeterminado, o que foi considerado pelas comunidades um fato inédito”, destacou Rosi.

Crédito: Acervo Resex Médio Juruá

Matéria publicada no ICMBio EM FOCO no dia 27/06/2014

Notícias, Notícias das Unidades de Conservação, Notícias dos Parceiros do Arpa

UCs do Amazonas participam de reunião no ICMBio

O acesso dos extrativistas às políticas públicas e os aspectos da gestão das seguintes unidades de uso sustentável: Florestas Nacionais Purus e Mapiá-Inauini, Iquiri e Balata-Tufari e as Reservas Extrativistas Arapixi, Ituxi e Médio Purus, onde vivem as comunidades tradicionais na região do sul do Amazonas, foi tema de uma reunião na sede do Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio), na terça-feira (08/04).

O encontro sugerido pelas Associações das Resex Médio Purus e Ituxi, pelo Conselheiros da Flona Purus e pela Associação dos Produtores de Humaitá, representantes de algumas das referidas unidades, foi coordenado pelo presidente do ICMBio, Roberto Vizentin e contou com a participação do Instituto Internacional de Educação do Brasil (IEB), do diretor de Ações Socioambientais e Consolidação Territorial em Unidades de Conservação (Disat/ICMBio), João Arnaldo Novaes Júnior, da diretora de Planejamento, Administração e Logística (Diplan/ ICMBio), Ana Flávia de Senna Franco, do diretor de pesquisa, avaliação e monitoramento da Biodiversidade (Dibio/ICMBio), Marcelo Marcelino e da coordenadora-geral de pesquisa e monitoramento da Biodiversidade (CGPEQ/ICMBio), Kátia Torres Ribeiro.

Um dos principais temas discutidos foi a respeito da regularização fundiária, especialmente a garantia dos territórios para as populações extrativistas, por meio do contrato de cessão de direito real de uso do Programa de Apoio à Conservação Ambiental Bolsa verde, lançado pelo Ministério do Meio Ambiente, em 2011 e que faz parte do Programa Brasil Sem Miséria . A ação concede, a cada trimestre, um benefício às famílias em situação de extrema pobreza, que vivem em áreas consideradas prioritárias para conservação ambiental e desenvolvem atividades de uso sustentável dos recursos naturais em Reservas Extrativistas, Florestas Nacionais, Reservas de Desenvolvimento Sustentável Federais e Assentamentos Ambientalmente Diferenciados da Reforma Agrária. ” O Bolsa Verde tem que caminhar numa linha de reconhecer e pagar pelos serviços que as comunidades prestam ao cuidar da natureza,” afirmou Roberto Vizentin.

Na ocasião, as associações relataram a solicitação feita para lotação de pessoal nessas unidades de conservação, uma vez que o número de analistas ambientais, administrativos e técnicos é considerado abaixo do necessário para a gestão das UCs. ” Nosso trabalho mais importante ,no momento, é buscar fora, em concurso público, pessoas que possam reverter o quadro atual, é dessa forma que queremos partir em busca de grandes mudanças estruturais”, afirmou a diretora da Diplan, Ana Flávia.

Além disso, foram discutidos pontos relacionados à fiscalização, principalmente para o período de desova dos quelônios nas praias, e associado a isso, a necessidade de iniciar o processo de manejo desses animais. Os participantes debateram também as questões referentes à autorização para uso da madeira das Ucs para construção das moradias do programa Minha Casa Minha Vida e outras ações ligadas às políticas de saúde e educação, estabelecendo, assim, possíveis tomadas de medidas.

Comunicação ICMBio
(61) 3341-9280

* Matéria publicada no site do ICMBio em 09/04/2014

Notícias, Notícias das Unidades de Conservação, Notícias dos Parceiros do Arpa

Anavilhanas (AM) terá Plano de Manejo revisado

Em breve o Parque Nacional (PARNA) de Anavilhas, unidade de conservação gerida pelo Instituto Chico Mendes localizada no Amazonas, contará com um consultor contratado para elaborar a revisão do plano de manejo do parque – documento norteador sobre o que pode ou não ser desenvolvido na área protegida.

Graças ao apoio do Fundo Brasileiro para a Biodiversidade (Funbio) o processo continua aberto até segunda-feira (31/03), momento em que os candidatos – empresas e instituições – ainda podem apresentar suas propostas juntamente com a comprovação de capacidade técnica.

A seleção levará em conta o Manual para Contratações e Aquisições do Funbio. Os recursos para pagamento dos serviços, virão do contrato assinado entre o KFW, grupo bancário Alemão, e o Funbio para a implementação do Programa Áreas Protegidas da Amazônia (Arpa) fase II.

O Programa Áreas Protegidas da Amazônia (Arpa), maior iniciativa de proteção de florestas tropicais do mundo, tem como objetivo a expansão e fortalecimento do Sistema Nacional de Unidades de Conservação (SNUC) na Amazônia, a partir da proteção de 60 milhões de hectares na Amazônia – 12% da região, assegurando recursos financeiros para a gestão destas áreas e contribuindo para o desenvolvimento sustentável regional.

Criado em 2002, o Arpa é coordenada pelo Ministério do Meio Ambiente (MMA) e financiado com recursos do Global Environment Facility (GEF)/Banco Mundial, do governo da Alemanha/KfW, do Fundo Amazônia/ BNDES, WWF-Brasil e setor empresarial (Natura e O Boticário), além de contrapartida do Governo Federal e governos estaduais, que totalizam cerca de U$ 395 milhões de dólares.

Confira os pré-requisitos e exigências para esta contratação, clicando aqui

Comunicação ICMBio
(61) 3341-9280

* Matéria publicada no site do ICMBio em 24/03/2014

Notícias, Notícias das Unidades de Conservação

Área protegida do Amazonas contribui para manutenção de espécies: 17 mil quelônios são soltos no Uatumã

O Governo do Estado em parceria com a Eletrobrás – Amazonas Energia promoveu XVI Soltura de Quelônios “Uatumã é Meu Lugar”, no último dia 16 domingo, na Reserva de Desenvolvimento Sustentável Uatumã (RDS). O evento teve como parceiros o Centro Estadual de Unidades de Conservação (Ceuc – SDS), CPPQA – Balbina, CPPMA – Balbina, REBIO Uatumã e prefeituras municipais de Itapiranga, São Sebastião do Uatumã e Presidente Figueiredo.

O ”Projeto Quelônio do Uatumã” é desenvolvido pelo Centro de Preservação e Pesquisa de Quelônios Aquáticos (CPPQA), localizado na Vila de Balbina.  A ação socioambiental visa principalmente à preservação das diversas espécies de quelônios, onde tradicionalmente todos os anos acontece a soltura dos filhotes e atividades lúdicas em prol da preservação ambiental em 20 comunidades na RDS Uatumã.

Este ano foram devolvidos à natureza cerca de 17 mil filhotes de quelônios que nasceram nas praias artificiais e viveiro do Centro, bem como nas praias naturais das regiões do lago Maracaranã e Jaroacá.

Estavam presentes no evento representantes das associações comunitárias, o vice-governador do Estado do Amazonas José Melo, o Deputando Estadual Sidney Leite, o presidente do ITEAM Wagner Santana, o gerente de meio ambiente da Eletrobrás, Thiago Flores e a Secretária da SDS Kamila Amaral.

Durante o discurso de abertura da solenidade o vice-governador ressaltou a importância de ações como esta para com a preservação ambiental e a participação ativa do setor privado com sua responsabilidade socioambiental, haja vista, que o Governo do Amazonas apóia não somente esta iniciativa, mas também nos municípios de Carauari, Juruá, Itamarati e Nhamundá.

A Secretária de Meio Ambiente do Estado, Kamila Amaral, destacou que o evento é simbólico e comemorativo na Unidade de Uso Sustentável, pois o resultado da soltura é fruto de um trabalho continuo feito pela comunidade em parceria com a Eletrobrás, que demonstra a soma de esforços em prol da proteção ambiental valorizando os moradores.

Toda comunidade participa da gincana de soltura e aprende por meio de diversas atividades socioambientais, a importância da preservação dos quelônios em nossos rios Amazônicos por intermédio de atividades como: peças teatrais, danças, jograis e poesias, apresentação de músicas ecológicas composta pela comunidade aquém das ações que levam cidadania a população ribeirinha com corte de cabelo, massoterapia, orientações odontológicas, curso de alimentação alternativa e esportes diversos.

Projeto
O Projeto de Quelônios de Uatumã é um destaque dentro da Unidade de Conservação (UC) entre as diversas atividades de proteção, desenvolvidas dentro da região que começou com a proposta socioambiental dos quelônios em 1996.

A cada ano o projeto ganha novos parceiros e apoio da própria comunidade ribeirinha, que está cada vez mais capacitada a lidar com as questões de preservação ambiental, assim como fiscalizar e monitorar a própria região onde vivem em consonância com a natureza.

Neste projeto os moradores locais são capacitados para atuarem como agentes de praias que trabalham na vigilância de tabuleiros de quelônios, transplante e criação filhotes em berçários até que os mesmos atinjam tamanho mínimo para retornarem para o rio, aumentando assim a taxa de sobrevivência desses animais.

Assessoria de Comunicação SDS
(92) 3659-1828 / 9241-2959

Notícias, Notícias dos Parceiros do Arpa, Notícias sobre o Arpa

Arpa contrata consultoria PJ para elaboração de plano de gestão da RDS do Rio Negro

O Programa Áreas Protegidas da Amazônia (ARPA) é o maior programa de conservação e uso sustentável de florestas tropicais do mundo, com o desafio de conservar uma amostra representativa da biodiversidade no bioma Amazônia. Tem por objetivo apoiar a proteção de 60 milhões de hectares de florestas na Amazônia – 12% da região amazônica – até 2018, por meio da criação e consolidação de UCs, em um custo total estimado de US$ 395 milhões em investimentos.

Coordenado pelo Governo Federal, é implementado através de uma parceria entre os órgãos gestores de UCs, o Fundo Brasileiro para a Biodiversidade – Funbio, doadores, e com a Agência Alemã para a Cooperação Internacional – GIZ.

Para participar do processo de seleção as empresas/instituições interessadas deverão manifestar-se até o dia 10 de abril de 2014, demonstrando que são qualificadas para desempenhar os serviços descritos no TdR abaixo, apresentando comprovação de capacidade técnica adquirida a partir da realização de trabalhos que se enquadrem no seguinte perfil:

  • Ter experiência em trabalhos de aspectos gerais de conservação do meio ambiente e de planejamento ambiental;
  • Ter experiência em diagnósticos participativos, mapeamentos participativos e oficinas de planejamento participativo;
  • Ter experiência em elaboração de Plano de Gestão de UC de uso sustentável;
  • Ter experiência em levantamentos ambientais;
  • Ter experiência no BIOMA Amazônia;
  • Ter experiência prévia em trabalhos na região do baixo Rio Negro.

Clique aqui para visualizar o TdR.

Os documentos deverão ser enviados por email para juliana.penna@funbio.org.br, identificados como “Manifestação de interesse consultoria PJ para plano de gestão da RDS do Rio Negro”, com cópia para procurement@funbio.org.br

Somente serão selecionados para participação no processo aqueles que cumprirem com os requisitos listados acima.

O processo será conduzido em acordo ao Manual para Contratações e Aquisições do Funbio e prevê a participação de consórcios.

Os recursos para pagamento dos serviços advêm do contrato assinado entre o BNDES e o Funbio para a implementação do Programa Áreas Protegidas da Amazônia (ARPA) fase II.

* Matéria publicada no site do Funbio em 10/03/2014

Notícias, Notícias das Unidades de Conservação

Artigos trazem informações sobre turismo com botos

Os analistas ambientais Marcelo Vidal, do Centro Nacional de Pesquisa e Conservação da Sociobiodiversidade Associada a Povos e Comunidades Tradicionais (CNPT/ICMBio), e Priscila Santos, do Parque Nacional de Anavilhanas, publicaram na atual edição da Revista Brasileira de Pesquisa em Turismo (RBTUR) – volume 7 nº 3 – artigo sobre o perfil de visitantes que interagiram com botos (Inia geoffrensis) no Parna de Anavilhas, no município de Novo Airão (AM). Além disso, a publicação relata como estes visitantes perceberam as novas regras de interação com os cetáceos, resultantes do processo de ordenamento que vem sendo implementado na unidade de conservação (UC).

As conclusões obtidas através da pesquisa indicam que o turismo com botos no Parna é positivo, já que as novas regras de interação com os cetáceos foram bem aceitas pela grande maioria dos entrevistados e que esse modelo de turismo é visto pelos visitantes como uma ferramenta que contribui para a conservação desses mamíferos. No entanto, levando-se em conta a facilidade de acesso e proximidade com a cidade de Manaus e o fato de ser um ecossistema com características ecológicas únicas no rio Negro, são necessários investimentos significativos no parque para se alcançar elevados padrões de qualidade da atividade.

Marcelo Vidal é ainda coautor de artigo em parceria com pesquisadores do Instituto Estadual de Florestas de Minas Gerais, da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ), da Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF) e da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ). Publicado no volume 28 da revista Desenvolvimento e Meio Ambiente, o estudo analisa as atividades turísticas baseadas na alimentação artificial dos botos à luz da legislação ambiental.

Nele é constatado que a prática apresenta pontos conflitantes com alguns aspectos da legislação vigente, que é escassa em normatizações específicas para o turismo de interação com golfinhos fluviais, mas que os órgãos ambientais responsáveis, sobretudo o Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio), vêm tomando as medidas necessárias para a mitigação dos impactos negativos e conduzindo ações graduais e participativas visando tornar a atividade sustentável e legalmente adequada.

Confira os artigos “Perfil e percepção ambiental dos visitantes do flutuante dos botos, Parque Nacional de Anavilhanas, Novo Airão/AM” e “As atividades turísticas baseadas na alimentação artificial de botos-da-Amazônia (Inia geoffrensis) e a legislação ambiental brasileira“.
Comunicação ICMBio
(61) 3341-9280

* Matéria publicada no site do ICMBio em 03/02/2014

Categoria Home, Categoria Institucional

O que é uma Unidade de Conservação

Uma Unidade de Conservação (UC) é um território cuja proteção é garantida por lei, conta com regime especial de administração e visa conservar os recursos naturais e a biodiversidade existentes em seu interior.

O Sistema Nacional de Unidades de Conservação (SNUC) foi instituído no Brasil em 2000 pela Lei nº. 9.985, que estabelece critérios e normas para a criação, implantação e gestão das Unidades de Conservação no País.

De acordo com a IUCN (União Internacional para a Conservação da Natureza), as áreas protegidas são “uma contribuição vital para a conservação dos recursos naturais e culturais mundiais.

São valiosas pela proteção de habitats naturais e da flora e fauna associadas a elas, mas também pela manutenção da estabilidade ambiental das regiões ao seu redor.

Áreas protegidas podem oferecer oportunidades para o desenvolvimento rural e uso racional em seu entorno, gerando renda e criando empregos, para pesquisa e monitoramento, para edução em conservação, e lazer e turismo.”

Fonte: Instituto Socioambiental (ISA) e IUCN

Biblioteca, Categoria Home, Documentos

Lista de unidades de conservação

UNIDADE TAMANHO CATEGORIA UF ESFERA Entrada no Arpa
ESEC Juami Japurá 572,650 Estação Ecológica Amazonas Federal Fase I
ESEC Maracá 101,312 Estação Ecológica Roraima Federal Fase I
ESEC Terra do Meio 3,373,111 Estação Ecológica Pará Federal Fase I
PARNA Juruena 1,957,000 Parque Mato Grosso e Amazonas Federal Fase I
PARNA Montanhas do Tumucumaque 3,867,000 Parque Amapá Federal Fase I
PARNA Rio Novo 537,757 Parque Pará Federal Fase I
PARNA Jaú 2,272,000 Parque Amazonas Federal Fase I
PARNA Cabo Orange 619,000 Parque Amapá Federal Fase I
PARNA Campos Amazônicos 873,570 Parque Amazonas, Rondônia e Mato Grosso Federal Fase I
PARNA Serra do Pardo 445,392 Parque Pará Federal Fase I
PARNA Viruá 227,011 Parque Roraima Federal Fase I
PARNA Anavilhanas 350,018 Parque Amazonas Federal Fase I
PARNA Serra da Cutia 283,612 Parque Rondônia Federal Fase I
PARNA Serra do Divisor 842,736 Parque Acre Federal Fase I
RESEX Alto Tarauacá 151,200 Reserva Extrativista Acre Federal Fase I
RESEX Arapixi 133,637 Reserva Extrativista Amazonas Federal Fase I
RESEX Arioca-Pruanã 83,445 Reserva Extrativista Pará Federal Fase I
RESEX Auati-Paraná 146,951 Reserva Extrativista Amazonas Federal Fase I
RESEX Baixo Juruá 187,982 Reserva Extrativista Amazonas Federal Fase I
RESEX Ipaú-Anilzinho 55,816 Reserva Extrativista Pará Federal Fase I
RESEX Ituxi 766,940 Reserva Extrativista Amazonas Federal Fase I
RESEX Mapuá 94,464 Reserva Extrativista Pará Federal Fase I
RESEX Médio Purus 604,209 Reserva Extrativista Amazonas Federal Fase I
RESEX Renascer 211,741 Reserva Extrativista Pará Federal Fase I
RESEX Barreiro das Antas 107,234 Reserva Extrativista Rondônia Federal Fase I
RESEX Lago do Capanã Grande 304,146 Reserva Extrativista Amazonas Federal Fase I
RESEX Maracanã 30,019 Reserva Extrativista Pará Federal Fase I
RESEX Rio Cautário 73,817 Reserva Extrativista Rondônia Federal Fase I
RESEX Rio Iriri 398,938 Reserva Extrativista Pará Federal Fase I
RESEX Rio Unini 833,352 Reserva Extrativista Amazonas Federal Fase I
RESEX Verde para Sempre 1,288,717 Reserva Extrativista Pará Federal Fase I
RESEX Cazumbá-Iracema 750,795 Reserva Extrativista Acre Federal Fase I
RESEX Riozinho do Anfrísio 736,341 Reserva Extrativista Pará Federal Fase I
RESEX Rio Jutaí 275,533 Reserva Extrativista Amazonas Federal Fase I
RESEX Rio Xingu 303,841 Reserva Extrativista Pará Federal Fase I
RESEX Riozinho da Liberdade 325,603 Reserva Extrativista Acre Federal Fase I
RESEX Terra Grande-Pracuúba 194,695 Reserva Extrativista Pará Federal Fase I
REBIO Jarú 328,150 Reserva Biológica Rondônia Federal Fase I
REBIO Rio Trombetas 385,000 Reserva Biológica Pará Federal Fase I
REBIO Tapirapé 103,000 Reserva Biológica Pará Federal Fase I
REBIO Uatumã 940,358 Reserva Biológica Amazonas Federal Fase I
REBIO Lago Piratuba 357,000 Reserva Biológica Amapá Federal Fase I
RDS Itatupã-Baquiá 64,735 Reserva Desenvolvimento Sustentável Pará Federal Fase I
Resex do Guariba/Mosaico Apuí 150,465 Reserva Extrativista Amazonas Estadual Fase I
PE Guariba/Mosaico Apuí 72,296 Parque Amazonas Estadual Fase I
RDS do Aripuanã/Mosaico Apuí 224,291 Reserva Desenvolvimento Sustentável Amazonas Estadual Fase I
PE do Sucunduri/Mosaico Apuí 808,312 Parque Amazonas Estadual Fase I
RDS Bararati/ Mosaico Apuí 113606 Reserva Desenvolvimento Sustentável Amazonas Estadual Fase I
RDS Piagaçú-Purus 1,005,280 Reserva Desenvolvimento Sustentável Amazonas Estadual Fase I
RDS Rio Amapá 214,133 Reserva Desenvolvimento Sustentável Amazonas Estadual Fase I
RESEX Rio Gregório 477,042 Reserva Extrativista Amazonas Estadual Fase I
RDS Uacari 623,934 Reserva Desenvolvimento Sustentável Amazonas Estadual Fase I
PE Rio Negro Setor Norte 148,634 Parque Amazonas Estadual Fase I
RESEX Catuá-Ipixuna 215,416 Reserva Extrativista Amazonas Estadual Fase I
PE Xingu 95,024 Parque Mato Grosso Estadual Fase I
PE Igarapés do Juruena 223,888 Parque Mato Grosso Estadual Fase I
ESEC Rio Ronuro 102,671 Estação Ecológica Mato Grosso Estadual Fase I
PE Cristalino I e II 184,900 Parque Mato Grosso Estadual Fase I
PE Corumbiara 430,082 Parque Rondônia Estadual Fase I
ESEC Antônio Mujica Nava / Serra dos Três Irmãos 117,928 Estação Ecológica Rondônia Estadual Fase I
PE Guajará-Mirim 203,178 Parque Rondônia Estadual Fase I
PE Cantão 100,413 Parque Tocantins Estadual Fase I
PE Chandless 693,975 Parque Acre Estadual Fase I
RESEX Rio Cajari 481,650 Reserva Extrativista Amapá Federal Fase II
PN Serra da Mocidade 350,960 Parque Amazonas, Roraima Federal Fase II
RESEX Médio Juruá 253,227 Reserva Extrativista Amazonas Federal Fase II
RDS Amanã 2,313,000 Reserva Desenvolvimento Sustentável Amazonas Estadual Fase II
PN Nascentes do Lago Jari 812,141 Parque Amazonas Federal Fase II
RESEX Cururupu 185,047 Reserva Extrativista Maranhão Federal Fase II
PE Rio Negro Setor Sul 157,807 Parque Amazonas Estadual Fase II
RESEX estadual Rio Cautário 146,400 Reserva Extrativista Rondônia Estadual Fase II
REBIO Maicuru 1,151,760 Reserva Biológica Pará Estadual Fase II
ESEC Grão Pará 4,245,819 Estação Ecológica Pará Estadual Fase II
RDS do Iratapuru 860,184 Reserva Desenvolvimento Sustentável Amapá Estadual Fase II
RDS do Juma 589,611 Reserva Desenvolvimento Sustentável Amazonas Estadual Fase II
PE do Matupiri 513,747 Parque Amazonas Estadual Fase II
RDS do Rio Madeira 283,117 Reserva Desenvolvimento Sustentável Amazonas Estadual Fase II
Esec Niquiá 283,600 Estação Ecológica Roraima Federal Fase II
RDS Rio Negro 102,978 Reserva Desenvolvimento Sustentável Amazonas Estadual Fase II
RDS Uatumã 424,430 Reserva Desenvolvimento Sustentável Amazonas Estadual Fase II
PE Serra Ricardo Franco 158,621 Parque Mato Grosso Estadual Fase II
Esec do Rio Roosevelt 80,915 Estação Ecológica Mato Grosso Estadual Fase II
RDS Igapó-Açu 397,557 Reserva Desenvolvimento Sustentável Amazonas Estadual Fase II
Resex Canutama 197,986 Reserva Extrativista Amazonas Estadual Fase II
PE Serra dos Martírios/Andorinhas 24,897 Parque Pará Estadual Fase II
ESEC Maracá-Jipioca 72,000 Estação Ecológica Amapá Federal Fase II
RESEX Rio Preto Jacundá 95,300 Reserva Extrativista Rondônia Estadual Fase II
ESEC Jari 227,126 Estação Ecológica Pará, Amapá Federal Fase II
Resex Guariba-Roosevelt 57,630 Reserva Extrativista Mato Grosso Estadual Fase II
RDS Cujubim 2,450,381 Reserva Desenvolvimento Sustentável Amazonas Estadual Fase II
ESEC Rio Acre 77,500 Estação Ecológica Acre Federal Fase II
RESEX Chico Mendes 970,570 Reserva Extrativista Acre Federal Fase II
RESEX Rio Ouro Preto 204,583 Reserva Extrativista Rondônia Federal Fase II
Rebio Gurupi 341,650 Reserva Biológica Maranhão Federal Fase II
PN Jamanxim 852,616 Parque Pará Federal Fase II