Notícias, Notícias das Unidades de Conservação

Anavilhanas (AM) promove estudo sobre botos

Dados serão úteis no ordenamento do turismo no parque

© Todos os direitos reservados. Foto: Larissa Jardim

O Parque Nacional de Anavilhanas, gerido pelo Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade, no Amazonas, iniciou o inventário de duas espécies de cetáceos que ocorrem na unidade de conservação: o boto-vermelho (Inia geoffrensis) e o boto-tucuxi (Sotalia fluviatilis). O objetivo é coletar informações populacionais sobre esses animais.

Segundo Marcelo Vidal, analista ambiental do ICMBio e coordenador do projeto Pesquisa e manejo do turismo interativo com botos no Parque Nacional de Anavilhanas, o inventário vai gerar importantes informações para o ordenamento da atividade turística com esses animais na unidade de conservação.

“Em julho iniciamos as atividades do inventário de cetáceos por meio de duas metodologias bastante conhecidas, os transectos lineares e os pontos fixos. Nosso interesse é estimar quantos botos-vermelhos e botos-tucuxis estão presentes no parque e saber como estas espécies estão utilizando os diferentes ambientes, como lagos, igarapés, canais principais dos rios, entre outros”, afirma Vidal.

Ainda segundo ele, o levantamento dessas informações permitirá estabelecer roteiros aquáticos para observação de cetáceos em Anavilhanas sem o oferecimento de alimentação artificial, que hoje é o modelo de turismo desenvolvido na unidade de conservação.

A primeira etapa do inventário, realizado na segunda quinzena de julho, época de cheia do rio Negro, contou com a colaboração voluntária de uma bióloga e de uma estudante de Ciências Biológicas, ambas do estado de São Paulo.

Como resultado, foram registrados 85 avistamentos de cetáceos, sendo 25 de boto-vermelho e 60 de boto-tucuxi. A intenção agora é realizar outras três etapas do inventário, cada uma delas em diferentes fases do ciclo hidrológico: vazante, seca e enchente.

A chefe do Parque Nacional de Anavilhanas, Priscila Santos, diz que os resultados do inventário poderão ainda ser utilizados no ordenamento do uso público da unidade de conservação. “Dependendo da forma de uso dos cetáceos em cada área, podemos trabalhar na proposição de zonas aquáticas de diferentes intensidades de uso, como, por exemplo, áreas usadas pelos cetáceos para descanso não serem utilizadas em atividades turísticas embarcadas”.

As ações do projeto Pesquisa e manejo do turismo interativo com botos no Parque Nacional de Anavilhanas envolvem parcerias com a Universidade Federal do Amazonas, Flutuante dos Botos, Instituto Dharma, Centro Nacional de Pesquisa e Conservação da Biodiversidade Amazônica e conta com recursos do programa Áreas Protegidas da Amazônia (Arpa) e da Diretoria de Pesquisa, Avaliação e Monitoramento da Biodiversidade (Dibio) do ICMBio.

* Matéria publicada em 10/09/2015 pelo ICMBio

 

Notícias, Notícias das Unidades de Conservação

Pesquisa avaliará turismo com botos em Anavilhanas (AM)

Objetivo é mensurar contribuição financeira da atividade

© Todos os direitos reservados. Foto: Dirceu Martins

Analistas ambientais do Centro Nacional de Pesquisa e Conservação da Sócio-biodiversidade Associada a Povos e Comunidades Tradicionais (CNPT) e do Parque Nacional de Anavilhanas, no Amazonas, reuniram-se com gerentes de hotéis e pousadas de Novo Airão (AM) para discutir a realização conjunta de pesquisa sobre a contribuição financeira que o turismo interativo com os botos (Inia geoffrensis) gera para a cidade.

Durante a reunião, realizada na semana passada, foi apresentada a metodologia a ser adotada, as perguntas a serem feitas nas entrevistas com os hóspedes dos hotéis e pousadas e o período em que a pesquisa será desenvolvida. As informações servirão para aprimorar as medidas de regulamentação e controle das interações dos turistas com os botos.

Anavilhanas realizará análise genética dos botos

Artigos trazem informações sobre turismo com botos

Desde 2010, o Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio) vem promovendo ações participativas para ordenar e monitorar o turismo interativo com botos no Parque Nacional de Anavilhanas. As interações com o golfinho fluvial são consideradas o principal atrativo da unidade de conservação (UC) e da cidade de Novo Airão.

Segundo o analista ambiental Marcelo Vidal, coordenador do projeto Pesquisa e manejo do turismo interativo com botos no Parque Nacional de Anavilhanas, uma das formas de medir essa contribuição é através de informações obtidas com os turistas que se hospedam na cidade de Novo Airão e que também visitam o Flutuante dos Botos.

© Todos os direitos reservados. Foto: Acervo ICMBio“Neste primeiro momento realizaremos entrevistas com os turistas diretamente nos hotéis e pousadas da cidade. Mas, também utilizaremos a metodologia com as pessoas que visitam o Flutuante dos Botos e retornam para suas cidades de origem no mesmo dia, sem se hospedarem em Novo Airão”, diz ele.

Dentre as informações que serão obtidas na pesquisa, estão o perfil do turista e o objetivo de sua viagem a Novo Airão, as atividades desenvolvidas na cidade e no Parque Nacional de Anavilhanas, os tipos e valores das despesas realizadas e sua percepção sobre a visita ao Flutuante dos Botos.

Segundo Priscila Santos, chefe do Parque Nacional de Anavilhanas, os resultados da consulta trarão subsídios importantes para todos. “A sistematização das informações obtidas junto aos turistas permitirá ao ICMBio, à Prefeitura de Novo Airão e ao trade turístico entenderem como o turismo interativo com botos no parque contribui para a economia da cidade, permitindo assim um melhor planejamento da atividade e dos demais atrativos locais”.

As ações do projeto Pesquisa e manejo do turismo interativo com botos no Parque Nacional de Anavilhanas envolvem parcerias com a Universidade Federal do Amazonas, Associação de Turismo de Novo Airão, Flutuante dos Botos, Centro Nacional de Pesquisa e Conservação da Biodiversidade Amazônica e Parque Nacional de Anavilhanas.

* Matéria publicada em 14/08/2015 no site do ICMBio

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Concluída sinalização em Anavilhanas (AM)

Placas foram fixadas sobre árvores de grande porte

© Todos os direitos reservados. Foto: Enrique Salazar

Aproveitando o período de cheia do Rio Negro, a equipe do Parque Nacional de Anavilhanas – unidade de conservação administrada pelo Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio) localizada no Amazonas – instalou 20 novas placas de sinalização. As placas, com dimensões de 3 metros por 1,5 metros, foram fixadas sobre árvores de grande porte com cabos de aço emborrachados e flexíveis, garantindo a sua durabilidade com o tempo.

Elas foram construídas com chapas de plástico reciclado cobertas com dupla camada de alumínio, também reciclado e emolduradas com madeira plástica maciça (Wood Plastic Composite – WPC), visualmente parecida com madeira convencional.

Imagens e textos foram impressos diretamente na chapa por sistema de impressão UV, tendo sido utilizadas tintas a base de pigmentos orgânicos, isentas de solventes.

Anavilhanas é um parque pioneiro na utilização dessas placas “ecológicas” com recursos do Programa Áreas Protegidas da Amazônia (Arpa). Além de mais bonitas, se for comprovada a maior durabilidade em campo, é provável que esse modelo venha substituir as placas de ferro galvanizado comumente utilizadas.

* Matéria publicada no site do ICMBio em 17/07/2015

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Anavilhanas (AM) recebe obra de arte

“Bendito seja o azul divino” é o nome da obra

© Todos os direitos reservados. Foto: Maibritt Wolthers

O Parque Nacional de Anavilhanas – unidade de conservação administrada pelo Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio) localizada no Amazonas – recebeu no final do mês de maio a obra de arte “Bendito seja o azul divino”, da artista dinamarquesa Maibritt Wolthers.

A obra ficará em exposição por um ano em uma Arapari próxima a um furo de igapó muito utilizado pelos turistas, moradores e operadores da região e foi apoiada pelo Anavilhanas Jungle Lodge, hotel do roteiro de charme que fica às margens do Parque.

“Hoje a tarde fizemos os últimos registros da instalação e um grupo de turistas passou para apreciar no momento e foi o máximo ver a alegria deles ao ver a obra. Um dos turistas chegou agora e me abraçou de felicidade e me contou que o guia deles, que é local da região ao ver a exposição ficou tão feliz, dizendo não estar acreditando estar apreciando uma obra de arte!”, frisou a artista Maibritt Wolthers.

A expectativa é de que a instalação seja apreciada por muitos locais e turistas. “Pretendo fazer uma página no Facebook na qual todos possam postar suas fotos da instalação durante o ano” disse Wolthers. A instalação passa a integrar o roteiro do Parque de Anavilhanas sendo mais um atrativo durante o período que estiver em exibição.

Saiba mais sobre visitação no Parque Nacional de Anavilhanas.

Comunicação ICMBio
(61) 2028-9280
* Matéria publicada no site do ICMBio em 03/06/2015

 

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Anavilhanas realiza capacitação sobre mamíferos terrestres

Objetivo do curso é promover o turismo de maneira responsável

© Todos os direitos reservados. Fotos: Marceo Vidal e Leonardo Milano

O Parque Nacional de Anavilhanas (AM) e o Centro Nacional de Pesquisa e Conservação da Sociobiodiversidade Associada a Povos e Comunidades Tradicionais (CNPT) realizaram, em março, o segundo módulo de capacitação sobre mamíferos, voltado para condutores, guias e operadores de turismo, com destaque para aqueles animais mais importantes nas visitações do Parque.

O objetivo é promover o turismo de maneira responsável, utilizando métodos de interpretação ambiental que podem contribuir para a sensibilização dos visitantes em relação a essas espécies. Tanto o parque quanto o centro são administrados pelo Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio).

O analista ambiental do CNPT e instrutor do curso, Marcelo Vidal, explicou que a atividade foi direcionada para conservação dos mamíferos terrestres, além de tratar de aspectos ecológicos e comportamentais. “Focamos em animais como os macacos, pequenos e grandes felinos, porcos-do-mato, tamanduás e a anta. Muitos desses animais encontram-se na lista brasileira de animais ameaçados de extinção. Assim, o turismo feito de maneira responsável e utilizando métodos de interpretação ambiental pode contribuir para a sensibilização dos visitantes em relação a estas espécies”, comentou Marcelo.

O primeiro módulo do curso sobre mamíferos, realizado em dezembro de 2014, foi voltado para os animais aquáticos. Assim, foram trabalhadas junto aos participantes informações sobre o boto-vermelho (Inia geoffrensis), o tucuxi (Sotalia fluviatilis), o peixe-boi (Trichechus inunguis), a ariranha (Pteronura brasiliensis) e a lontra (Lutra longicaudis), todos encontrados no interior da Unidade de Conservação.

Segundo a chefe do Parque Nacional de Anavilhanas, Priscila Santos, também foram realizadas capacitações em legislação ambiental, boas práticas em ecoturismo, botânica, hidrologia, entre outros, ministradas por analistas ambientais do ICMBio (vinculados aos Parques Nacionais de Anavilhanas e do Jaú e à Coordenação Regional do ICMBio em Manaus (CR02) e professores da Universidade Federal e Estadual do Amazonas e do Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia.

“Esse primeiro ciclo de palestras deve ser encerrado com uma aula/avaliação de campo ainda no primeiro semestre de 2015. O objetivo é que os condutores e guias somem aos seus conhecimentos, já muito ricos, àqueles vindos da academia, para aperfeiçoar seus serviços junto aos visitantes do Parque”, comentou.

Sobre o Parque Nacional de Anavilhanas – Criada em 1981 como Estação Ecológica e recategorizada em 2008 para Parque Nacional, Anavilhanas é uma Unidade de Conservação de proteção integral que abrange aproximadamente 350 mil hectares, com formações florestais diversas, de terra firme e de igapó, além de inúmeros igarapés, lagos, paranãs e furos, e cerca de 400 ilhas. Trata-se de um dos maiores arquipélagos fluviais do mundo. Para saber mais acesse.

Comunicação ICMBio
(61) 2028-9290
* Publicado em 14/04/2015 no site do ICMBio
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Coleta de tecidos permitirá análise genética de botos em Anavilhanas (AM)

Análise trará informações como sexo, relações de parentesco e quantidade exata de animais

© Todos os direitos reservados. Foto: Marcelo Derzi Vidal

O Centro Nacional de Pesquisa e Conservação da Sociobiodiversidade Associada a Povos e Comunidades Tradicionais (CNPT/ICMBio) iniciou no mês de março a coleta de tecidos biológicos dos botos-vermelhos (Inia geoffrensis) que frequentam o Flutuante dos Botos, localizado no Parque Nacional de Anavilhanas (AM), Unidade de Conservação administrada pelo Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio).

A atividade é realizada em parceria com a Universidade Federal do Amazonas (Ufam), e faz parte do projeto “Pesquisa e manejo do turismo interativo com botos no Parque Nacional de Anavilhanas”, desenvolvido pelo CNPT/ICMBio. Em dois dias de coletas, foram obtidas amostras de tecidos de sete botos (Chico, Curumim, Dany, Eide, Fefa, Josafá, Reginaldo).

De acordo com Marcelo Vidal, analista ambiental do CNPT e coordenador do projeto, o objetivo da coleta é realizar uma análise genética dos tecidos e obter a identificação técnica dos botos, que poderá ser comparada com o conhecimento adquirido pelos funcionários ao longo dos anos em que a atividade de turismo interativo vem sendo desenvolvida.

A análise genética trará também informações como o sexo de cada um, relações de parentesco e quantidade exata de animais que frequentam o Flutuante. “Existem, pelo menos, mais três botos que ainda não tiveram seu material coletado. Posteriormente, é possível que seja feito algum tipo de marcação nos animais, para facilitar a identificação”, informou Vidal.

Segundo Waleska Gravena, pesquisadora da Ufam, durante a coleta do material para análise, os animais não sofrem nenhum tipo de dano ou molestamento, já que o tecido retirado é muito pequeno e superficial.

O reconhecimento individual dos botos foi feito com o auxílio dos funcionários do Flutuante, que identificam cada animal por meio de marcas naturais, que equivalem a impressões digitais, ou por cicatrizes adquiridas em virtude de arranhões profundos no corpo, causados por interações com animais da mesma espécie, predadores ou humanos.

“As informações reunidas poderão ser repassadas aos visitantes do Parque Nacional de Anavilhanas de maneira didática, contribuindo para um maior conhecimento das atividades de pesquisa relacionadas ao turismo com os botos na Unidade de Conservação”, ressaltou o coordenador.

Sobre o projeto

O projeto “Pesquisa e manejo do turismo interativo com botos no Parque Nacional de Anavilhanas” tem por objetivo gerar informações sobre o turismo interativo com botos (Inia geoffrensis) no Parque Nacional de Anavilhanas, contribuindo para a conservação da espécie e o manejo da visitação na Unidade.

Além da coleta de tecidos, também serão estimadas a frequência de cada boto nas sessões de alimentação do turismo interativo e identificadas nos roteiros turísticos oferecidos no Parque as principais áreas de ocorrência e suas formas de utilização pelos botos.

O projeto é desenvolvido pelo CNPT e tem como parceiros a Ufam, o Instituto Dharma, o Flutuante dos Botos, a Reserva Extrativista do Rio Unini e o Parque Nacional de Anavilhanas.

Comunicação ICMBio
(61) 2028-9280
* Matéria assinada por Nana Brasil e publicada no site do ICMBio em 10/10/2015
Notícias, Notícias das Unidades de Conservação

Coleta de tecidos permitirá análise genética de botos em Anavilhanas (AM)

O Centro Nacional de Pesquisa e Conservação da Sociobiodiversidade Associada a Povos e Comunidades Tradicionais (CNPT) iniciou neste mês a coleta de tecidos biológicos dos botos-vermelhos (Inia geoffrensis) que frequentam o Flutuante dos Botos, localizado no Parque Nacional de Anavilhanas (AM). A atividade é realizada em parceria com a Universidade Federal do Amazonas (Ufam), como parte do projeto “Pesquisa e manejo do turismo interativo com botos no Parque Nacional de Anavilhanas”, desenvolvido pelo CNPT.

Em dois dias de coletas, foram adquiridas amostras de tecidos de sete botos (Chico, Curumim, Dany, Eide, Fefa, Josafá, Reginaldo). O reconhecimento individual dos animais foi feito com o auxílio dos funcionários do flutuante, que reconhecem cada animal por meio de marcas naturais, que equivalem a impressões digitais, ou por cicatrizes adquiridas por consequência de arranhões profundos no corpo de cada animal, causados por interações com animais da mesma espécie, predadores e humanos.

Segundo Waleska Gravena, pesquisadora da Ufam, durante a coleta do material para análise, os animais não sofrem nenhum tipo de dano ou molestamento, já que o tecido retirado é muito pequeno e superficial. Marcelo Vidal, analista ambiental do CNPT e coordenador do projeto, esclarece que a futura análise do material genético coletado permitirá identificar, por meio de métodos científicos, os indivíduos, seus gêneros e as relações de parentesco entre os mesmos, comparando-os com o conhecimento adquirido pelos funcionários do flutuante ao longo dos anos em que a atividade de turismo interativo acontece.

“As informações reunidas poderão ser repassadas aos visitantes do Parque Nacional de Anavilhanas de maneira didática, contribuindo assim para um maior conhecimento das atividades de pesquisa relacionadas ao turismo com os botos na Unidade de Conservação”, ressaltou Marcelo.

Sobre a iniciativa O projeto “Pesquisa e manejo do turismo interativo com botos no Parque Nacional de Anavilhanas” tem por objetivo gerar informações sobre o turismo interativo com botos (Inia geoffrensis) no Parque Nacional de Anavilhanas que contribuam para a conservação da espécie e o manejo da visitação na Unidade. Além da coleta de tecidos, também serão estimadas a frequência de cada indivíduo de boto nas sessões de alimentação do turismo interativo e identificados nos roteiros turísticos oferecidos no Parque as principais áreas de ocorrência e suas formas de utilização pelos botos. O projeto é desenvolvido pelo CNPT e tem como parceiros Ufam, Instituto Dharma, Flutuante dos Botos, Reserva Extrativista do Rio Unini e Parque Nacional de Anavilhanas.

* Matéria publicada no ICMBio em Foco 335

Notícias, Notícias das Unidades de Conservação, Notícias dos Parceiros do Arpa

Anavilhanas (AM) terá Plano de Manejo revisado

Em breve o Parque Nacional (PARNA) de Anavilhas, unidade de conservação gerida pelo Instituto Chico Mendes localizada no Amazonas, contará com um consultor contratado para elaborar a revisão do plano de manejo do parque – documento norteador sobre o que pode ou não ser desenvolvido na área protegida.

Graças ao apoio do Fundo Brasileiro para a Biodiversidade (Funbio) o processo continua aberto até segunda-feira (31/03), momento em que os candidatos – empresas e instituições – ainda podem apresentar suas propostas juntamente com a comprovação de capacidade técnica.

A seleção levará em conta o Manual para Contratações e Aquisições do Funbio. Os recursos para pagamento dos serviços, virão do contrato assinado entre o KFW, grupo bancário Alemão, e o Funbio para a implementação do Programa Áreas Protegidas da Amazônia (Arpa) fase II.

O Programa Áreas Protegidas da Amazônia (Arpa), maior iniciativa de proteção de florestas tropicais do mundo, tem como objetivo a expansão e fortalecimento do Sistema Nacional de Unidades de Conservação (SNUC) na Amazônia, a partir da proteção de 60 milhões de hectares na Amazônia – 12% da região, assegurando recursos financeiros para a gestão destas áreas e contribuindo para o desenvolvimento sustentável regional.

Criado em 2002, o Arpa é coordenada pelo Ministério do Meio Ambiente (MMA) e financiado com recursos do Global Environment Facility (GEF)/Banco Mundial, do governo da Alemanha/KfW, do Fundo Amazônia/ BNDES, WWF-Brasil e setor empresarial (Natura e O Boticário), além de contrapartida do Governo Federal e governos estaduais, que totalizam cerca de U$ 395 milhões de dólares.

Confira os pré-requisitos e exigências para esta contratação, clicando aqui

Comunicação ICMBio
(61) 3341-9280

* Matéria publicada no site do ICMBio em 24/03/2014

Notícias, Notícias dos Parceiros do Arpa, Notícias sobre o Arpa

Arpa contrata Consultoria PJ para a revisão do Plano de Manejo do Parque Nacional de Anavilhanas/AM

O Programa Áreas Protegidas da Amazônia (ARPA), maior iniciativa de proteção de florestas tropicais do mundo, tem como objetivo a expansão e fortalecimento do Sistema Nacional de Unidades de Conservação (SNUC) na Amazônia, a partir da proteção de 60 milhões de hectares na Amazônia – 12% da região, assegurando recursos financeiros para a gestão destas áreas e contribuindo para o desenvolvimento sustentável regional.Criado em 2002, é coordenado pelo Ministério do Meio Ambiente (MMA) e financiado com recursos do Global Environment Facility (GEF)/Banco Mundial, do governo da Alemanha/KfW, do Fundo Amazônia/ BNDES, WWF-Brasil e setor empresarial (Natura e O Boticário), além de contrapartida do Governo Federal e governos estaduais, que totalizarão 395 milhões de dólares.

O Fundo Brasileiro para a biodiversidade (FUNBIO) é a instituição responsável pelo gerenciamento dos recursos financeiros, pelas atividades de aquisições e contratações para as unidades de conservação (UCs) e pela gestão de ativos do Fundo de Áreas Protegidas (FAP), um fundo fiduciário que irá garantir a continuidade das ações em longo prazo.

Para participar do processo de seleção, as empresas/instituições interessadas deverão manifestar-se até o dia 17 de março de 2014, demonstrando que são qualificadas para desempenhar os serviços descritos no TdR citado abaixo, apresentando comprovação de capacidade técnica adquirida a partir da realização de trabalhos que se enquadrem no perfil descrito para a realização da Revisão do Plano de Manejo do PARNA Anavilhanas/AM.

Os documentos deverão ser enviados por e-mail para jose.mauro@funbio.org.br, identificados como “Manifestação de interesse consultoria PJ_ Plano de Manejo PARNA Anavilhanas e indicando o NOME da Instituição”.

Somente serão selecionados para participação no processo, as empresas e instituições que cumprirem com os requisitos solicitados.

O processo será conduzido em acordo ao Manual para Contratações e Aquisições do Funbio.

Os recursos para pagamento dos serviços advêm do contrato assinado entre o KFW e o Funbio para a implementação do Programa Áreas Protegidas da Amazônia (ARPA) fase II.

A presente contratação deverá obedecer os procedimentos descritos nos arquivos abaixo:

TdR 2013.1122.00037-0;
Critérios de Avaliação;
Desenho de Processo e Planejamento Anavilhanas (DPP);
Roteiro Metodológico_2002;
Roteiro Metodológico 2011;
Roteiro Metodológico para Manejo de Impactos da Visitação ICMBio 

O Funbio entrará em contato, solicitando as propostas, somente com as empresas cujas manifestações de interesse em realizar o serviço forem selecionadas.

* Matéria publicada no site do Funbio em 28/02/2014

Notícias, Notícias das Unidades de Conservação

Artigos trazem informações sobre turismo com botos

Os analistas ambientais Marcelo Vidal, do Centro Nacional de Pesquisa e Conservação da Sociobiodiversidade Associada a Povos e Comunidades Tradicionais (CNPT/ICMBio), e Priscila Santos, do Parque Nacional de Anavilhanas, publicaram na atual edição da Revista Brasileira de Pesquisa em Turismo (RBTUR) – volume 7 nº 3 – artigo sobre o perfil de visitantes que interagiram com botos (Inia geoffrensis) no Parna de Anavilhas, no município de Novo Airão (AM). Além disso, a publicação relata como estes visitantes perceberam as novas regras de interação com os cetáceos, resultantes do processo de ordenamento que vem sendo implementado na unidade de conservação (UC).

As conclusões obtidas através da pesquisa indicam que o turismo com botos no Parna é positivo, já que as novas regras de interação com os cetáceos foram bem aceitas pela grande maioria dos entrevistados e que esse modelo de turismo é visto pelos visitantes como uma ferramenta que contribui para a conservação desses mamíferos. No entanto, levando-se em conta a facilidade de acesso e proximidade com a cidade de Manaus e o fato de ser um ecossistema com características ecológicas únicas no rio Negro, são necessários investimentos significativos no parque para se alcançar elevados padrões de qualidade da atividade.

Marcelo Vidal é ainda coautor de artigo em parceria com pesquisadores do Instituto Estadual de Florestas de Minas Gerais, da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ), da Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF) e da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ). Publicado no volume 28 da revista Desenvolvimento e Meio Ambiente, o estudo analisa as atividades turísticas baseadas na alimentação artificial dos botos à luz da legislação ambiental.

Nele é constatado que a prática apresenta pontos conflitantes com alguns aspectos da legislação vigente, que é escassa em normatizações específicas para o turismo de interação com golfinhos fluviais, mas que os órgãos ambientais responsáveis, sobretudo o Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio), vêm tomando as medidas necessárias para a mitigação dos impactos negativos e conduzindo ações graduais e participativas visando tornar a atividade sustentável e legalmente adequada.

Confira os artigos “Perfil e percepção ambiental dos visitantes do flutuante dos botos, Parque Nacional de Anavilhanas, Novo Airão/AM” e “As atividades turísticas baseadas na alimentação artificial de botos-da-Amazônia (Inia geoffrensis) e a legislação ambiental brasileira“.
Comunicação ICMBio
(61) 3341-9280

* Matéria publicada no site do ICMBio em 03/02/2014