Notícias, Notícias das Unidades de Conservação

Concluída sinalização em Anavilhanas (AM)

Placas foram fixadas sobre árvores de grande porte

© Todos os direitos reservados. Foto: Enrique Salazar

Aproveitando o período de cheia do Rio Negro, a equipe do Parque Nacional de Anavilhanas – unidade de conservação administrada pelo Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio) localizada no Amazonas – instalou 20 novas placas de sinalização. As placas, com dimensões de 3 metros por 1,5 metros, foram fixadas sobre árvores de grande porte com cabos de aço emborrachados e flexíveis, garantindo a sua durabilidade com o tempo.

Elas foram construídas com chapas de plástico reciclado cobertas com dupla camada de alumínio, também reciclado e emolduradas com madeira plástica maciça (Wood Plastic Composite – WPC), visualmente parecida com madeira convencional.

Imagens e textos foram impressos diretamente na chapa por sistema de impressão UV, tendo sido utilizadas tintas a base de pigmentos orgânicos, isentas de solventes.

Anavilhanas é um parque pioneiro na utilização dessas placas “ecológicas” com recursos do Programa Áreas Protegidas da Amazônia (Arpa). Além de mais bonitas, se for comprovada a maior durabilidade em campo, é provável que esse modelo venha substituir as placas de ferro galvanizado comumente utilizadas.

* Matéria publicada no site do ICMBio em 17/07/2015

Notícias, Notícias das Unidades de Conservação

RESEX do Baixo Juruá (AM) reúne conselho e instala placas de sinalização

Placa BotafogoEntre os dias 23 de março a 01 de abril, foi realizada a mobilização para XI Reunião do Conselho Deliberativo da Reserva Extrativista do Baixo Juruá, que acontecerá nos dias 25 e 26 de Abril no município de Juruá no estado do Amazonas. Atualmente, o conselho deliberativo é formado por dezessete cadeiras, sendo oito delas de representação direta dos comunitários, entre os seis conselheiros das comunidades, o representante da associação dos produtores da RESEX e o representante do grupo de jovens protagonistas da unidade. A mobilização é a oportunidade de esclarecer os assuntos da pauta da reunião do conselho, para que a comunidade apresente seu posicionamento ao seu representante, que será seu porta voz na reunião do conselho, no entanto, todos os comunitários são convidados e incentivados a participar da reunião. Além dos comunitários, foram convocados para a reunião, os representantes das instituições parceiras na cidade de Juruá, que também compõem o conselho deliberativo.

A expedição também teve o objetivo de instalar placas sinalizadoras nas comunidades da RESEX. Foram instaladas, com o apoio dos comunitários, 13 placas com a nomenclatura de cada comunidade pertencente a Reserva. Com as placas sinalizadoras quem passa em frente ou pretende entrar na comunidade, sabe que esta, integra uma unidade de conservação federal, estando sujeito as regras estabelecidas no plano de manejo da unidade. As placas também representam um marco físico para as comunidades, fortalecendo o sentimento de pertencimento a reserva extrativista. As atividades foram realizadas com recursos do Programa Áreas Protegidas da Amazônia (ARPA).

FONTE: ICMBio / Órgão Gestor da RESEX do Baixo Juruá (AM)

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Reserva Extrativista Maracanã (PA) instala placas de sinalização

A equipe da Reserva Extrativista (Resex) Maracanã, localizada no litoral do estado do Pará, na região denominada Salgado Paraense, iniciou em 12 de janeiro a instalação de placas sinalizatórias para identificar os limites da Resex. A sinalização tem sido instalada, em sua maioria, em manguezais, considerando que a Reserva abrange o ambiente marinho-costeiro, além do espelho d ́água.

Segundo Cláudia Marçal, analista ambiental da Unidade, a demarcação da Resex, por meio da sinalização, é de suma importância para sua gestão, pois serve para afirmar a presença do Estado, auxiliar na gestão da área no que se refere ao zoneamento e fiscalização e promover o ordenamento fundiário regional. A aquisição das placas contou com o apoio financeiro do Programa Áreas Protegidas da Amazônia (Arpa).

* Publicado no ICMBio em Foco 328