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Arpa contrata aluguel de veículos para Rebio do Gurupi (MA)

O Programa Áreas Protegidas da Amazônia (ARPA), maior iniciativa de proteção de florestas tropicais do mundo, tem como objetivo a expansão e fortalecimento do Sistema Nacional de Unidades de Conservação (SNUC) na Amazônia, a partir da proteção de 60 milhões de hectares na Amazônia – 12% da região, assegurando recursos financeiros para a gestão destas áreas e contribuindo para o desenvolvimento sustentável regional.Criado em 2002, é coordenado pelo Ministério do Meio Ambiente (MMA) e financiado com recursos do Global Environment Facility (GEF)/Banco Mundial, do governo da Alemanha/KfW, do Fundo Amazônia/ BNDES, WWF-Brasil e setor empresarial (Natura e O Boticário), além de contrapartida do Governo Federal e governos estaduais, que totalizarão 395 milhões de dólares.

O Fundo Brasileiro para a Biodiversidade (FUNBIO) é a instituição responsável pelo gerenciamento dos recursos financeiros, pelas atividades de aquisições e contratações para as unidades de conservação (UCs) e pela gestão de ativos do Fundo de Áreas Protegidas (FAP), um fundo fiduciário que irá garantir a continuidade das ações em longo prazo.

Para participar do processo de seleção para prestação de serviço de locação diária de veículos 4×4, cabine dupla, quilometragem livre, as empresas interessadas deverão manifestar interesse até o dia 22/05/2015, demonstrando que estão qualificadas para executar o serviço em questão, com todos os equipamentos de segurança e documentação exigidos por lei.

As manifestações deverão ser enviados para o e-mail para jose.mauro@funbio.org.br, identificadas como “Aluguel de Veículo 4×4 – REBIO de Gurupi” e identificando o nome da locadora”.

No corpo do e-mail deve ser informado o CNPJ da empresa, pessoa, telefone e e-mail de contato.

Somente serão selecionadas e contatadas as empresas que cumprirem com todos os requisitos solicitados.

* Publicado no site do Funbio em 12/05/2015

 

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Reserva Biológica do Jaru (RO) realiza operação de fiscalização

Três infratores foram autuados e conduzidos à Polícia Federal

© Todos os direitos reservados. Fotos: Acervo Reserva Biológica do Jaru

 

Selo-Arpa1A Reserva Biológica do Jaru (RO), Unidade de Conservação (UC) administrada pelo Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio), realizou uma operação de fiscalização no último dia 13 de março, quando foram encontrados três infratores em uma embarcação no principal rio da Reserva, o Tarumã.

Durante a operação, a equipe da UC apreendeu um porco do mato abatido, 40 quilos de pescado e 45 litros de óleo de copaíba: tudo obtido ilegalmente dentro da Reserva. Além desses produtos, também foram apreendidos facões e equipamentos de pesca, duas armas com munições e o barco que estava sendo utilizado. Os infratores foram autuados e conduzidos até a delegacia da Polícia Federal em Ji-Paraná.

O Rio Tarumã representa a principal sub-bacia hidrográfica no interior da Reserva Biológica do Jaru, com quase 6 mil km² de área (99% dentro da UC). O curso d’água apresenta excelente estado de conservação, com grande diversidade de peixes, além de abrigar grupos de espécies de mamíferos semiaquáticos, como a lontra e a ariranha. “A presença desses animais na Reserva demonstra o alto grau de conservação da UC e sua importância para a preservação das espécies e de seus habitats”, pontuou Patrícia Ferreira, chefe da Unidade.

Ainda segundo Patrícia, a operação de fiscalização foi realizada com apoio financeiro do Programa Áreas Protegidas da Amazônia (Arpa). Lançado pelo Governo Federal em 2002, o Arpa é coordenado pelo Ministério do Meio Ambiente (MMA) e gerenciado financeiramente pelo Fundo Brasileiro para a Biodiversidade (Funbio). O objetivo do programa é fortalecer o Sistema Nacional de Unidades de Conservação (SNUC) na Amazônia e proteger 60 milhões de hectares, assegurando recursos financeiros para a gestão dessas áreas.

“Por meio de ações como essa, a equipe da Reserva Biológica do Jaru espera diminuir a pressão exercida por moradores do entorno, pescadores profissionais e amadores que insistem em invadir os limites da UC em busca de recursos ambientais”, afirmou a chefe da Reserva.

Sobre a Reserva Biológica do Jaru

Com aproximadamente 350 mil hectares sob proteção, a Reserva Biológica do Jaru é uma Unidade de Conservação de Proteção Integral, admitindo apenas o uso indireto dos seus recursos naturais. Criada em 2006, a UC se localiza no bioma Amazônia e abriga espécies ameaçadas de extinção, como o gato-do-mato, a ariranha e a onça-pintada. Saiba mais.

* Matéria assinada por Nana Brasil e publicada no site do ICMBio

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Reserva Biológica do Gurupi capacita conselheiros

A reserva Biológica (rebio) do Gurupi realizou em Imperatriz (MA), no mês de fevereiro, o primeiro Curso de Capacitação para os membros de seu Conselho Consultivo. Titulares e suplentes, além de gestores da rebio, participaram do evento, que teve a moderação das pesquisadoras Regina Oliveira e Benedita Barros, do Museu Emílio Goeldi.

Durante os dois dias de formação, foram abordados temas que envolvem a gestão da Unidade de Conservação (UC) e o perfil dos conselheiros, além de realizados exercícios que permitissem o debate sobre a função e o papel do Conselho e de seus membros. Na oportunidade, também foram planejadas as ações do conselho gestor para este ano nas áreas de proteção, educação ambiental, políticas públicas e pesquisa.

Para os participantes, o encontro foi inovador ao reuni-los fora do Conselho e para o planejamento de ações relativas à implementação e gestão da rebio do Gurupi. “Acreditamos que os objetivos do encontro foram alcançados, pois foi uma oportunidade para incentivar o comprometimento dos conselheiros com a missão do Conselho Consultivo na proteção e conservação da Rebio do Gurupi”, afirmou Evane Alves Lisboa, chefe da UC.

Criada em 1988, a reserva Biológica do Gurupi tem uma área de 271.197 hectares, abrangendo três municípios: Bom Jardim, São João do Carú e Centro Novo do Maranhão. Seu Conselho Consultivo foi criado em maio de 2013 e desde então contribui com diversas ações realizadas pela unidade de Conservação.

O curso foi realizado com recursos do Programa Áreas Protegidas da Amazônia (Arpa).
* Publicado no ICMBio em Foco 334
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Iniciada a reforma do escritório da Rebio do Gurupi (MA)

Por Luciana Freitas

O Escritório da Rebio do Gurupi, construído em 1989 e localizado em Açailândia (MA), entrou em reforma no dia 14 de janeiro de 2015. Na reforma, serão realizadas melhorias no prédio, como: novo piso nas áreas internas e externas, pintura, troca de telhas e reforma de instalações elétricas e hidráulicas, do alojamento e banheiro.

Com previsão para término até o mês de abril, a reforma está sendo realizada com recursos do ARPA – Programa Áreas Protegidas da Amazônia e trará melhorias na infra-estrutura física e na logística dos trabalhos realizados na Unidade do ICMBio em Açailândia (MA).

A Rebio do Gurupi está sob a chefia de Evane Lisboa e conta com uma analista ambiental, e duas técnicas ambientais recém-empossadas, o que trará melhoria na eficiência dos trabalhos relacionados à fiscalização e proteção de umas das unidades mais importantes do Brasil para a preservação da Amazônia maranhense. A reforma da infraestrutura física contribuirá para que os trabalhos realizados em prol do meio ambiente na região sejam mais eficazes.

* Fotos: Acervo da Rebio Gurupi

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Arpa contrata serviços de condução de embarcações para a REBIO do Jaru (RO)

O Programa Áreas Protegidas da Amazônia (ARPA), maior iniciativa de proteção de florestas tropicais do mundo, tem como objetivo a expansão e fortalecimento do Sistema Nacional de Unidades de Conservação (SNUC) na Amazônia, a partir da proteção de 60 milhões de hectares na Amazônia – 12% da região, assegurando recursos financeiros para a gestão destas áreas e contribuindo para o desenvolvimento sustentável regional.Criado em 2002, é coordenado pelo Ministério do Meio Ambiente (MMA) e financiado com recursos do Global Environment Facility (GEF)/Banco Mundial, do governo da Alemanha/KfW, do Fundo Amazônia/ BNDES, WWF-Brasil e setor empresarial (Natura e O Boticário), além de contrapartida do Governo Federal e governos estaduais, que totalizarão 395 milhões de dólares.O Fundo Brasileiro para a biodiversidade (FUNBIO) é a instituição responsável pelo gerenciamento dos recursos financeiros, pelas atividades de aquisições e contratações para as unidades de conservação (UCs).O Funbio solicita que empresas/instituições interessadas manifestem-se até o dia 09 de março de 2015, demonstrando que são qualificadas para desempenhar os serviços descritos na Especificação Técnica, apresentando comprovação de capacidade técnica adquirida a partir da realização de trabalhos para serviços de condução de embarcação.Clique aqui para ler a Especificação Técnica.

Os documentos deverão ser enviados por e-mail para jose.mauro@funbio.org.br, identificados como “Manifestação de interesse_Serviços para condução de embarcações e indicando o NOME da sua Instituição”.
Somente serão selecionados para participação no processo, as empresas e instituições que cumprirem com os requisitos solicitados e que tiverem apólice de seguro para os serviços a serem contratados.
O processo será conduzido de acordo com o Manual para Contratações e Aquisições do Funbio disponível no site www.funbio.org.br.
Os recursos para pagamento dos serviços advêm do contrato assinado entre o KFW e o Funbio para a implementação do Programa Áreas Protegidas da Amazônia (ARPA) fase III.
O Funbio entrará em contato, solicitando as propostas, somente com as empresas cujas manifestações de interesse em realizar o serviço forem selecionadas.

*Publicado no site do Funbio em 02/03/2015

 

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Reserva Biológica do Jaru realiza seminário de pesquisa

A Reserva Biológica (Rebio) do Jaru (RO) realizou no dia 27 de novembro, no auditório do Centro Universitário Luterano de Ji-Paraná, o III Seminário de Pesquisa da Rebio Jaru. O evento reuniu cerca de 100 participantes, entre acadêmicos e docentes das universidades e centros de pesquisa da região, representantes de instituições da área ambiental e parceiros da Unidade de Conservação (UC).

O objetivo foi divulgar as pesquisas científicas realizadas na unidade e, consequentemente, atrair novos projetos de pesquisa e estudos. Durante o seminário, foram ministradas palestras que abordaram temas como A Reserva Biológica do Jaru e sua Perspectiva no Desenvolvimento de Pesquisas Científicas; Bioecologia de Plagioscion squamosissimus (Perciformes, Scianidae) na Bacia do Rio Machado em Rondônia e Programa LBA – Uma síntese dos estudos realizados na Rebio Jaru.

Durante este ano, sete pesquisas foram desenvolvidas na Unidade e contribuíram para o conhecimento da área. A proposta da equipe é fomentar a pesquisa e realizar o seminário todos os anos, divulgando a Rebio Jaru, consolidando novas e antigas parcerias e promovendo atividades que contribuam no cumprimento dos objetivos da UC.

* Publicado no ICMBio em Foco 324
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UCs da Amazônia celebram juntas 25 anos de existência

Na próxima quarta-feira (07/05) a Flona Tapirapé Aquiri, Rebio Tapirapé e APA do Igarapé Gelado, localizadas no Sudeste do Pará, celebam 25 anos de existência. Com o tema “Patrimônio Ambiental do Sudeste do Pará – Riquezas e Belezas Cênicas Conservadas para as presentes e Futuras Gerações “, o evento acontece, das 19h00 ás 22h00, no auditório da Universidade Federal do Sul e Sudeste do Pará (Unifesspa), campus I, em Nova Marabá, Marabá/PA.

O evento contará com a participação dos membros do conselho consultivo das unidades de conservação, gestores, entidades e pessoas que ajudaram e ajudam a construir a história desse importante mosaico de áreas protegidas.

Na programação estão, além da abertura do evento, às 19h00, a homenagem a instituições e pessoas que contribuíram com a conservação das unidades de conservação às 19h30 e a mesa redonda: Flona Tapirapé Aquiri, REBIO Tapirapé e APA do Igarapé Gelado 25 Anos: Interfaces com o modelo de ocupação e desenvolvimento regional e a importância para a conservação e pesquisa às 20h00, com presença dos coordenador da Casa da Cultura de Marabá, Noé Von Atzingen, do reitor da Unifesspa, Maurilio Monteiro e do diretor de Ações Socioambientais do ICMBio, João Novaes, como palestrantes.

Sobre as três UCs
A Floresta Nacional Tapirapé Aquiri e a Reserva Biológica Tapirapé, localizadas no município de Marabá e São Félix do Xingu e Área de Proteção Ambiental do Igarapé Gelado, localizada no município de Parauapebas, juntamente com a Floresta Nacional de Carajás, Floresta Nacional Itacaiúnas e Terra Indígena Xicrim do Catété constituem o mosaico de Carajás, que representa a maior área de floresta Amazônica contínua do Sudeste do Pará, totalizando aproximadamente 1,2 milhões de hectares.

A região do mosaico possui características que o diferenciam de outras regiões da Amazônia, por possuir dois ecossistemas distintos que convivem em harmonia – as áreas de florestas ombrófilas e da savana metalófila, mais conhecida como canga, onde estão concentradas as jazidas de ferro, em Carajás.

O histórico das UCs que compõem a região está diretamente relacionado ao modelo de desenvolvimento estabelecido nas décadas de 70 e 80, e intimamente ligadas à descoberta e posterior exploração de grandes jazidas minerais – a exemplo da descoberta da Província Mineral de Carajás, ocorrida em 1967.

As primeiras unidades de conservação foram criadas 1989 (Flona Tapirapé Aquiri, Rebio Tapirapé, APA do Igarapé Gelado); e as outras duas Unidades (Flona Carajás e Flona Itacaiunas) em 1998. Todas essas unidades de conservação são administradas pelo Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio), autarquia federal criada em 2007, vinculada ao Ministério do Meio Ambiente.

Comunicação ICMBio
(61) 3341-9290

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ICMBio participa da operação de desintrusão da Terra Indígena Awá

Objetivo do Instituto é evitar invasões na UC Rebio do Gurupi (MA)

Está sendo realizada desde o dia 15 de janeiro a desintrusão da Terra Indígena Awá, no noroeste do Maranhão, que garante a retirada de eventuais ocupantes da área demarcada após a etapa final do processo de demarcação. Como parte da ação, estão sendo entregues notificações judiciais na fronteira da terra indígena (TI) com a Reserva Biológica (Rebio) do Gurupi. A operação “Desintrusão da TI Awá” tem duração prevista inicialmente de 90 dias.

Até esta quinta-feira foram entregues cerca de 380 notificações. Só nos dois primeiros dias foram 148 notificações, o que representa cerca de 40% do total da TI, que tem área de 116 mil hectares. Os trabalhos estão sendo realizados por quatro oficiais de justiça divididos em equipes que percorrem por via terrestre e aérea a localização das edificações.

Nas moradias em que não são encontrados habitantes, as notificações são afixadas em locais visíveis. O documento é necessário para o cadastramento junto ao Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra), o que poderá garantir o assentamento das famílias e acesso às políticas públicas. Após a notificação, o notificado tem um prazo de 40 dias para se retirar da área espontaneamente. A equipe de governo, instalada na base avançada na entrada da terra indígena, recebeu o reforço dos funcionários da Prefeitura de São João do Caru. Eles serão responsáveis pela inscrição das famílias no CadÚnico.

A equipe do Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio), com apoio do Batalhão de Policiamento Ambiental do Maranhão (BPA /MA), participa da operação “Desintrusão da TI Awá” para evitar invasões na Reserva Biológica do Gurupi durante o período da desintrusão e, ao mesmo tempo, acompanhar as notificações na terra indígena, principalmente nas áreas limítrofes a unidade de conservação (UC) federal. “Nossa participação na desintrusão é proteger a Rebio do Gurupi contra possíveis invasões de pessoas retiradas da TI Awá e resguardar o patrimônio natural da UC, como também apoiar as ações de desintrusão, para obtermos sucesso na ação”, afirma Saulo Gouveia, coordenador da ação do ICMBio na desintrusão da TI Awá.

O coordenador de Fiscalização do Instituto Chico Mendes, Guilherme Betiollo, avalia que esta operação é fundamental para consolidar a imagem do ICMBio nas ações de proteção frente a outras instituições atuantes no tema. “Além disso, como a TI e a Rebio são limítrofes, os ilícitos relacionados principalmente à exploração ilegal de madeira e desmatamento/ocupação irregular do solo também ocorrem nas duas áreas e são feitos pelas mesmas pessoas, portanto o combate aos infratores da terra indígena acaba por beneficiar solidariamente a UC”, destaca.

A equipe interministerial da operação “Desintrusão da TI Awá” é formada pela Fundação Nacional do Índio (Funai), Secretaria-Geral da Presidência da República, Ministério da Defesa – Exército e Força Aérea Brasileira –, polícias Federal e Rodoviária Federal, Força Nacional, ICMBio, Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama), Agência Brasileira de Inteligência (Abin), Centro Gestor do Sistema de Proteção da Amazônia (Censipam), Ministério do Desenvolvimento Agrário, Incra e Instituto Nacional do Seguro Social (INSS).
Comunicação ICMBio
(61) 3341-9280

* Matéria publicada no site do ICMBio em 23/01/2014