Notícias, Notícias das Unidades de Conservação

Maracá (RR) reúne conselheiros

Quarenta conselheiros da Estação Ecológicade Maracá, unidade de conservação administrada pelo Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio) localizada no município de Amajari (RR), reuniram-se no início do mês de maio.

A reunião foi possível graças ao custeio integral promovido pelo Programa Áreas Protegidas da Amazônia (Arpa), reunindo conselheiros titulares, suplentes e convidados, alcançando um patamar de 84% de presença.

O destaque da reunião ficou por conta da revisão do regimento interno do conselho, instituído em 2007 quando da origem do próprio conselho, tornando-o mais focado na realidade atual. A reunião também foi uma oportunidade para aproximar diferentes entidades e população, possibilitando direcionamentos em relação a futuras capacitações.

Na ocasião pesquisadora da Embrapa/RR, Hyanameyka Evangelista de Lima promoveu curso sobre produção de mudas e enxertia de cupuaçu, que auxiliará as comunidades rurais do entorno.

O Plano de Ação do conselho se encontra em andamento, o que possibilitou mais um ciclo de avaliação para possível encaminhamento de outras demandas.

Comunicação ICMBio
(61) 2028-9280
* Matéria publicada no site do ICMBio em 28/05/2015

 

Notícias, Notícias das Unidades de Conservação, Notícias dos Parceiros do Arpa, Notícias sobre o Arpa

Arpa contrata consultoria para Parna Serra da Mocidade e Esec de Niquiá (RR)

O Programa Áreas Protegidas da Amazônia (ARPA), maior iniciativa de proteção de florestas tropicais do mundo, tem como objetivo a expansão e fortalecimento do Sistema Nacional de Unidades de Conservação (SNUC) na Amazônia, a partir da proteção de 60 milhões de hectares na Amazônia – 12% da região, assegurando recursos financeiros para a gestão destas áreas e contribuindo para o desenvolvimento sustentável regional. Criado em 2002, é coordenado pelo Ministério do Meio Ambiente (MMA) e financiado com recursos do Global Environment Facility (GEF)/Banco Mundial, do governo da Alemanha/KfW, do Fundo Amazônia/ BNDES, WWF-Brasil e setor empresarial (Natura e O Boticário), além de contrapartida do Governo Federal e governos estaduais, totalizando 395 milhões de dólares.O Fundo Brasileiro para Biodiversidade (FUNBIO) é a instituição responsável pelo gerenciamento dos recursos financeiros, pelas atividades de aquisições e contratações para as unidades de conservação (UCs) e pela gestão de ativos do Fundo de Áreas Protegidas (FAP), um fundo fiduciário que irá garantir a continuidade das ações em longo prazo.

Convidamos as empresas/instituições interessadas neste processo seletivo a manifestarem-se até o dia 15 de maio de 2015, demonstrando que são qualificadas para desempenhar os serviços descritos no Termo de Referência (TdR)
Clique aqui para ler o Termo de Referência

Os documentos, comprovando a capacidade técnica adquirida a partir da realização de trabalhos que se enquadrem no perfil estabelecido no TdR, deverão ser enviados por e-mail para juliana.penna@funbio.org.br, identificados como “Manifestação de interesse – planos de manejo Parna Serra da Mocidade/Esec Niquiá”.

Somente serão selecionados para participação no processo as empresas e instituições que cumprirem com os requisitos solicitados.

O processo será conduzido em acordo ao Manual para Contratações e Aquisições do Funbio, que se encontra neste site.

Os recursos para pagamento dos serviços advêm do contrato assinado entre o KfW e o Funbio para a implementação do Programa Áreas Protegidas da Amazônia (ARPA) fase II.

* Publicado no site do Funbio em 04/05/2015

 

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Arpa contrata serviço para elaboração de projeto audiovisual para a ESEC de Maracá (RR)

O Programa Áreas Protegidas da Amazônia (ARPA), maior iniciativa de proteção de florestas tropicais do mundo, tem como objetivo a expansão e fortalecimento do Sistema Nacional de Unidades de Conservação (SNUC) na Amazônia, a partir da proteção de 60 milhões de hectares na Amazônia – 12% da região, assegurando recursos financeiros para a gestão destas áreas e contribuindo para o desenvolvimento sustentável regional.Criado em 2002, é coordenado pelo Ministério do Meio Ambiente (MMA) e financiado com recursos do Global Environment Facility (GEF)/Banco Mundial, do governo da Alemanha/KfW, do Fundo Amazônia/ BNDES, WWF-Brasil e setor empresarial (Natura e O Boticário), além de contrapartida do Governo Federal e governos estaduais, que totalizarão 395 milhões de dólares.O Fundo Brasileiro para biodiversidade é a instituição responsável pelo gerenciamento dos recursos financeiros, pelas atividades de aquisições e contratações para as unidades de conservação (UCs) e pela gestão de ativos do Fundo de Áreas Protegidas (FAP), um fundo fiduciário que irá garantir a continuidade das ações em longo prazo.Para participar do processo de seleção, as empresas/instituições interessadas deverão manifestar-se até o dia 13 de março de 2015, demonstrando que são qualificadas para desempenhar os serviços descritos no Termo de Referência, apresentando comprovação de capacidade técnica adquirida a partir da realização de trabalhos que se enquadrem no perfil.

Os documentos deverão ser enviados por e-mail para alessandro.oliveira@funbio.org.br, identificados como “Manifestação de interesse_Serviço PJ_ Projeto Audiovisual da ESEC Maracá”.

Clique aqui para visualizar o Termo de Referência.

Somente serão selecionados para participação no processo as empresas e instituições que cumprirem com os requisitos solicitados.

O processo será conduzido em acordo ao Manual para Contratações e Aquisições do Funbio, disponível no nosso site. Os recursos para pagamento dos serviços advêm do contrato assinado entre o KFW e o Funbio para a implementação do Programa Áreas Protegidas da Amazônia (ARPA) fase II.

O Funbio entrará em contato, solicitando as propostas, somente com as empresas cujas manifestações de interesse em realizar o serviço forem selecionadas.

* Publicado no site do Funbio em 13/02/2015

 

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Fiscais apreendem tartarugas em RR que seriam usadas para ceia de Natal

Quatro suspeitos de tráfico foram presos pela Cipa com 130 tartarugas. Animais podem custar R$ 500 e seriam vendidos em Boa Vista e Manaus

Na véspera de Natal, 130 tartrugas, que seriam vendidas em Boa Vista e Manaus, foram apreendidas pela equpe do Parque Viruá, em Roraima (Foto: Divulgação/ ICMBio)
Segundo fiscais ambientais, tartarugas seriam vendidas em Boa Vista e Manaus para serem consumidas em ceias natalinas (Foto: Divulgação/ ICMBio)

 

Quatro pessoas foram presas na quarta-feira (24) por policiais militares da Companhia Independente de Policiamento Ambiental (Cipa) durante fiscalização na região do Baixo Rio Branco, em Caracaraí, no sul de Roraima. Com os suspeitos de tráfico de animais silvestres, foram encontradas 130 tartarugas que, segundo um integrante do Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio), seriam usadas em ceias natalinas. A operação foi coordenada pelo Parque Nacional do Viruá.

Também foram apreendidos duas embarcações, dois motores e arma de fogo. De acordo com o chefe do Parque Nacional do Viruá e analista ambiental do ICMBio, Antônio Lisboa, há anos a região é alvo da ação de traficantes de animais silvestres. Esse é o período em que as tartarugas estão desovando e as fêmeas sobem para a praia para depositarem os ovos, o que as tornam vulneráveis e alvo fácil.

“Eles colocam as tartarugas em uma espécie de curral no meio da mata e vão estocando os animais nesses locais. Quando ‘acumulam’ muitas, eles as transportam. É nessa hora que a gente consegue impedir a ação”, esclareceu Lisboa.

Ainda segundo ele, geralmente as tartarugas são vendidas em Boa Vista e Manaus. Elas custam entre R$ 300 e R$ 500. Por semana, o mercado ilegal em Manaus chega a movimentar R$ 1 milhão. A operação, que se iniciou em setembro, já salvou 250 espécimes.

A apreensão foi considerada a maior do ano. Lisboa falou que os ‘tartarugueiros’ estavam aguardando a fiscalização sair do posto na barreira para poder transportar os animais.

“Eles certamente estavam estocando as tartarugas há vários dias, mas sabiam que a gente estava na área e não ‘subiam’ para Caracaraí. Fingimos desmobilizar a operação, mas na verdade só mudamos o local da barreira. Eles foram surpreendidos e foi assim que  capturamos os animais na véspera do Natal, que era a data-limite para eles conseguirem vendê-los a tempo de serem preparados para a ceia”, esclareceu Lisboa.

Parcerias
De acordo com o sargento Jeferson Silva, da Cipa, a maior apreensão antes da ocorrida na quarta-feira foi em setembro. “Na ocasião, 84 tartarugas haviam sido apreendidas em outra operação. O sucesso dessas ações se deve à união de esforços. O apoio do Parque Nacional do Viruá, por exemplo, através de recursos e equipamentos, mesmo quando as ações se dão fora da unidade de conservação, tem sido fundamental”, destacou.

Silva acrescenta que as operações tem sido feitas em parceria entre o ICMBio, a Cipa e o Ibama desde 2011 e mais de 250 tartarugas foram salvas ao longo do segundo semestre de 2014.

“Sozinhos, nada disso seria possível. Esse é o resultado de uma parceria que vem dando certo e que conta com o excelente trabalho e a dedicação de parceiros da Cipa, do Ibama, das Polícias Rodoviária e Federal que, com muita inteligência e estratégia, têm garantido a proteção não apenas do Parque Nacional do Viruá, mas de toda a região”, concluiu Antonio Lisboa.

Espécies
Entre as espécies resgatadas, estão 90 tartarugas-da-Amazônia (Podocnemis expansa), 33 tracajás (Podocnemis unifilis) e 17 iaçás (Podocnemis tuberculata). Todas foram recuperadas vivas e 119 já voltaram ao habitat natural. Nove tartarugas, que apresentaram anzóis presos na garganta, foram encaminhadas ao Centro de Triagem do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) para tratamento. Em seguida, elas serão devolvidas à natureza.

Além das operações de fiscalização, o Ibama monitora 789 covas nas regiões dos tabuleiros de desova até março de 2015, quando se encerra o período de reprodução dos animais no baixo Rio Branco. O monitoramento conta com a proteção de policiais e apoio do ICMBio.

* Matéria assinada por Anne de Freitas e publicada no portal G1 RR em 26/12/2014

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Arpa contrata consultoria pessoa física para elaboração da base cartográfica das Unidades de Paisagem Naturais para as UCs Parque Nacional da Serra da Mocidade e Estação Ecológica de Niquiá, Caracaraí/RR

O Programa Áreas Protegidas da Amazônia (ARPA), maior iniciativa de proteção de florestas tropicais do mundo, tem como objetivo a expansão e fortalecimento do Sistema Nacional de Unidades de Conservação (SNUC) na Amazônia, a partir da proteção de 60 milhões de hectares na Amazônia – 12% da região, assegurando recursos financeiros para a gestão destas áreas e contribuindo para o desenvolvimento sustentável regional.

Criado em 2002, é coordenado pelo Ministério do Meio Ambiente (MMA) e financiado com recursos do Global Environment Facility (GEF)/Banco Mundial, do governo da Alemanha/KfW, do Fundo Amazônia/ BNDES, WWF-Brasil e setor empresarial (Natura e O Boticário), além de contrapartida do Governo Federal e governos estaduais, que totalizarão 395 milhões de dólares.

O Fundo Brasileiro para a Biodiversidade (FUNBIO) é a instituição responsável pelo gerenciamento dos recursos financeiros, pelas atividades de aquisições e contratações para as unidades de conservação (UCs) e pela gestão de ativos do Fundo de Áreas Protegidas (FAP), um fundo fiduciário que irá garantir a continuidade das ações em longo prazo.

Para participar do processo seletivo, os interessados deverão preencher, até o dia 07 de Abril de 2014, um questionário online disponível em https://docs.google.com/a/funbio.org.br/forms/d/1aI2baqFQ-NoHm5YL5rqTie2DMxIv6tDKueHL27FK3JE/viewform

Clique aqui para ler o termo de referência completo, contendo o detalhamento das atividades a serem realizadas, o cronograma e as demais informações a serem esclarecidas.

Somente serão contatados aqueles candidatos que se encaixam no perfil buscado e os mesmos serão selecionados para a fase seguinte do processo de seleção (análise de currículos).

Esperamos tornar este processo seletivo mais eficiente, por isso, nesta etapa inicial não serão considerados currículos enviados por e-mail.

* Matéria publicada no site do Funbio em 31/03/2014